ISO 9001 para pequenas empresas

28 outubro, 2011

Muito tem se falado sobre as pequenas empresas e a sua necessidade de certificação dentro das Normas do Sistema ISO, dentre as quais se destaca a ISO 9001,  que é uma norma que possibilita às empresas mensurar, monitorar e verificar a consistência de seus processos, que indicam que ela está capacitada para produzir bens e serviços de alta qualidade e aumentar a satisfação do cliente. A certificação permite que a empresa mantenha ou amplie as vantagens competitivas em relação às concorrentes, reduza falhas e perdas no processo produtivo e otimize a utilização dos recursos existentes. Os custos da operação se tornam menores e a empresa é vista como confiável pelo mercado.

Ronaldo Costa, que trabalha com qualidade desde 1999 e é autor do Qualiblogdá algumas explicações, reproduzidas  aqui com sua autorização:

1. Existe uma ideia de que ter um sistema de qualidade é algo que só é aplicável para grandes corporações. Essa ideia está correta?

Esse é um dos grandes mitos da ISO 9001. Até mesmo organizações com número bem pequeno de funcionários, como empresas familiares por exemplo, podem ter ISO 9001. A própria norma deixa isso claro em seu item 1.2: “Todos os requisitos desta Norma são genéricos e se pretende que sejam aplicáveis a todas as organizações, independente do seu tipo, do seu porte e do produto fornecem.”

Em muitos casos é até mais fácil implementar a ISO em uma pequena empresa do que em uma grande corporação, cujos processos são sempre mais complexos e possuem uma dinâmica muito mais elaborada.

2. Sistemas de qualidade são totalmente aplicáveis a empresas que tem sistemas de produção. Para empresas prestadoras de serviço também faz sentido implementar programas de qualidade?

O capítulo 3 da ISO 9001 esclarece que “Ao longo do texto desta Norma, onde aparecer o termo produto, este também pode significar serviço.” – Serviço e Produto são para a norma a mesma coisa, ou seja, o resultado de um processo.

Conceituando dessa forma, apesar das diferenças entre os dois fica mais fácil assimilar a adoção da ISO 9001 para empresas de serviços. Temos vários exemplos, como hotéis, clínicas, clubes de futebol… É perfeitamente possível implementar um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) sobre serviços também.

3. Quais os principais benefícios que uma pequena empresa pode ter ao implantar a ISO 9001?

O principal é a melhora na organização interna das atividades, ganhos em agilidade pela padronização, economia pela redução de erros e desperdício, pois ela passa a ter mais controle sobre seus processos. Isso sem falar no ganho para a imagem da empresa, que se torna mais confiável e isso possibilita a conquista de novos clientes.

4. Em média, quanto custa e quanto tempo leva para uma pequena empresa conseguir a certificação?

O custo total da certificação pode variar bastante conforme a região e porte da empresa. É preciso considerar que há duas fases importantes nesse processo. A primeira é a implementação e só depois vem a certificação propriamente dita. Então devemos prever o custo como um todo.

Do início da implementação até obter o certificado a empresa irá demorar entre seis meses a um ano.

Cabe aqui um alerta aos pequenos empresários. É comum que se deixem seduzir por consultores independentes que cobram bem pouco mas que nem sempre farão um bom trabalho de implementação, o que vai comprometer a certificação. Antes de fechar um contrato assim, procurem se informar bem sobre o profissional.

5. Qual sua principal dica para o empreendedor que quer organizar a gestão da sua empresa e já pode ser aplicada rapidamente?

Procure conhecer os requisitos da ISO 9001 e entender quais se aplicariam em seu negócio, desenvolva uma visão da empresa através de processos e não setores e aprenda a usar gráficos indicadores para gerenciar esses processos. Isso vai facilitar muito para quando decidir implementar um SGQ, será meio caminho andado.


TECVAN INFORMÁTICA/GERTEC – Caso de sucesso no Pólo de Informática de Ilhéus

9 outubro, 2011

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O Caderno de Empregos & Negócios do Jornal A Tarde de hoje, 09.10.2011, faz uma análise da pesquisa nacional divulgada pela Deloitte/Exame e mostra que das 250 Empresas brasileiras que mais cresceram nos últimos três anos, treze são baianas, e o mais importante para Ilhéus e o seu Pólo de Informática é que a primeira em crescimento na Bahia e 21ª no Brasil é a TECVAN Informática/GERTEC que nos últimos três anos teve um crescimento de 228,6% em sua receita líquida. A Unidade Industrial da Empresa está localizada aqui na nossa cidade, na Rua Siridião Durval, 102, no bairro da Cidade Nova.

Falando da receita para o sucesso da Empresa, o seu fundador Jorge Pereira, assim declarou: “para se diferenciar da concorrência, é preciso ter o foco no cliente, isso muitas vezes está acima até do financeiro. Devemos resolver qualquer possível problema.”

De acordo com dados obtidos no site da FIEB, a TECVAN Informática é fabricante de teclados para informática e para automação comercial e bancária e conta com 196 empregados. De acordo ainda com Jorge Pereira, o faturamento da Empresa foi de R$ 80 milhões no ano passado e ele espera alcançar um faturamento da ordem de R$ 100 milhões este ano.

É bom vermos o crescimento da TECVAN/GERTEC, e por esta razão parabenizamos todos os seus empregados e dirigentes pelo sucesso, mas é bom também constatarmos que apesar da crise, o nosso Pólo de Informática e Eletroeletrônica está vivo e abrigando empresas que se destacam na cenário nacional. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a Empresa deve visitar o seu site em www.gertec.com.br .


Nova Norma ISO para reduzir os impactos ambientais de produtos e serviços

29 setembro, 2011

Tradução livre do Press Release do Instituto ISO

Foi publicada uma nova Norma da família ISO 14000, projetada para ajudar as empresas a reduzir os impactos ambientais gerados por seus produtos e serviços.

 Cada produto ou serviço tem um impacto sobre o meio ambiente durante todas as fases do seu ciclo de vida, desde a extração de recursos até o fim da vida-processo. O objetivo do ecodesign [concepção ecológica] é integrar aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento de produtos e serviços, de modo a reduzir seus impactos ambientais e melhorar continuamente seu desempenho ambiental em todo o seu processo. O resultado: produtos e serviços “limpos” e um planeta mais verde.

A recém-publicada ISO 14006:2011, Sistemas de gestão ambiental – Diretrizes para a incorporação de concepção ecológica, traz toda orientação sobre a incorporação de ecodesign que pode ser utilizada em qualquer sistema de gestão ambiental, qualidade ou similar.

pegada de folha

A nova norma vai ajudar as organizações a estabelecer, documentar, implementar, manter e melhorar continuamente sua gestão de ecodesign como parte de um sistema de gestão ambiental (SGA) e se aplica aos aspectos ambientais dos produtos de uma organização e / ou serviços sobre os quais tem controle ou influência.

 

 

Vantagens da incorporação do ecodesign:

 

  • Benefícios econômicos, por exemplo, através do aumento da competitividade, redução de custos e a atração de financiamento e investimentos
  • Promoção da inovação e criatividade, e identificação de novos modelos de negócio
  • Redução do passivo através da redução dos impactos ambientais e melhor conhecimento do produto
  • Melhoria na imagem pública do produto/serviço
  • Melhoria da motivação dos funcionários.

 

 

Martin Carta, relator do grupo de trabalho responsável pela ISO 14006, comenta: “O novo padrão foi desenvolvido para ajudar as organizações a implementar a concepção ecológica de uma forma flexível e prática. O objetivo é que as organizações usem estes princípios, a fim de projetar e desenvolver produtos e serviços mais avançados, rentáveis e sustentáveis. “

ISO 14006:2011 é aplicável a qualquer organização, independentemente da sua dimensão, localização geográfica, cultura ou complexidade de seus sistemas de gestão, e não importa quão simples ou complexos sejam os serviços ou produtos.

A nova norma se destina a ser usado principalmente pelas organizações que já têm implementado um SGA de acordo com a ISO 14001, ou têm um sistema de gestão de qualidade de acordo (SGQ) ISO 9001. Também pode ser útil para outras organizações sem um SGA formal ou SGQ, mas que estão interessados em reduzir os impactos ambientais advindos de seus produtos.

 

A Equipe da CONSULTIC já está estudando a nova Norma, e ainda durante o ano de 2011 já poderá assessorar as Empresas que desejem incorporar as diretrizes da ISO 14006 aos seus Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.


ASSEMBLÉIA DE CREDORES APROVA PLANO DE RECUPERAÇÃO DA BITWAY

4 agosto, 2011

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Em reunião realizada no Auditório da SUDIC – Distrito Industrial de Ilhéus, no dia 02 do mês de agosto de 2011, a Assembléia Geral de Credores aprovou o Plano de Recuperação apresentado pela Empresa BIT SHOP IND. COM. EXP. E IMP. LTDA. – Bitway Computadores.

No plano apresentado pela Empresa e aprovado pelos credores quirografários, os débitos foram revistos e re-escalonados em prazos exeqüíveis. Quanto aos credores trabalhistas, ficou acertado que será providenciada a homologação de todas as rescisões anteriormente efetuadas e pendentes, com pagamento imediato e integral de todos os créditos trabalhistas.

A Empresa havia pedido a sua Recuperação Judicial no fim do primeiro semestre de 2010, tendo em vista a crise que se abateu sobre o mercado financeiro no ano de 2008 e que foi devastadora para a organização, na medida em que inflacionou os preços dos seus insumos adquiridos com base na cotação do dólar.

O sistema de recuperação judicial utilizada pela BITWAY, que foi introduzido pela Lei número 11.101/2005, visa a manutenção das empresas geradoras de renda, a preservação dos empregos dos trabalhadores e visa também atender os interesses dos credores. Com a recuperação judicial são criadas as condições para o saneamento empresarial, e consequentemente para a preservação e desenvolvimento da Empresa, que continuará a desempenhar a sua responsabilidade social, gerando emprego e renda.

É uma excelente notícia para Ilhéus e para o seu Pólo de Informática e Eletroeletrônica.

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com

 


BSI DO BRASIL RECOMENDA A CERTIFICAÇÃO DA AXT TELECOMUNICAÇÕES LTDA. NA NORMA ISO 9001:2008

18 março, 2011

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Foi concluído hoje, 18.03.2011, o 2º estágio da Auditoria de Certificação na Norma ISO 9001:2008 da Unidade Industrial da AXT Telecomunicações LTDA., localizada em Ilhéus-Ba., e que é licenciada exclusiva MOTOROLA para produzir itens de alta tecnologia como telefones sem fio, rádios de comunicação Talkabout e outros produtos.

A AXT Ilhéus iniciou suas operações em 12.07.2002, conta com uma Unidade Industrial com uma área construída de 2.100m2, possuindo também um depósito/armazém utilizado para estocagem de produtos acabados com uma área de 1.500 m2.

A Auditoria foi conduzida pelo Auditor Bruno Dessaune ROMANO da BSI Management Systems, que recomendou a Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade da AXT, sistema este que foi desenvolvido pela equipe da AXT, contando com um trabalho de Consultoria feito por Carlos da Silva Mascarenhas, Auditor Líder de Sistemas Integrados de Gestão da CONSULTIC.

O SGQ que controla os 10 (dez) processos da Empresa foi desenvolvido e implantado no prazo de 8 (oito) meses. Além do desenvolvimento do Sistema, a CONSULTIC foi também responsável pelo treinamento de toda a equipe da AXT, num total de 60 (sessenta) empregados, tendo treinado também nos requisitos da Norma, os Auditores Internos da Empresa e a sua Alta Direção.


Algum Jacaré já te mordeu hoje?

6 outubro, 2010


Teresa Fonseca T. – Consultora de Recursos Humanos

Texto recebido via e-mail.

“Quem ouviu a frase num Congresso de Tecnologia da Informação em Los Angeles, lá pelo final dos anos 70, nunca mais esqueceu. A frase era assim: “Se você tem um jacaré a lhe morder as pernas, a tendência natural é esquecer que seu objetivo principal era drenar o pântano“. A metáfora é muito poderosa. É claro que você, que recebeu a missão de drenar o pântano, ao entrar nele e ser mordido por um jacaré imediatamente esquecerá tudo e se focará em matar o desgraçado do jacaré.

Esse jacaré é o nosso dia-a-dia. Esse jacaré representa o nosso agir sem planejar, sem parar para pensar, o famoso engatar uma coisa na outra.

Relembre o seu último dia de trabalho. Dirigindo no trânsito, você fez os planos do dia, organizou a agenda, planejou o tempo a ser distribuído de acordo com suas prioridades. Aproveitando o congestionamento, fez até uma lista usando uma folha do caderno que seu filho esqueceu no carro. Acabou de estacionar e do seu lado outro gerente diz: “Não se esqueça do relatório que você me prometeu para hoje!!”. Pronto, o primeiro jacaré te pegou!!

Aí é vapt, vupt, paulada no jacaré, e você consegue chegar na sua sala. Mal sentou, toca o telefone! O chefe!! “Você viu os resultados das vendas de ontem? Você tem que ir lá na filial falar com o supervisor!”. Pronto. O segundo jacaré te pegou e esse tem a boca grande!

De novo paulada para todo lado e você tenta voltar ao plano original, quando entra na sua sala um subordinado que acaba de receber uma proposta com 25% de aumento no fixo e 50% de aumento no variável. Jacarezão de boca aberta, e esse é dos cascudos. Senta, conversa, argumenta, discute, se emociona e a dor da mordida você já nem sente. Consegue adiar a decisão dele até você falar com o RH.

Você olha para a lista, aquela feita no caderno do seu filho, já são quase duas horas da tarde e você nem almoçou. Come uma barrinha de cereal e abre o e-mail. Pulam dois jacarés filhotes, dessa vez querendo morder a sua mão.

Trinta e sete e-mails! Alguns com horário da madrugada. E você pensa que jacaré dorme? Jacaré competente manda e-mail à 1h37 e ainda fala que vai trabalhar mais um pouco.

Ao fim do dia, exausto, faminto, sem ter conseguido tomar um café! Você olha a sua lista de prioridades e se sente um lixo! O que é que eu fiz hoje?? Nem o primeiro item!

E como sair dessa? Trabalhando incansavelmente o conceito de prioridade.

As suas prioridades são aquelas relacionadas com suas metas, são as tarefas que somam valor, são as que são significativas e claramente percebidas pelos clientes. Não confunda os conceitos de urgente e importante. A urgência é temporal, tem a ver com a cronologia das coisas, e a importância tem a ver com contexto e conteúdo.

Trabalhe suas prioridades. Essas sim reúnem o melhor da urgência e da importância, pois foram planejadas por você e de acordo com suas metas e objetivos.

No final você vai ser mesmo avaliado é pela drenagem do pântano.

Não se deixe iludir pelo fato de, hoje, você conseguir matar três ou quatro jacarés por dia.”


A SABEDORIA DE NAPOLEÃO BONAPARTE

12 agosto, 2010

Autor desconhecido

Dizem que Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos:

1. Os inteligentes com iniciativa;
2. Os inteligentes sem iniciativa;
3. Os ignorantes sem iniciativa e
4. Os ignorantes com iniciativa.

Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de
comandantes gerais, estrategistas.

Os inteligentes sem iniciativa, Napoleão deixava-os como oficiais para receberem ordens superiores para cumpri-las com diligência.

Os ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava na frente da batalha,  buchas de canhão, como dizemos.

Os ignorantes com iniciativa, Napoleão os odiava e não os queria em seus exércitos.

Um ignorante com iniciativa é capaz de:

  •    * fazer besteiras enormes e depois dissimuladamente, tentar ocultá-las;
    * fazer o que não deve, falar o que não deve, até envolver-se com quem não deve e depois dizer que não sabia;
    * perder boas idéias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos;
    * produzir sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.

É, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa, empreitada ou governo.


Catálogo de Empresas de TI da Bahia

20 janeiro, 2010

Tal como no final de 2008, a Consultic torna a divulgar o CATALOGO DE EMPRESAS DA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA, produzido pela Inforum.

Para apresentá-lo, ninguém melhor que Deraldo Pitombo, em e-mail enviado às referidas empresas, mas muitas vezes nem lido, por cair na pasta de spam ou no lixo eletrônico:

Senhores Empresários da Área de TI da Bahia.

Como empresários devemos estar sempre atentos aos retornos dos investimentos que fazemos. E nesta linha precisamos permanentemente analisar a relação custo-benefício dos mesmos.

E nós, que atuamos na área da Tecnologia da Informação, sabemos que o nível de qualidade dos resultados deste tipo de analise esta intrinsecamente ligado ao volume de informações que se têm disponíveis para fazê-la.

Por este motivo, presto-me a avivar vossas memórias sobre aspectos ou particularidades afins a investimentos feitos para divulgar os negócios de suas empresas no CATALOGO DE EMPRESAS DA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA.

Sobre custos – fortemente inferiores quando comparados a ocupação de espaços em mídias assemelhadas. No caso de outros periódicos, comparar custos de área ocupada e nível de decisão do publico leitor. No caso de folhetos próprios, considerar os custos de distribuição desde os enviados pelos Correios até os entregues aleatoriamente nas portas de eventos ou nas esquinas.

Sobre vias de distribuição- neste ponto aloca-se um dos mais expressivos fatores de garantia de sucesso do nosso Catalogo: o apoio institucional de entidades de representação dos mais variados grupos de usuários corporativos de TI. É cada vez maior o número de federações, associações, sindicatos patronais e instituições governamentais que autorizam e delegam a funcionários a distribuição de exemplares do nosso Catalogo entre os seus filiados ou colaboradores.

Sobre perspectivas de leitores e usuários – o fato do nosso Catalogo ter se consolidado no mercado como uma fonte de consultas, diferenciando-se, pois de folhetos de propaganda (o que viabiliza o recebimento do apoio institucional relatado no item acima) permite com que o mesmo além de bem recebido, seja mantido nas empresas usuárias de TI, em lugar de fácil acesso para os responsáveis pela condução dos processos de compras. Diferentemente, portanto, do destino dado a material de propaganda, que mesmo recebendo elogios por sua beleza são descartados conforme o nível de utilidade da informação que leva para o leitor naquele momento.

Sobre benefícios outros:

  1. Reprodução na WEB – os anúncios das empresas publicados em nosso Catalogo são reproduzidos no site da Inforum – www.inforumct.com.br onde permanecem por 12 meses – mesmo ciclo de vida de cada edição. São acessados por pessoas alertadas da existência desta fonte por peças de divulgação específica como também por indicação do Google e outros software de pesquisa. Alem disto Links para o Catalogo estão em sites e telas de blogs com afinidades com o setor de TI.
  2. Participação de networking específica – Todo anunciante é tem seu e-mail incluído em uma lista distinta denominada NETWORK CATALOGO, e passa a receber periodicamente informações sobre eventos ou programas direcionados ao mercado de TI, que podem representar alertas sobre oportunidades de gerar novos negócios ou formar novas parcerias. A rede também auxilia aos seus integrantes na divulgação de suas respectivas promoções individuais para o mercado regional.
  3. Ganhos por osmose - A expressão “diga-me com quem andas que eu te tirei quem és” esta cada vez mais questionada no mundo contemporâneo. Porem continua arraigada e presente no processo de avaliação mercadológica. A empresa que associa o seu nome na manutenção de um produto que é apoiado, financeira e institucionalmente, pelas mais expressivas entidades do setor de TI da Bahia, e que mantém a participação de valorosos ícones desta área, somente tem a ganhar no âmbito da imagem.

Considerações finais.

Ainda alinhadas a referida analise existem bases conceituais que não podem deixar de ser consideradas:

Nosso Catalogo (tal como os outros) não garante aumento de vendas. Seu propósito é divulgar negócios e competências dos fornecedores locais, ajudando a estes ampliarem seus níveis de expressividade e de competitividade no mercado. Para a concretização das vendas é necessário que as empresas tenham infra-estrutura adequada para receber, registrar e dar retorno aos contatos.

Tenho recebido alguns relatos sobre “a falta de contatos motivados pela divulgação em catálogos”. Por outro lado tenho recebido (em número maior) comentários de leitores usuários, sobre ligações feitas para telefones que não atendem, sobre recados deixados com atendentes pedindo retorno por parte de responsáveis pela área comercial e não retornados; sobre desatualizações de sites visitados, sobre o nível de atenção recebida bem como o grau de capacidade do atendente para tirar dúvidas comuns do interessado. É óbvio que são casos de origens diversas e atemporais. Porem a soma deles sinaliza o grau de utilidade do nosso produto e explica porque a maioria dos anunciantes das primeiras edições continua até hoje nos motivando a produzir o melhor palco por quem quer ser visto pelos usuários corporativos de TI do Estado da Bahia.

Para finalizar permita-me uma provocação: telefonem para componentes de comissões de compra empresariais e perguntem como elas definem a quem consultar. Vão verificar que diminuem cada vez mais os que buscam fornecedores por ouvir falar; que ainda é grande o número que faz uso de catálogos impressos (lembrando que estamos também na WEB); e, que são pouquíssimos aqueles que se baseiam em material de propaganda (prospectos e folhetos).

O nível de competitividade empresarial cresce com o mercado. Toda empresa que pretende se manter competitiva não pode perder oportunidades de se fazer conhecida pelos novos usuários e potenciais clientes que emerge diariamente do atual mercado.

Não é estratégico ficar a esperar que o cliente venha bater a sua porta. Mantenha-se junto aqueles que vão até o cliente através de uma mídia que ele já passou a gostar de ter e usar.

Deraldo Pitombo.


A CRISE E OS AJUSTES FINANCEIROS NECESSÁRIOS

17 março, 2009

Muito se vem falando de CRISE, e com a crise, a primeira providência que as Empresas costumam tomar é REDUZIR CUSTOS. Porém, antes de se pensar em reduzir custos, é extremamente necessário que se reveja o planejamento da Empresa e que se faça uma análise criteriosa dos processos empresariais, para que possam ser definidas, com acerto, quais despesas devem ser cortadas ou reduzidas e quais projetos devem ser cancelados ou adiados.

De acordo com artigo publicado no Financial Report da IT Mídia S.A., edição de janeiro de 2009, a Trevisan Consultoria recomenda os seguintes cuidados na hora de adiar ou cancelar um projeto.

. Faça uma análise criteriosa;

. Mantenha projetos que privilegiem a redução de custos;

. Adie os que darão retorno no longo prazo;

. Leve em conta os fatores externos;

. Faça um ranking com os projetos vitais para a sobrevivência da empresa;

. Não aborte iniciativas que demandaram meses ou anos para serem planejados;

. Adie projetos que irão gerar um pequeno aumento de produtividade;

. Continue com os que trarão ganhos de lucratividade;

. Cuidado para não comprometer o entusiasmo e o comprometimento dos colaboradores;

. Saiba que a decisão deve estar relacionada às questões mercadológicas;

. Não cancele projetos no auge do seu desenvolvimento;

. Leve em conta a sazonalidade;

. Não cancele os que têm tecnologia intensiva aplicada, corre-se o risco da obsolescência;

. Mantenha o plano de expansão a uma velocidade menor, caso a crise não afete diretamente o negócio;

. Considere que sempre é preciso implementar projetos. O que a crise faz é mudar a priorização do investimento.

Além destas recomendações, a Trevisan estabelece também alguns mandamentos para a contenção racional de custos.

. Planejar e manter atualizado o orçamento financeiro contemplando todas as áreas da empresa com previsão de investimentos (se necessário);

. Ter uma visão mais econômica (lucro) e menos financeira (caixa);

. Estabelecer uma curva ABC de custos, identificando aqueles que apresentam maior incidência e impacto no orçamento;

. Exercer um controle mais efetivo sobre estes custos de maior incidência;

. Rever os principais processos internos e identificar os custos envolvidos a cada atividade;

. Adotar centos de custos e classificar as despesas por natureza

. Estabelecer metas e objetivos visando a redução de custos;

. Envolver os colaboradores nesta tarefa.

Pois é. Seja uma “marola”, ou uma “Crise” com “C” maiúsculo, o certo é que nelas existem também excelentes possibilidades de crescimento, desde que algumas regras básicas sejam seguidas.

No caso específico da Área de Tecnologia da Informação, é interessante observarmos que uma das recomendações prega que não se deve cancelar projetos que têm tecnologia intensiva aplicada, pois corre-se o risco da obsolescência.


Lembra da sua marca?

7 novembro, 2008

Pois é, ela é SUA propriedade. Mas nem sempre você a trata como tal. Não a protege, não a registra, deixa a pobrezinha à mercê de tudo que pode acontecer com um BEM, desprotegido.

O artigo de Raquel Rezende, Registro de marcas e produtos não é levado a sério pelos empresários diz:

“Cerca de 80% das empresas não possuem registro de marca e podem ter sua identidade roubada

O registro da marca e produtos de uma empresa garante proteção à corporação, identifica o negócio, permite se diferenciar do seu concorrente e proporciona aumento no faturamento. Mesmo assim, cerca de 80% das empresas não possuem registro de marcas, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e essa atitude pode trazer alguns problemas, como a perda do nome da empresa.

Ainda conforme o órgão, em relação a patentes a situação também é crítica: 80% são de empresas que vêm de fora do País para solicitar a exclusividade de comercialização do produto no Brasil, 10% são empresas concentradas no eixo Rio–São Paulo e os outros 10% correspondem a pedidos de registros solicitados por corporações de todo o País.

De acordo com a diretora da Cone Sul Marcas e Patentes, Maria Isabel Montañés, a maioria dos empresários não tem consciência da importância de registrar sua marca. “Eles desconhecem que o investimento na área da propriedade industrial vai alavancar significativamente o faturamento da empresa”, afirma. Segundo ela, a identidade é criada pela marca e a patente confere a exclusividade de comercialização do produto por um determinado espaço de tempo, limitado a 20 anos.

Maria Isabel também atribui o fato da maioria das empresas não ser registrada ao mito de que registrar marcas e patentes é custoso. “O empreendedor que não tem registro corre o risco de trabalhar em cima de uma marca que não poderá ser registrada no futuro e, assim, pode perder direitos sobre ela, e o pior de tudo é que pode ficar sem a identidade da empresa”, enfatiza.

O processo de registro passa por trâmite administrativo, que desde o seu pedido até a efetiva concessão de uso leva cerca de quatro anos e para registro de patente são necessários nove anos. “Durante esse período, a empresa tem respaldo jurídico e está protegida, caso tenha algum problema, como por exemplo outra empresa tentar utilizar sua marca”, explica Maria Isabel. Ela alerta ainda que a empresa que usa a marca de terceiros comete crime. “O empresário infrator terá que parar de usar a marca e indenizar a empresa que foi vítima do uso, já que se trata de uma propriedade”, ressalta.

Para fazer o registro o aconselhável é pedir que um profissional da área faça uma busca sobre o nome, depois a marca escolhida deve ser depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), após 30 dias o INPI publica a marca e se durante o período em que ela estiver publicada nenhuma outra empresa se opor, o processo é deferido. Para manter o registro, o empresário deve efetuar pagamentos de taxas federais a cada dez anos com o propósito de garantir a prorrogação do direito de propriedade.

A Consultic oferece, entre os seus serviços, o Registro de Marcas. A busca inicial é gratuita, e criteriosamente procuramos se a sua marca está disponível para registro. Caso você se interesse, envie e-mail para ilheus.consultic@gmail.com, informando a marca que você deseja registrar. A Consultic garante o acompanhamento do seu processo de registro, e se compromete a verificar quaisquer situações de exigências geradas pelo INPI ou por terceiros (outras empresas que entrem com pedidos de oposição ao seu registro).


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