Este jogo japonês vai mostrar se seu cérebro é mais jovem que você ou mais velho que o resto do seu corpo.
Como jogar:
1. Tecle ’start’
2. Aguarde pelo 3, 2, 1.
3. Memorize a posição dos números e clique nos círculos, sempre do menor para o maior número.
Nota: Comece com o ZERO se ele estiver presente.
4. No final do jogo, o computador vai dizer a idade do seu cérebro.
Não esqueça de deixar um comentário com sua idade cronológica (real) e o resultado do teste.
Estima-se que cerca de 50.000 a 100.000 neurônios desaparecem a cada dia. Entretanto, as perdas neuronais podem ser compensadas através da formação de novas sinapses (ligações entre os neurônios) e progressão dos axônios mesmo no cérebro envelhecido.
O cérebro humano precisa trabalhar para manter-se bem. Verdi compunha óperas aos oitenta e um anos. Ticiano tinha mais de oitenta anos quando começou a esculpir a Pietá. Roberto Marinho, Barbosa Lima Sobrinho trabalharam até com mais de 90 e 100 anos. Oscar Niemayer continua fazendo projetos em arquitetura. E tantos outros.
O cérebro possui cerca de 100 bilhões de neurônios. Estudos verificaram que utilizamos apenas 1/5 de nosso estoque. Ao envelhecermos perdemos cerca de 10% de nossa capacidade cerebral. Isto significa muito pouco comparado ao que possuímos e não chega a afetar nosso pensamento.
As pessoas com menos atividade não apresentam qualquer lesão cerebral, apenas uma espécie de desaceleração. Essa desaceleração leva a uma diminuição da função cerebral e não o inverso: não é porque as células do cérebro, os neurônios adormeceram que surgem perdas de memória. É exatamente o contrário: é porque o cérebro está sem atividade que as células adormeceram…
Que tal colocar o cérebro pra funcionar um pouco mais e passar a escrever num blog? Contar suas memórias, repartir seu aprendizado, registrar sua vida ou a de seu bebê para que no futuro as recordações estejam mais vivas? Ajude seu cérebro a manter-se jovem, coloque-o pra trabalhar!
A propósito… eu fiz o teste, e aos 43 de idade, meu cérebro tem 27.
Fontes:

Escrito por Anabel Mascarenhas 
