Ilhéus precisa de planejamento

3 Junho, 2009

O Diário de Ilhéus do dia 02.06.2009, publicou o Decreto 043/2009, através do qual o Prefeito Newton Lima e Silva nomeou uma Comissão composta de 6(seis) membros para coordenar os trabalhos de elaboração do PPA – Plano Plurianual do nosso município, para o período de 2010/2013. O decreto detalha as seguintes atividades com suas respectivas datas de conclusão:

I – Encontro geral das secretarias para exposição das propostas gerais, ocasião em que será apresentado o Projeto de Execução e Metodologias para a condução do PPA 2010-2013 03.06.2009
II – Treinamento para consulta à sociedade 08.06.2009
III – Início das ações de consulta à sociedade, com encontro geral com as associações representativas 09.06.2009
IV – Elaboração da fase qualitativa 09/12.06.2009
V – Curso de elaboração de indicadores e adequação dos indicadores dos programas a serem desenvolvidos no PPA 15/16.06.2009
VI – Elaboração da fase quantitativa 16/22.06.2009
VII – Consolidação dos programas 22/29.06.2009
VIII – Preparação do documento final 29.06/06.07.2009
IX – Apreciação pelo Prefeito 06/10.07.2009
X – Ajustes 10/15.07.2009
XI – Envio ao Gabinete do Prefeito 18.07.2009
XII – Encaminhamento à Câmara 21.07.2009

Pois é Senhores, a equipe de Planejamento da nossa Prefeitura está se propondo a, num prazo de menos de 20(vinte) dias úteis, além de ouvir a população da nossa cidade para identificar as demandas sociais e fazer um encontro geral com as nossas associações representativas, preparar um PPA – Plano Plurianual que deverá nortear a ação do poder público municipal para os próximos 4(quatro) anos, 2010 a 2013, período em que Ilhéus estará sofrendo grandes transformações e recebendo Projetos de grande magnitude como a ZPE – Zona de Processamento de Exportações e o Projeto Porto Sul.

Ou seja, estão prometendo um verdadeiro milagre, ou estão brincando de planejar.

Temo muito pela qualidade do produto final deste trabalho e tenho um medo muito grande de que nos próximos 4(quatro) anos continuemos com uma gestão “feijão com arroz”, apagando incêndios, sem rumo, sem direção e sem destinos.

Mas quem sabe, se todos nos unirmos, arregaçarmos as mangas e participarmos ativamente da elaboração deste PPA – Planejamento Plurianual, consigamos mudar esta desagradável situação de total falta de planejamento na qual vive o nosso município.

Ainda está em tempo, mas é necessário que o nosso Prefeito e a sua equipe queiram realmente ser ajudados.

Fica aqui uma pergunta: Quem é o Secretário de Planejamento do município de Ilhéus?

Carlos da Silva Mascarenhas – Ilheense


ZPE DE ILHÉUS – INFORMAÇÕES E QUESTIONAMENTOS

12 Maio, 2009

AS INFORMAÇÕES

  1. A ZPE de Ilhéus foi criada pelo Decreto número 97.703, de 28.04.1989, publicado no Diário Oficial da União de 02.05.1989, páginas 6.666/67.
  2. Na época a Prefeitura Municipal de Ilhéus criou uma Empresa Pública, a CIMAZE, para administrar a nossa ZPE;
  3. Para entrar em funcionamento, a nossa ZPE, assim como mais 16 (dezesseis) ZPEs criadas naquela época ficaram dependendo do alfandegamento das áreas onde seriam instaladas, sendo que no caso de Ilhéus, como consta do Decreto que a criou, a ZPE ficaria localizada a 19 km da cidade de Ilhéus, na Estrada Ilhéus-Uruçuca;
  4. O alfandegamento pela Receita Federal, uma espécie de habite-se para permitir o início do funcionamento das ZPEs, não veio por pressões diversas, e as ZPE”s não foram implantadas;
  5. Vinte longos anos se passaram, e agora o Presidente Lula, através do  Decreto número 6.814, de 06 de abril de 2009, regulamentou a Lei 11.508, de 20 de julho de 2007, que dispõe sobre o regime tributário cambial e administrativo das Zonas de Processamento de Exportação – ZPE;
  6. A ZPE de Ilhéus, assim denominada no Decreto 97.703, agora é realidade.
  7. No dia 06 de maio de 2009, no Restaurante Fogo de Chão, no Bairro do Rio Vermelho, em Salvador-Ba., o PROMOBAHIA realizou um Happy Business, com apresentações seguidas de debates, sobre o tema: Zonas de Processamento de Exportação – ZPE – Oportunidades de Negócios e Investimentos para a Bahia;
  8. Deste evento, do qual eu participei, que contou com um público de aproximadamente 50 (cinqüenta) políticos, empresários e técnicos, participaram também as seguintes pessoas de Ilhéus, que eu conhecia: Alfredo Landim, Secretário de Indústria e Comércio do Município, o Ex-Prefeito Jabes Ribeiro, o Ex-Secretário Municipal Isaac Albagli, e o Sr. Carlos Massarolo;
  9. O Evento foi aberto pelo Presidente do PROMO, Sr. Ricardo Saback, tendo este Senhor afirmado que “as vantagens de logística, competitividade industrial e inovação tecnológica vão contribuir para um novo modelo de desenvolvimento industrial sustentável, gerando mais valor agregado aos produtos para exportação e, consequentemente, mais emprego e renda para o Estado.” O Sr. Ricardo completou a sua fala dizendo que a ZPE também vai contribuir para a diversificação da base industrial do Estado, citando, por exemplo, o potencial de processamento em setores como o de eletroeletrônica, minério, fruticultura, pesca e alimentos em geral;  
  10. Participaram do evento, como palestrantes, o Sr. Helson Braga, Presidente da Associação Brasileira de Zonas de Processamento de Exportação (ABRAZPE),, cuja apresentação teve o seguinte roteiro: I. Introdução; II. Experiência Internacional; III. O Novo Modelo de ZPE: Principais Características; IV. Situação Atual das ZPEs no Brasil; V. Operação de ZPEs e Implantação de Indústrias, e; Criação e Implantação de uma ZPE: Ações Requeridas; e o Sr. Edmundo Ramos, Coordenador da ZPE Bahia S/A.; cuja apresentação teve o seguinte título: ZPE – Poderoso Instrumento de Inserção Regional na Economia Global OBS.: O material utilizado nas palestras proferidas pode ser encontrado no seguinte endereço: http://www.promobahia.com.br/happy/ABRAZPE.pdf .
  11. Durante o evento e também em uma extensa reportagem publicada no Jornal A Tarde de 05.04.2009, falou-se da existência de uma Empresa intitulada ZPE Bahia S/A, presidida pelo Sr. Otávio Pimentel e tendo como Coordenador o Sr. Edmundo Ramos, Empresa esta que venceu uma licitação realizada dez anos atrás, que escolheu quem seria a concessionária da ZPE Ilhéus.

        OS QUESTIONAMENTOS

  1. Qual a composição acionária da ZPE da Bahia S/A, quando esta Empresa foi constituída e quais são os seus dirigentes?
  2. Qual tem sido a participação da Prefeitura Municipal de Ilhéus, Câmara de Vereadores de Ilhéus, Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, SUDIC Ilhéus, AMURC, e outras entidades regionais na implementação das ações necessárias para a implantação da nossa ZPE?
  3. Que tipo de Empresas poderão ser instaladas na ZPE de Ilhéus?
  4. Quais os impactos benéficos ou adversos que a instalação da ZPE trará para o nosso Pólo de Informática e Eletroeletrônica e para o Projeto Porto Sul? 
  5. Como está a posse e a ocupação do terreno anteriormente reservado para a instalação da ZPE?
  6. Não seria mais interessante que pensássemos em instalar a ZPE em área próxima ao Projeto Porto Sul? 
  7. Para que toda a Região tome conhecimento deste mecanismo, não seria interessante a Prefeitura, a UESC e outras instituições regionais, organizarem um Evento no qual possamos debater a legislação sobre ZPE, estabelecer estratégias para a sua implantação e discutir os seus aspectos políticos, jurídicos, negociais e ambientais? 

    Com estas informações e questionamentos pretendemos fomentar discussões, com o objetivo de não só conhecermos profundamente o projeto da nossa ZPE, como procurarmos fazer com que as lideranças políticas e empresarias da nossa região tenham uma participação direta na formatação deste empreendimento, que com absoluta certeza irá gerar empregos e renda, e, se os cuidados devidos forem tomados, provocará baixos impactos ambientais no nosso eco-sistema.


O Pólo de Informática e o desenvolvimento sustentável

1 Abril, 2009

Até o ano de 1994 a economia do Município de Ilhéus esteve alicerçada na cacauicultura e no turismo, atividades que desempenharam e continuam a desempenhar papéis de fundamental importância para a conservação da porção de mata atlântica remanescente no município e para a preservação do equilíbrio ambiental em todo o seu território.

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Foto - José Nazal

A decadência da lavoura cacaueira do Sul da Bahia, principalmente pela incidência da doença fúngica vulgarmente denominada vassoura-de-bruxa, ocasionou reflexos negativos no Parque Moageiro de Cacau, principal e quase exclusiva atividade industrial do Município de Ilhéus até 1994. Este quadro adverso fez com que a economia local experimentasse grave crise e forçou os poderes públicos das esferas Federal, Estadual e Municipal a buscarem a definição de uma nova matriz econômica para a Cidade.

Para minorar tal quadro de dificuldades, o Governo Estadual além de ter implementado medidas de incentivo ao turismo, notadamente nas áreas de treinamento de mão-de-obra, atração de eventos (Congressos, Exposições e Feiras), financiamentos para a implantação de novos hotéis e pousadas, e venda do destino Ilhéus em grandes centros do Brasil e do exterior, estabeleceu, através do Decreto 4.316/95, de 19 de junho de 1995, alterado pelo Decreto 6.741/97, de 11 de setembro de 1997, pelo Decreto 7.341/98 de 26 de maio de 1998, e outras leis e portarias, o arcabouço legal de Incentivo às Indústrias de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações, restringindo-o, entretanto, aos estabelecimentos industriais que viessem a se instalar no município de Ilhéus. Com estas medidas criou o Pólo de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações de Ilhéus, concedendo às empresas que aqui viessem se instalar, uma serie de vantagens locacionais, financeiras e fiscais.

A cidade, cuja economia baseava-se apenas em atividades consideradas conservacionistas como o turismo e a cacauicultura, passou a ter na sua matriz econômica indústrias dos setores de informática, eletroeletrônica e telecomunicações. Indústrias estas consideradas como de médio potencial de poluição ambiental, de acordo com os anexos II e III da Lei 3.858/80 do Estado da Bahia, que instituiu o Sistema Estadual de Administração dos Recursos Ambientais; sem que, no entanto, fossem estudadas e colocadas em prática medidas que procurassem minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente gerados pelas novas indústrias que aqui viriam se instalar.
Depois de mais de 13 (treze) anos de implantado, contando hoje com mais de 60(sessenta) empresas em operação que respondem por 20% da produção nacional de microcomputadores e eletroeletrônicos, e que geram em torno de 1.500 empregos diretos e 6.000 empregos indiretos, conforme dados do SINEC – Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, Computadores, Informática e Similares dos Municípios de Ilhéus e Itabuna, Estado da Bahia, o Pólo está consolidado. Porém, até o momento não foi feito nenhum estudo científico que dimensione os seus problemas ambientais e estabeleça medidas para o monitoramento ambiental das suas atividades industriais, assim como para a prevenção e mitigação dos seus eventuais impactos ambientais.
Claro está que o Pólo traz desenvolvimento econômico, e que este, apesar de gerar riqueza traz, sempre que medidas preventivas não são tomadas, degradação ambiental e poluição, principalmente se considerarmos a sua localização, num ambiente em que temos a Reserva da Esperança, o Rio Almada e o Oceano Atlântico, como pode ser visto na foto apresentada acima.

Por estas razões torna-se imperativo buscar o Desenvolvimento Sustentável, que preconiza a procura do desenvolvimento econômico em harmonia com as limitações ecológicas do Planeta Terra, ou seja, sem que se faça uma destruição do meio-ambiente, de modo que as gerações futuras tenham a possibilidade de viver bem, de acordo com as suas necessidades.

Se de um lado, o Município de Ilhéus necessita promover o seu desenvolvimento, com a conseqüente geração de emprego e renda, do outro, necessita também resguardar os seus recursos naturais. O grande desafio é, pois, o de conciliar as atividades econômicas com a proteção ambiental.

Para resolver esse impasse é necessário que tenhamos em mente o conceito de sustentabilidade, que foi criado no começo da década de 80 por Lester Brown. Este pesquisador definiu sociedade sustentável como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades de hoje, sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras; e também o conceito de Desenvolvimento Sustentável, definido no Relatório Nosso Futuro Comum (1987), Comissão Mundial para Meio Ambiente e Desenvolvimento, como: “a satisfação das necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem suas próprias necessidades”.

Para garantirmos o Desenvolvimento Sustentável do Pólo, acreditamos que os nossos governantes poderiam estudar a viabilidade e a oportunidade de tomarem duas medidas complementares e de grande alcance sócio-econômico. São elas: a) Discutir a possibilidade da constituição de uma Empresa para tratamento dos resíduos sólidos gerados pelo Pólo de Informática; b) Propor lei municipal que estabeleça prazos para que as Empresas instaladas ou que venham a se instalar no Pólo certifiquem os seus Sistemas de Gestão Ambiental de acordo com os requisitos da Norma ISO 14001:2004 – Sistemas da Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para uso.

Com a adoção das medidas aqui preconizadas, que buscam a sustentabilidade ambiental do Pólo, estaremos também construindo novos caminhos para expansão do desenvolvimento sócio-econômico da cidade. Isto acontecerá porque as ações que irão promover o tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados pelas atividades produtivas do Pólo Industrial, além de mitigarem o problema ambiental, irão também contribuir para a geração de emprego e renda no nosso município.

Para concluir, convém destacarmos que assim como os problemas ambientais do nosso Pólo trazem preocupações, os aspectos e impactos ambientais do Projeto Porto Sul, empreendimento que tem gerado acirradas discussões na nossa região, e que será objeto de futuro artigo, trazem preocupações ainda maiores. Acreditamos, porém, que em ambos os casos, se tomarmos os cuidados necessários e estabelecermos alguns condicionantes ambientais, Ilhéus poderá experimentar nos próximos anos, grandes índices de crescimento econômico com preservação das suas riquezas ambientais.

O autor é Economista, Pós-graduado em Gestão Empresarial
carlos.consultic@gmail.com

logo-jornalbahiaonline

Este artigo foi originalmente publicado na primeira edição do Jornal Bahia Online. “Não é um blog. Será um jornal eletrônico, com edições novas ao amanhecer e atualizações no decorrer de todo o dia”, revela o jornalista Maurício Maron, que vai coordenar o projeto. Ele explica que a idéia surgiu a partir de uma proposta inédita de reunir jovens estudantes de jornalismo com profissionais mais experientes no mercado baiano.

A Consultic está presente no Jornal Bahia Online através do artigo de Carlos Mascarenhas, e aplaude o sucesso que já se anuncia.


Um brinde aos 15 anos da M21

4 Março, 2009

Este não é um post patrocinado, nem a CONSULTIC é cliente da M21. Bem que gostaríamos. Quem sabe, num futuro próximo, isto não poderá acontecer…

É o reconhecimento de um trabalho bem feito ao longo de 15 anos, coroado por uma peça publicitária de grande qualidade, que deve ser divulgada e repartida com todos aqueles que acessam o nosso blog.

Um brinde a toda equipe de uma Empresa que completa agora quinze anos, mas que, por tudo que já fez e pela qualidade de tudo o que faz, podemos considerar como “maior de idade”.

Assistam ao vídeo comemorativo da M21, A vida aos 15 . Vale à pena.

Mascarenhas e Anabel


"Fale mal, mas fale de mim!"

29 Outubro, 2008

Este era (ou é) o lema de 9 entre 10 socialites. Tem gente que quer ser notícia, pura e simplesmente. Será que é essa a filosofia da sua empresa?

Outro ditado popular diz quando a gente gosta, fala pra 10. Quando não gosta, fala pra 100. E todo mundo sabe que os ditados populares surgiram pela comprovação do que é vivido, e não o inverso.

Pois o que está acontecendo, nesta nova era 2.0 é que os protestos contra produtos e serviços que não atendem a expectativa do consumidor/cliente estão ganhando corpo e se fazendo ouvir na web.

Nos blogs ou nas redes sociais é a coisa mais fácil do mundo. Coloque no campo de pesquisa do Orkut “eu odeio” e veja o que aparece, em termos de empresas/marcas/serviços. Chegar no MEU espaço pessoal e detonar um a empresa que não cumpriu com o que prometeu ou um produto que não funcionou ou SAC que não retorna minha reclamação é tão simples quanto chupar um pirulito.

Estando do lado do consumidor/cliente, pode-se pensar: eu posso ter perdido meu tempo/dinheiro/paciência/produto, e não estou com disposição para enfrentar uma pendenga judicial, mas uma coisa vou fazer: contar a todo mundo (literalmente) o que passei. E quem diria que esse consumidor/cliente está errado? Eu mesma já fiz isso mais de uma vez no meu blog. Hoje li no Abacate Batido a chateação da Lile com a Saraiva, No Dicas Blogger, a Juliana desesperada com a Telefônica,  o Henrique esfolando o Credicard City como a pior operadora de cartão de crédito e O Ferba além de reclamar das operadoras (“de tv a cabo, de telefonia, de tudo”) faz todo um estudo sobre reclamação das operadoras de celular.

Esses são apenas os blogs que fizeram posts de reclamações hoje, e estão no meu Reader.  Procurando, se acha uma infinidade.

Proteste na web. É de graça, é divertido e você ainda perde um pouquinho de peso ao desabafar para seu WordPress.”

Henrique Pereira, em seu blog Revolução, etc.

Mas agora olhemos pelo lado da empresa. É óbvio que ninguém quer propaganda negativa, que pesa muito mais do que a positiva. Então, o que fazer?

Fazer o “dever de casa”: monitorar sua marca na web. E este é um dos serviços que a Consultic oferece. A partir do momento em que você toma conhecimento do que está se falando sobre sua empresa, pode agir buscando reverter a situação. Enfiar a cabeça na areia como avestruz não resolve nada.

A Folha Online noticia: Empresa de TV a cabo dos EUA rastreia reclamações em blogs.

“A empresa norte-americana de TV a cabo Comcast está utilizando as reclamações postadas em blogs para resolver os problemas dos descontes e aumentar o índice de satisfação com a empresa. Esse foi o caso de Jordan Goddard, que ficou irritado quando seu serviço parou de funcionar.

Querida Comcast, você é uma droga”, escreveu. Quando um membro da equipe da Comcast ligou alguns dias depois, Goddard tinha certeza de que seria processado. Mas o funcionário ligou para pedir desculpas e oferecer ajuda.

“É a primeira vez que uma empresa me contatou sem que eu tivesse que ir atrás dela primeiro”, afirmou.

Conhecida por ocupar os últimos lugares nas pesquisas de satisfação com os consumidores, a Comcast formou uma equipe de sete funcionários na sua sede, na Filadélfia, que procuram por posts na web, que são públicos, com reclamações e tentam resolvê-las.

Os esforços tentam convencer clientes a ver a empresa mais positivamente, o que é uma tarefa difícil. A companhia está entre as piores em satisfação do cliente no ramo de fornecedores de TV, segundo uma pesquisa divulgada esse mês pela empresa J.D. Power and Associates.

Além de blogs, a equipe checa sites especializados, Twitter, redes sociais, sites de consumidores e mesmo o YouTube –onde clientes insatisfeitos podem postar vídeos xingando os serviços dos provedores.

Os representantes da Comcast conseguem rastrear os clientes casando informações nos posts com a base de dados interna da companhia. Se não conseguem saber quem fez o post, eles respondem diretamente no blog.”

Será que é somente a Comcast que precisa fazer isso? Seja sua empresa micro, P, M ou G, é bom você saber o que se fala dela. E encarar as críticas e reclamações como a chance de melhorar a qualidade do seu produto/serviço/atendimento, fazendo seu cliente se sentir ouvido e valorizado.


Sobre direitos e posturas

17 Outubro, 2008

Não sei quantos leitores chegaram a ver o post publicado hoje cedo, e que tirei do ar alguns minutos depois.

Eu havia copiado trechos de um determinado post, dando TODOS os créditos e fazendo um comentário (concordando e elogiando) sobre o assunto.

Qual não foi a minha surpresa quando a autora do post (que na verdade era uma tradução de um post de um blogueiro americano) me manda um comentário dizendo assim:

“Olá. Agradeço a menção, mas eu não dou licença para que copiem meu conteúdo na íntegra – isso prejudica minha indexação, e é ruim para você também.
Por favor, deixe só um trecho aqui, e as pessoas podem seguir o link para ler o resto do post no meu blog (o que é o justo, já que fui eu quem escrevi o texto, né?); ou apague meu texto. Qualquer das duas opções está bem para mim.”

Mais do que imediatamente respondi via e-mail dizendo que iria alterar o texto, e ainda cheguei a fazê-lo. Fiz porque acredito que as pessoas têm o direito de se posicionar sobre quaisquer assuntos, e eu – definitivamente – não sou de briga. (Pequeno detalhe: o texto não estava copiado na íntegra).

Minutos depois, chega uma resposta ao meu e-mail, dizendo: “a maioria das pessoas que copiam (sic) meus textos me insultam (sic)quando eu faço um pedido como esse e se negam (sic) a resolver a questão. É uma alegria encontrar uma pessoa decente e educada como você.”

Ainda acrescentava que se importava com a indexação nos motores de busca (google e afins), coisa que faz o blog dela estar no topo de sei lá quantas listas. Achei, então que deveria expor a ela – e a vocês, que lêem este blog,  o que penso sobre o assunto.

Em primeiro lugar, não encaro a internet como “terra de ninguém”. Prefiro enxergá-la como um “não-lugar” (concordando com Pierre Levy) onde todos podem buscar/transmitir informações e crescerem com isso. É claro que respeitando TODOS os direitos dos demais, incluindo a propriedade autoral. O site da Creative Commons dá diversas opções de “proteção” de publicações, e eis como me incluo:

Creative Commons License
Quer ler? Eu deixo! by Anabel Cavalcanti está sob licença de Creative Commons .
Em outras palavras:
Você pode reproduzir, desde que cite expressamente a autoria, não altere o texto e não tenha fins comerciais.

Copiar um texto ou parte dele dando o devido crédito com link para o artigo original é essencial. Inclusive oriento os blogueiros a quem dou assessoria e aos que convivem comigo que tomem muito cuidado com isso – respeitar o escrito alheio, nunca deixando de informar a fonte, e, se possível, informar que vai usar o texto, pedindo permissão para isso. Mas esse pedido de permissão (que nunca me foi negado, diga-se de passagem) vejo apenas como uma cortesia, uma delicadeza, não uma obrigação. Pois se publico qualquer coisa na internet, quero mais é que leiam, e se copiarem é porque gostaram, o que me deixa feliz.

Errei – pela primeira vez não pedindo permissão explícita – e para me redimir, retirei completamente o post do ar. Ainda que na verdade, o texto “dela” fosse uma tradução de um outro blog. E me pergunto: Será que o autor a quem ela traduziu deu licença explícita para isso? Não sei. Nem vou procurar saber. Não vou nem por brincadeira linkar o referido blog aqui.

Essas coisas acontecem, chateiam, mas nos permitem aprender a cada dia. E por isso estou repartindo com vocês a minha experiência de hoje. (Por favor, alguém me lembre qualquer dia desses de falar sobre ganhar dinheiro com blogs).

Caso queiram reproduzir qualquer coisa publicada por mim neste blog ou em quaisquer dos meus outros blogs, é só colocar entre aspas, dar o crédito, colocar um link e não alterar. Pode comentar, criticar, pode até elogiar. Só não pode é esquecer que nenhum conhecimento nasce do nada. Todos nós sempre partimos de algum ponto, e quanto mais longe chegarmos, melhor será para todos.


O bom do blog

14 Outubro, 2008

Ou o Bem que o Blog Faz. Poderia ser esse o título do artigo publicado no Jornalirismo.

Fiquei surpresa por haver um relatório (Technorati) que mostrasse cientificamente o que eu SEI por experiência própria.

Foram entrevistados 1,2 mil blogueiros de 66 países, e se comprovou com dados o que já se sabia na prática: “que o ato de blogar faz muito bem ao coração, embora não necessariamente ao bolso.”

“Segundo o estudo do Technorati, que é a principal biblioteca da blogosfera mundial, os blogs serviram para tornar seus autores referência em suas comunidades, sendo reconhecidos e convidados para mesas-redondas, participações em rádios e tevês e autoria de textos na imprensa tradicional. Esse foi um fenômeno verificado com cerca dos 20% dos blogueiros.
Isso quer dizer que o blog foi o veículo das habilidades e capacidade empreendedora de seu autor para o mundo. Uma maneira de se fazer visto.

Satisfação pessoal

Um blogueiro é, além de um ser em agonia e euforia, um sujeito satisfeito de si: é porque a principal métrica de seu sucesso é a satisfação muito pessoal que ele sente. Seu blog é fonte de contentamento, acima de tudo. Setenta e cinco por cento dos entrevistados entraram nessa categoria, a dos felizes.
Depois vêm outras formas de avaliar o trabalho, numéricas, 58% consideram também o número de posts ou de comentários feitos e 53% levam em conta o número de visitantes únicos. Entretanto a auto-estima não cai com a audiência, não.

Mas por que estariam deprimidos, os blogueiros, se 67% deles fizeram novos amigos, gente que jamais tinham visto, por causa exatamente do blog? A atividade de editor de si mesmos, Robertos Marinhos muito particulares e generosos, levou a um envolvimento e a um aprofundamento maior com suas áreas de interesse, com resultado direto: 60% dos entrevistados experimentaram esse estímulo.

Os blogs foram também o empurrãozinho que faltava para seus autores, conectados apenas on-line com seus leitores ou parceiros de caminho, se conectassem diretamente, em pessoa. Foi o que aconteceu com praticamente metade dos ouvidos pela pesquisa. Prova de que os blogs fazem amigos, sim, até de carne e osso.”

Blogar, seja por motivo pessoal ou corporativo, é ainda um ato solitário. De acordo com o Technorati, 78% dos blogueiros produzem sozinhos. Outros 13% contam com ajuda colaborativa gratuita e apenas 9% pagam equipe.

Blogueiros são trabalhadores aplicados: 21% dos ouvidos dedicam de cinco a dez horas semanais ao seu blog; 12% se atiram ao blog de dez a vinte horas por semana; e outros 12% trabalham com fúria por mais de vinte horas per week.

Bem, já deu pra perceber que blogar faz bem. Seja qual for o motivo do start de um blog, ele traz em si a catarse dos sentimentos, quando é um blog pessoal, ou a paixão por determinado assunto, quando é específico. Mas existe também o lado corporativo.

O artigo do Jornalirismo continua:

“Estão falando da sua marca

O Estado da Blogosfera 2008 também mandou um recado muito claro a todas as marcas do mundo, estejam elas preocupadas e presentes ou não na blogosfera e nas redes sociais virtuais: mais de 80% dos blogueiros estão falando de produtos e serviços em seus blogs, expressando suas opiniões (negativas ou positivas) sobre eles. Trinta e sete por cento dos entrevistados revelaram que são comentadores freqüentes de marcas.

Um dos assuntos favoritos para posts é exatamente o testemunho das experiências de seus autores como consumidores e a forma como são atendidos. Este é um tema que vai aparecer nos posts de 82% dos blogs, em 34% deles com freqüência.

Daí a preocupação das marcas, também expressa na pesquisa, e a conseqüente busca de aproximação com esse público. Segundo o Technorati, um terço dos blogueiros já foi sondado por marcas, para que se tornasse advogado delas. A maioria dos blogueiros, de acordo com o estudo, já conta com publicidade em suas páginas, embora com renda média pequena (cerca de US$ 2 mil por ano).”

E aí, está esperando o quê para ter o seu blog? E sua empresa, o que está fazendo, que ainda não começou a usar este canal, cuja relação custo/benefício não deixa margem de dúvidas de que vale a pena?

Se for falta de incentivo… não é mais desculpa. Falta de assessoria também não. A Consultic está aqui para isso mesmo. Faça contato: ilheus.consultic@gmail.com


Paulo Afonso Digital – Palestra na SINFORM

10 Outubro, 2008

Excelente a palestra sobre o Projeto de Cidade Digital de Paulo Afonso, apresentada por Verlânio Jefferson e Mardo David durante a SINFORM, evento paralelo à INFOILHEUS 2008.

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Não sei se por problemas de divulgação, mas a verdade é que tivemos um pequeno público e sentimos falta, principalmente, de representantes da Prefeitura Municipal e da Câmara de Vereadores. O público da palestra foi formado em sua maioria por alunos da UESC.

A seguir, algumas informações transmitidas durante a palestra, que acreditamos seja importante que divulguemos aqui:

1. BENEFÍCIOS GERADOS PELO PROJETO

- Modernização da máquina pública, com economia para o município;

- Democratização no acesso a serviços e informações de governo;

- Democratização e universalização no acesso às comunicações;

- Desenvolvimento dos negócios eletrônicos;

- Aumento na qualidade e velocidade de acesso aos dados;

- Aumento na qualidade e velocidade na prestação de serviços aos cidadãos;

- Desburocratização dos serviços;

- Aumento na segurança dos dados e transações;

- Maior controle do usuário no uso dos serviços;

- Aumento na Transparência na Gestão Pública;

- Estreitamento da relação entre o cidadão e o Governo;

- Promoção do direito à informação de interesse particular;

- Promoção do direito ao próprio tempo;

- Promoção à cidadania.

2. INVESTIMENTO TOTAL FEITO PELA PREFEITURA DE PAULO AFONSO

R$ 3.900.000,00 (recursos próprios) em 4(quatro) anos, o que representou uma média mensal de R$ 81.250,00, sendo que do investimento total, R$ 550.000,00 foram gastos em Infraestrutura de Comunicação, com um custo de R$ 5,54 por habitante.

3. SERVIÇOS OFERECIDOS

- SERVIÇOS PARA O CIDADÃO

. Boletim Escolar

. Concurso Público

. Taxas de Requerimento

. Trâmites de Processos

. CREDIBAHIA

- SERVIÇOS PARA EMPRESAS

. Licitações

. TFF

. Consulta de Pagamento

. ISS Homologado

. ISS Substituição Tributária

. Trâmite de Processos

. Certidão Negativa de Débitos

. Simples Nacional

- PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS

. TFF

. ISS Autônomo

. Trâmite de Processos

. Certidão Negativa de Débitos

- IMÓVEIS

. IPTU

. Trâmite de Processos

. Certidão Negativa de Débitos

- SERVIDORES MUNICIPAIS

. Consulta Contra-cheque

. Ficha Financeira

. Informe de Rendimentos

. Trâmite de Processos

- CONTAS PÚBLICAS

- LEIS E CÓDIGOS

Após a palestra, tivemos a oportunidade de conversar longamente com Verlânio e Mardo, que falaram da possibilidade concreta de que seja celebrado um acordo de cooperação técnica entre a Prefeitura de Paulo Afonso e a Prefeitura de Ilhéus. Com este acordo poderemos obter informações completas sobre o Projeto, e até alguns softwares por eles desenvolvidos, possibilitando que venhamos a queimar etapas e ter grande economia na implementação de um Projeto de Cidade Digital para Ilhéus.

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Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


Carta a Newton Lima (Prefeito (re)eleito de Ilhéus – BA)

8 Outubro, 2008

A Diretora da Sucursal da Revista Época no Rio de Janeiro, Ruth Aquino, em sua coluna “Nossa Antena” da edição 542 de 06.10.2008, assim define o seu candidato a prefeito do Rio:

“Meu candidato é ético, inteligente, bem informado, coerente, preparado, honesto, sério, cordato, corajoso, positivo e jamais faz promessas mirabolantes. Não é arrogante nem demagogo, o que o livra de qualquer tentação de autoritarismo. Está muitos níveis acima do mar de lama que vem sendo associado à política corriqueira e miúda no Brasil. Valoriza o trabalho de equipe, o que é indispensável a um bom administrador. Não é dado a sorrisos falsos nem a efeitos especiais. Se existe algo que o tira da serenidade, é a cara feia da corrupção.”

Pois é Newton, ao dar-lhe os parabéns pela sua maiúscula vitória, digo-lhe que, como cidadão ilheense, gostaria que você, agora como nosso Prefeito eleito, se mirasse neste modelo de Prefeito desenhado pela Ruth e assim fosse durante os próximos 4(quatro) anos em que vai governar a nossa cidade.

Por outro lado, gostaria que você estudasse a possibilidade de incluir no seu Plano de Governo, 3(três) projetos que acredito sejam de fundamental importância para o desenvolvimento equilibrado do nosso município:

1. Transformar Ilhéus numa Cidade Digital, tomando como exemplo o que vem sendo feito em algumas cidades brasileiras, como Paulo Afonso na Bahia e outras, e dentro das seguintes diretrizes seguidas por estas cidades:

- Modernização da administração pública, com a integração, via computador, de todas as entidades diretas e indiretas; integração das estruturas tributária, financeira e administrativa; aumento da arrecadação tributária; melhoria da fiscalização; acesso mais imediato às informações e serviços; comunicação via VoIP (voz sobre o Protocolo de Internet).

- Instalação de telecentros a custos reduzidos; disseminação de terminais para consultas e reclamações por parte dos cidadãos; acesso à Internet para os cidadãos, com produção de conhecimento;

- Integração das escolas a outras instituições de pesquisa e ensino; laboratórios de informática; acesso a acervos de livros e documentos históricos; capacitação dos professores.

- Gestão integrada dos centros de assistência à saúde; interligação com serviços de emergência como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil; uso de novas tecnologias, tais como videoconferência e telemedicina.

- Interligação via computadores de órgãos como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros; instalação de câmeras de vigilância via Internet em pontos mais vulneráveis da cidade.

- Acesso à Internet sem fio para pequenos empresários; comunicação mais barata com entidades de classe ou empresários de outra cidade/região através da Internet ou da telefonia VoIP; incentivo ao turismo.

Inclusive poder-se-ia estudar a viabilidade do Projeto Ilhéus Digital contar com recursos para Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas do Pólo de Informática e Eletroeletrônica.

2. Liderar as providências para a implantação de uma Central de Tratamento de Resíduos Sólidos no nosso Distrito Industrial, em convênio com o Estado ou com o Governo Federal. Impedindo desta forma, que os resíduos gerados pelas Unidades Industriais instaladas no nosso Distrito, especialmente aquelas da área de Eletroeletrônica e Informática, possam vir a causar danos à nossa rica biodiversidade, principalmente ao Parque Municipal da Esperança;

3. Fazer um plano de manejo do Parque Municipal da Esperança, preservando-o e transformando-o numa área de lazer, resgatando projeto idealizado pela Ceplac e Fundação Pau Brasil, que prevê uma infra-estrutura necessária à exploração turística, com a instalação de equipamentos tais como: guarita para controle de acesso e segurança, mirante, unidades administrativas para educação ambiental e trabalho técnico-científico, banheiros, lanchonete e loja de souvenir, além de sistemas próprios para geração de energia e tratamento de resíduos.

Com esta iniciativa além de dotarmos a nossa cidade de mais uma opção de lazer para os ilheenses e para todos aqueles que nos visitam, estaremos preservando um Parque, que fica a poucos quilômetros do centro da cidade, onde podem ser encontrados rios e cachoeiras e onde coexistem ecossistemas diferentes como: floresta, mangue e vegetação de brejo.

No Parque da Esperança, de acordo com estudos da Fundação Pau Brasil, a flora impressiona pela variedade e exuberância, com árvores centenárias e muitas flores tropicais. Há ainda uma grande quantidade de espécies animais, principalmente aves e diversos tipos de roedores, como coelhos e saruês. Um tipo raro de pássaro, que recebeu o nome científico de Acrobartonis Fonsecae, jamais visto em outro lugar, foi catalogado no parque.

Pois é Newton, como filho desta terra, e é bom que aqui eu diga, filiado ao PT – Partido dos Trabalhadores, esta é a minha contribuição para que você faça um excelente governo e consiga melhorar a qualidade de vida de todos os ilheenses, trazendo progresso para a nossa terra, porém preservando o nosso meio ambiente.

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


Você já conhece o Google Chrome?

4 Outubro, 2008

image

Eu já. O Chrome é o novo navegador do momento. Lançado pela Google, no dia 2 de setembro, veio de surpresa, não foi nada anunciado.

Houve um tempo em que só existia o Internet Explorer (IE), browser (navegador) da Microsoft, que vem incorporado ao Windows desde o Windows 95 e já está em sua versão 7, lançada em outubro de 2006. (Com o lançamento da versão 7 do navegador, o nome oficial foi então alterado de “Microsoft Internet Explorer” para “Windows Internet Explorer”, por causa da integração com a linha Windows Live. No Windows Vista ele chama-se oficialmente “Windows Internet Explorer in Windows Vista” e no Windows XP ele é chamado oficialmente de “Windows Internet Explorer for Windows XP”).

O primeiro concorrente do IE foi o Netscape, que ameaçou, mas nunca derrubou a hegemonia do produto da Microsoft. Depois Surgiram outros, como o Mozila Firefox e o Safari (Este eu ainda não experimentei) da Apple, que conseguiram (estão conseguindo) a façanha de deixar o IE fechadinho em muitos computadores.

Enfim, nessa guerra de navegadores, o Firefox lançou sua versão 3.0 com grande estardalhaço, inclusive fazendo uma oferta de “pré-download” para o dia 17 de junho de 2008, planejando entrar para o Guiness Book com o recorde de downloads num único dia. E conseguiu.firefox download day

Até eu entrei na dança, tenho certificado pra provar:

firefox certificado

Mas deixa o Firefox pra lá, que o assunto hoje é o Google Chrome. Que eu baixei logo no dia do lançamento, via Baixaki… Baixei mas levei uns dias até lembrar de instalar e testar. Querem saber? O Internet Explorer, para mim,  está definitivamente morto e enterrado.

A grande questão agora é o desapego ao Firefox, que em sua versão 3.0 veio mesmo arrasando. Enfim, estou usando os dois, e gostando cada vez mais do Chrome.

tela chrome

Ele já começa fazendo a gentileza de abrir miniatura das páginas mais utilizadas, com os favoritos recentes ao lado.  Mas vejam a análise que o Alex Primo fez do Google Chrome e do Mozila Firefox, que não vale a pena ficar que nem papagaio repetindo o que outro já disse (e disse bem).  [Aliás, o Dossiê Alex Primo é a indicação de adicionar ao reader da semana.]

A Google vai mesmo dominar o mundo… O meu, pelo menos, já é quase todinho dela. [Dei uma escapulida recentemente para o WordPress, mas ainda continuo com um pé no blogspot, talvez por uma questão meramente sentimental, mas por enquanto, vou ficando.]

Gmail (e o globo mail da globo.com já tá exatamente igual, até no servidor POP…), Orkut, Blogspot, GReader, Picasa, GMaps, GEarth e por último o Youtube… o que falta pra a Google comprar? [Eu tenho uma roça no Santo Antônio, será que ela tem interesse?]

Brincadeiras à parte, testar o Chrome não é prejuízo, a opinião geral é positiva. (E também a minha, em particular).


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