CEPEDI representa a região em Missão Internacional de Parques Tecnológicos

1 Junho, 2009

De 30 de maio a 6 de junho deste ano, o CEPEDI –Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletro-eletrônica de Ilhéus -  participa da Missão Internacional de Parques Tecnológicos, nos Estados Unidos, a convite da AnproTec, organizadora da missão.  O programa é voltado aos dirigentes de parques tecnológicos em operação, implantação ou projeto e incubadoras de empresas.

Parques Tecnológicos são um ambiente de inovação de empresas que trocam conhecimento entre si. Além dos serviços da incubadora de empresas, os parques têm como objetivo interligar desenvolvimento urbano, instituições de ensino e de pesquisa para promover o desenvolvimento tecnológico.

No evento, além de visitas técnicas a Parques Tecnológicos da região, o CEPEDI participará de um programa específico que destaca e discute as relações entre os Estados Unidos e Brasil, verificando a possibilidade de formação de parcerias nas áreas de pesquisa e inovação tecnológica, comercialização e transferência de tecnologias e investimentos em empresas inovadoras.

A agenda envolve as cidades de Raleigh, Carolina do Norte e São Francisco, Califórnia. Em Raleigh acontece a Conferência Internacional de Parques Tecnológicos, um encontro entre dirigentes de unidades de pesquisa e inovação e uma visita a  Universidade de Standford e seus laboratórios. Em São Francisco as visitas serão a empresas do Vale do Silício.

(Texto: Divulgação CEPEDI)

A Consultic parabeniza o CEPEDI, na pessoa de seu Diretor imageExecutivo, Jauberth Weyll Abijaude (foto), e torce pelo seu sucesso, que de toda forma, é da nossa região também.


ZPE DE ILHÉUS – INFORMAÇÕES E QUESTIONAMENTOS

12 Maio, 2009

AS INFORMAÇÕES

  1. A ZPE de Ilhéus foi criada pelo Decreto número 97.703, de 28.04.1989, publicado no Diário Oficial da União de 02.05.1989, páginas 6.666/67.
  2. Na época a Prefeitura Municipal de Ilhéus criou uma Empresa Pública, a CIMAZE, para administrar a nossa ZPE;
  3. Para entrar em funcionamento, a nossa ZPE, assim como mais 16 (dezesseis) ZPEs criadas naquela época ficaram dependendo do alfandegamento das áreas onde seriam instaladas, sendo que no caso de Ilhéus, como consta do Decreto que a criou, a ZPE ficaria localizada a 19 km da cidade de Ilhéus, na Estrada Ilhéus-Uruçuca;
  4. O alfandegamento pela Receita Federal, uma espécie de habite-se para permitir o início do funcionamento das ZPEs, não veio por pressões diversas, e as ZPE”s não foram implantadas;
  5. Vinte longos anos se passaram, e agora o Presidente Lula, através do  Decreto número 6.814, de 06 de abril de 2009, regulamentou a Lei 11.508, de 20 de julho de 2007, que dispõe sobre o regime tributário cambial e administrativo das Zonas de Processamento de Exportação – ZPE;
  6. A ZPE de Ilhéus, assim denominada no Decreto 97.703, agora é realidade.
  7. No dia 06 de maio de 2009, no Restaurante Fogo de Chão, no Bairro do Rio Vermelho, em Salvador-Ba., o PROMOBAHIA realizou um Happy Business, com apresentações seguidas de debates, sobre o tema: Zonas de Processamento de Exportação – ZPE – Oportunidades de Negócios e Investimentos para a Bahia;
  8. Deste evento, do qual eu participei, que contou com um público de aproximadamente 50 (cinqüenta) políticos, empresários e técnicos, participaram também as seguintes pessoas de Ilhéus, que eu conhecia: Alfredo Landim, Secretário de Indústria e Comércio do Município, o Ex-Prefeito Jabes Ribeiro, o Ex-Secretário Municipal Isaac Albagli, e o Sr. Carlos Massarolo;
  9. O Evento foi aberto pelo Presidente do PROMO, Sr. Ricardo Saback, tendo este Senhor afirmado que “as vantagens de logística, competitividade industrial e inovação tecnológica vão contribuir para um novo modelo de desenvolvimento industrial sustentável, gerando mais valor agregado aos produtos para exportação e, consequentemente, mais emprego e renda para o Estado.” O Sr. Ricardo completou a sua fala dizendo que a ZPE também vai contribuir para a diversificação da base industrial do Estado, citando, por exemplo, o potencial de processamento em setores como o de eletroeletrônica, minério, fruticultura, pesca e alimentos em geral;  
  10. Participaram do evento, como palestrantes, o Sr. Helson Braga, Presidente da Associação Brasileira de Zonas de Processamento de Exportação (ABRAZPE),, cuja apresentação teve o seguinte roteiro: I. Introdução; II. Experiência Internacional; III. O Novo Modelo de ZPE: Principais Características; IV. Situação Atual das ZPEs no Brasil; V. Operação de ZPEs e Implantação de Indústrias, e; Criação e Implantação de uma ZPE: Ações Requeridas; e o Sr. Edmundo Ramos, Coordenador da ZPE Bahia S/A.; cuja apresentação teve o seguinte título: ZPE – Poderoso Instrumento de Inserção Regional na Economia Global OBS.: O material utilizado nas palestras proferidas pode ser encontrado no seguinte endereço: http://www.promobahia.com.br/happy/ABRAZPE.pdf .
  11. Durante o evento e também em uma extensa reportagem publicada no Jornal A Tarde de 05.04.2009, falou-se da existência de uma Empresa intitulada ZPE Bahia S/A, presidida pelo Sr. Otávio Pimentel e tendo como Coordenador o Sr. Edmundo Ramos, Empresa esta que venceu uma licitação realizada dez anos atrás, que escolheu quem seria a concessionária da ZPE Ilhéus.

        OS QUESTIONAMENTOS

  1. Qual a composição acionária da ZPE da Bahia S/A, quando esta Empresa foi constituída e quais são os seus dirigentes?
  2. Qual tem sido a participação da Prefeitura Municipal de Ilhéus, Câmara de Vereadores de Ilhéus, Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, SUDIC Ilhéus, AMURC, e outras entidades regionais na implementação das ações necessárias para a implantação da nossa ZPE?
  3. Que tipo de Empresas poderão ser instaladas na ZPE de Ilhéus?
  4. Quais os impactos benéficos ou adversos que a instalação da ZPE trará para o nosso Pólo de Informática e Eletroeletrônica e para o Projeto Porto Sul? 
  5. Como está a posse e a ocupação do terreno anteriormente reservado para a instalação da ZPE?
  6. Não seria mais interessante que pensássemos em instalar a ZPE em área próxima ao Projeto Porto Sul? 
  7. Para que toda a Região tome conhecimento deste mecanismo, não seria interessante a Prefeitura, a UESC e outras instituições regionais, organizarem um Evento no qual possamos debater a legislação sobre ZPE, estabelecer estratégias para a sua implantação e discutir os seus aspectos políticos, jurídicos, negociais e ambientais? 

    Com estas informações e questionamentos pretendemos fomentar discussões, com o objetivo de não só conhecermos profundamente o projeto da nossa ZPE, como procurarmos fazer com que as lideranças políticas e empresarias da nossa região tenham uma participação direta na formatação deste empreendimento, que com absoluta certeza irá gerar empregos e renda, e, se os cuidados devidos forem tomados, provocará baixos impactos ambientais no nosso eco-sistema.


O Pólo de Informática e o desenvolvimento sustentável

1 Abril, 2009

Até o ano de 1994 a economia do Município de Ilhéus esteve alicerçada na cacauicultura e no turismo, atividades que desempenharam e continuam a desempenhar papéis de fundamental importância para a conservação da porção de mata atlântica remanescente no município e para a preservação do equilíbrio ambiental em todo o seu território.

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Foto - José Nazal

A decadência da lavoura cacaueira do Sul da Bahia, principalmente pela incidência da doença fúngica vulgarmente denominada vassoura-de-bruxa, ocasionou reflexos negativos no Parque Moageiro de Cacau, principal e quase exclusiva atividade industrial do Município de Ilhéus até 1994. Este quadro adverso fez com que a economia local experimentasse grave crise e forçou os poderes públicos das esferas Federal, Estadual e Municipal a buscarem a definição de uma nova matriz econômica para a Cidade.

Para minorar tal quadro de dificuldades, o Governo Estadual além de ter implementado medidas de incentivo ao turismo, notadamente nas áreas de treinamento de mão-de-obra, atração de eventos (Congressos, Exposições e Feiras), financiamentos para a implantação de novos hotéis e pousadas, e venda do destino Ilhéus em grandes centros do Brasil e do exterior, estabeleceu, através do Decreto 4.316/95, de 19 de junho de 1995, alterado pelo Decreto 6.741/97, de 11 de setembro de 1997, pelo Decreto 7.341/98 de 26 de maio de 1998, e outras leis e portarias, o arcabouço legal de Incentivo às Indústrias de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações, restringindo-o, entretanto, aos estabelecimentos industriais que viessem a se instalar no município de Ilhéus. Com estas medidas criou o Pólo de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações de Ilhéus, concedendo às empresas que aqui viessem se instalar, uma serie de vantagens locacionais, financeiras e fiscais.

A cidade, cuja economia baseava-se apenas em atividades consideradas conservacionistas como o turismo e a cacauicultura, passou a ter na sua matriz econômica indústrias dos setores de informática, eletroeletrônica e telecomunicações. Indústrias estas consideradas como de médio potencial de poluição ambiental, de acordo com os anexos II e III da Lei 3.858/80 do Estado da Bahia, que instituiu o Sistema Estadual de Administração dos Recursos Ambientais; sem que, no entanto, fossem estudadas e colocadas em prática medidas que procurassem minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente gerados pelas novas indústrias que aqui viriam se instalar.
Depois de mais de 13 (treze) anos de implantado, contando hoje com mais de 60(sessenta) empresas em operação que respondem por 20% da produção nacional de microcomputadores e eletroeletrônicos, e que geram em torno de 1.500 empregos diretos e 6.000 empregos indiretos, conforme dados do SINEC – Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, Computadores, Informática e Similares dos Municípios de Ilhéus e Itabuna, Estado da Bahia, o Pólo está consolidado. Porém, até o momento não foi feito nenhum estudo científico que dimensione os seus problemas ambientais e estabeleça medidas para o monitoramento ambiental das suas atividades industriais, assim como para a prevenção e mitigação dos seus eventuais impactos ambientais.
Claro está que o Pólo traz desenvolvimento econômico, e que este, apesar de gerar riqueza traz, sempre que medidas preventivas não são tomadas, degradação ambiental e poluição, principalmente se considerarmos a sua localização, num ambiente em que temos a Reserva da Esperança, o Rio Almada e o Oceano Atlântico, como pode ser visto na foto apresentada acima.

Por estas razões torna-se imperativo buscar o Desenvolvimento Sustentável, que preconiza a procura do desenvolvimento econômico em harmonia com as limitações ecológicas do Planeta Terra, ou seja, sem que se faça uma destruição do meio-ambiente, de modo que as gerações futuras tenham a possibilidade de viver bem, de acordo com as suas necessidades.

Se de um lado, o Município de Ilhéus necessita promover o seu desenvolvimento, com a conseqüente geração de emprego e renda, do outro, necessita também resguardar os seus recursos naturais. O grande desafio é, pois, o de conciliar as atividades econômicas com a proteção ambiental.

Para resolver esse impasse é necessário que tenhamos em mente o conceito de sustentabilidade, que foi criado no começo da década de 80 por Lester Brown. Este pesquisador definiu sociedade sustentável como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades de hoje, sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras; e também o conceito de Desenvolvimento Sustentável, definido no Relatório Nosso Futuro Comum (1987), Comissão Mundial para Meio Ambiente e Desenvolvimento, como: “a satisfação das necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem suas próprias necessidades”.

Para garantirmos o Desenvolvimento Sustentável do Pólo, acreditamos que os nossos governantes poderiam estudar a viabilidade e a oportunidade de tomarem duas medidas complementares e de grande alcance sócio-econômico. São elas: a) Discutir a possibilidade da constituição de uma Empresa para tratamento dos resíduos sólidos gerados pelo Pólo de Informática; b) Propor lei municipal que estabeleça prazos para que as Empresas instaladas ou que venham a se instalar no Pólo certifiquem os seus Sistemas de Gestão Ambiental de acordo com os requisitos da Norma ISO 14001:2004 – Sistemas da Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para uso.

Com a adoção das medidas aqui preconizadas, que buscam a sustentabilidade ambiental do Pólo, estaremos também construindo novos caminhos para expansão do desenvolvimento sócio-econômico da cidade. Isto acontecerá porque as ações que irão promover o tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados pelas atividades produtivas do Pólo Industrial, além de mitigarem o problema ambiental, irão também contribuir para a geração de emprego e renda no nosso município.

Para concluir, convém destacarmos que assim como os problemas ambientais do nosso Pólo trazem preocupações, os aspectos e impactos ambientais do Projeto Porto Sul, empreendimento que tem gerado acirradas discussões na nossa região, e que será objeto de futuro artigo, trazem preocupações ainda maiores. Acreditamos, porém, que em ambos os casos, se tomarmos os cuidados necessários e estabelecermos alguns condicionantes ambientais, Ilhéus poderá experimentar nos próximos anos, grandes índices de crescimento econômico com preservação das suas riquezas ambientais.

O autor é Economista, Pós-graduado em Gestão Empresarial
carlos.consultic@gmail.com

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Este artigo foi originalmente publicado na primeira edição do Jornal Bahia Online. “Não é um blog. Será um jornal eletrônico, com edições novas ao amanhecer e atualizações no decorrer de todo o dia”, revela o jornalista Maurício Maron, que vai coordenar o projeto. Ele explica que a idéia surgiu a partir de uma proposta inédita de reunir jovens estudantes de jornalismo com profissionais mais experientes no mercado baiano.

A Consultic está presente no Jornal Bahia Online através do artigo de Carlos Mascarenhas, e aplaude o sucesso que já se anuncia.


SETE OPORTUNIDADES PARA A ÁREA DE TI, COM SALÁRIOS A PARTIR DE R$ 5,5 mil – Com UPDATE

29 Março, 2009

UPDATE:

A Consultic entrou em contato com a editoria de Empregos e Negócios do jornal A TARDE para informar que as mensagens enviadas para o  e-mail indicado na matéria (nelsonleal@perfilonline.com) estavam retornando com erro. Recebemos a seguinte resposta:

O servidor do referido e-mail está com problemas, no entanto, o recrutador afirmou que os candidatos devem continuar tentando enviar seus currículos para este endereço eletrônico, pois o prestador de serviços garantiu que a situação estaria normalizada a partir de hoje. [01/04/2009]

Atenciosamente,

Carine Aprile

Estamos fazendo nossa parte para que as coisas aconteçam!

Anúncio veiculado no Jornal A TARDE de hoje, 29.03.2009:

Empresa está em busca de sete profissionais da área de TI, com experiência comprovada em desenvolvimento de software, para trabalhar em Ilhéus.

Os salários são a partir de R$ 5,5 mil. São duas vagas para analista de sistemas, uma para analista de arquitetura, duas para analista de requisitos e outras duas para administrador de dados.

Os candidatos devem apresentar graduação ou pós-graduação na área de TI e é desejável ter inglês fluente.

As competências genéricas são: capacidade de especificar e analisar requisitos, elaborar projeto de software, executar projeto gráfico de interfaces, produzir, testar e avaliar software executável e promover a garantia da qualidade do produto.

Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail nelsonleal@perfilonline.com .

Será que é o início de um Pólo de Software na nossa Cidade? Se for, é uma excelente notícia…


BITWAY e CEPEDI investem em modding

2 Fevereiro, 2009

Nossa região esteve presente na Campus Party Brasil 2009, na área de modding através de Maciel Barreto, de Itajuípe, que expôs o seu robô Morphius, um dos grandes sucessos do evento, que atraiu atenção dos participantes e da mídia de uma forma geral.

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O modding - modificação, em português – é um movimento em tudo semelhante ao tuning, mas aplicado em computadores e não em carros. Tal como no tuning, o espírito do modding é criar algo único, pessoal e de preferência mais eficiente que o original. O modding pode ser algo apenas estético como ventoinhas de cores, neons, caixas totalmente modificadas, ou algo para melhorar a eficácia, como arrumação de cabos ou aberturas maiores ou extras para novas ventoinhas em locais estratégicos.

Jauberth Weyll Abijaude, Diretor Executivo do CEPEDI – Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletro-eletrônica de Ilhéus diz que o objetivo principal do CEPEDI e da BITWAY em se trabalhar com modding é iniciar as pesquisas na área de modelagem, pois alguns dos investidores já sinalizaram a intenção de apresentar um novo design para os seus produtos.

Maciel Barreto já havia participado da edição 2008 da Campus Party, onde ganhou os prêmios de MELHOR CASE e CASE MAIS CRIATIVO, o que o levou a ser convidado para Participar da Campus Party Íbero-América no final do ano passado.

Para o projeto de 2009, Barreto contou com a participação da BITWAY COMPUTADORES e do CEPEDI de duas maneiras: financeira e tecnicamente. Financeiramente, adquirindo os materiais necessários para a fabricação do Morphius, uma vez que Maciel partiu do zero, e também todo o hardware do computador. Tecnicamente, Maciel teve à sua disposição as instalações do BitLab, Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento que a BITWAY instalou no CEPEDI e onde são realizados desenvolvimentos, testes e simulações, necessários à realização dos Projetos de Pesquisa da Empresa, objetivando a melhoria dos seus processos e produtos.

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A BITWAY investiu em torno de R$ 20.000,00 durante os 6 meses de duração do projeto e como fruto deste trabalho espera, no futuro, lançar no mercado, Unidades Digitais de Processamento com novos designs e utilizando materiais diferenciados. Já o CEPEDI, com a visibilidade que o projeto já vem conseguindo, espera captar novos investidores interessados em desenvolver projetos desta natureza, podendo desta forma aprofundar as suas pesquisas em modelagens para a área de Tecnologia da Informação, envolvendo novos conceitos e equipamentos com designs e materiais diferenciados.

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SERÁ QUE O GOVERNO DO ESTADO VAI DEIXAR O PÓLO DE INFORMÁTICA DE ILHÉUS PERDER A COMPETITIVIDADE?

23 Dezembro, 2008

Os problemas que afligem o Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus são muitos e se arrastam desde a sua criação nos idos de 1995. Entre eles, convém que destaquemos a falta de infra-estrutura, as dificuldades logísticas, a falta de crédito e a pequena oferta de mão-de-obra técnica. Todos estes problemas passam pela necessidade de recursos públicos e demandam um tempo de maturação. No entanto, o MAIOR problema do Pólo, que é o anacronismo da nossa legislação, principalmente quando a comparamos com a legislação dos demais estados da Federação, depende única e exclusivamente de uma ação firme, decidida e conseqüente do nosso Governo Estadual.

Este não é um fato novo, e os nossos Secretários de Planejamento, Indústria e Comércio, Fazenda, Ciência e Tecnologia e todos os principais gestores destas Secretarias, são sabedores de que, ou atualizamos a nossa legislação, com urgência, ou assistiremos a derrocada do Pólo de Ilhéus, com a conseqüente inviabilização das Empresas que nele estão instaladas. E assim, mais uma vez, aquilo que era a esperança de desenvolvimento, geração de emprego e renda e dias melhores, passará a ser o símbolo da nossa incapacidade de nos anteciparmos aos problemas, resolvendo-os com presteza, inteligência e coragem.

Procurando fornecer uma visão estruturado da angustiante situação vivida pelo nosso cluster tecnológico, discutimos a seguir os dois principais problemas causados pelo anacronismo da nossa legislação e fazemos algumas reflexões e questionamentos que acreditamos mereçam ser aprofundados:

Problema número 01:
Os estados produtores de bens de informática (com exceção do Amazonas, por razões óbvias) editaram, alguns desde 2001, medidas danosas às empresas instaladas no Pólo de Ilhéus, especificamente não aceitando (glosando) o crédito do ICMS destacado nas Notas Fiscais de Vendas para aqueles Estados. Isto significa dizer que, os micros e notebooks que, ainda, e não sabemos até quando, são produzidos em Ilhéus, não têm a menor condição de competitividade para serem vendidos para os Estados do Sul/Sudeste. Na prática, só para exemplificar, os equipamentos produzidos em Ilhéus, para se manterem competitivos, teriam que ser pelo menos 18% mais baratos do que os produzidos no Paraná, mesmo sem consideráramos os custos do frete.  Porém, diferentemente do que fazem os outros Estados, a nossa benevolente Bahia aceita os créditos de todos os Estados produtores de bens de informática. Para justificar tal leniência, os nossos gestores públicos afirmam não desejar entrar numa “Guerra Fiscal”, inclusive por receio de que os Estados com maior poder econômico possam criar barreiras para outros produtos que aqui produzimos e isso poderia provocar perda de arrecadação.

Problema número 02: Insiste-se em manter a redução da base de cálculo para micros e notebooks, mesmo sabendo-se do grande mal que isso está causando às indústrias de informática da Bahia. E, vale ressaltar, isto continua sendo feito enquanto os demais Estados naturalmente e inteligentemente, já baniram esta prática, ou nunca reduziram sua base de cálculo. Isso na verdade quer dizer que os micros e notebooks produzidos no Paraná e vendidos para os Magazines da própria Bahia, por exemplo, ficam em torno de 11% mais baratos do que os mesmos equipamentos produzidos em Ilhéus.  Bem, para manutenção desta prática, não conseguimos imaginar qual possa ser a justificativa do nosso Governo, pois, o abandono da redução da base de cálculo, além de proteger as empresas da Bahia, traria também substancial aumento de arrecadação de ICMS.

Reflexões e Questionamentos:

1. Onde está o Sindicato dos Trabalhadores que não compra esta briga? Isto não significa defender “patrão”, muito pelo contrário, significa manter e criar mais empregos e melhores salários.
2. Onde está o Sindicato das Empresas? Vai assistir de camarote o fim do nosso Pólo?
3. Onde estão os próprios empresários? Falta coragem, determinação ou já estão preparando as malas para buscarem outras plagas?
4. Vamos, todos, patrões, empregados, políticos e a sociedade continuar assistindo à sistemática derrocada do Pólo de Ilhéus, sem nada fazer?
5. Onde estão as promessas de vindas de grandes empresas para se instalarem em Ilhéus? Não eram verdadeiras ou as empresas abandonaram seus planos?
6. Vamos continuar assistindo, sem nada fazer, Empresas dando adeus a Ilhéus e optando por instalaram-se em Estados onde podem ser mais competitivas?
7. Continuaremos tendo o dissabor de saber que diversas empresas, com intenção de se instalarem em Ilhéus, após analisarem nossa Legislação, em confronto com a dos outros Estados, desistiram e procuraram outros portos mais seguros?

E para finalizar fica aqui um questionamento que muito preocupa os empresários, os empregados, os políticos, os administradores públicos e toda a comunidade ilheense: ATÉ QUANTO O PÓLO DE INFORMATICA DE ILHÉUS RESISTIRÁ?

Carlos Mascarenhas

Ilheense, Economista, Analista de Sistemas e filiado ao Partido dos Trabalhadores


Ainda sobre as Cidades Digitais

3 Novembro, 2008

Apesar da crise, de acordo com consenso entre os especialistas que participaram da FUTURECOM 2008, realizada de 27 a 30 de outubro, em São Paulo, os investimentos em Cidades Digitais não deverão diminuir. Vejam a seguir artigo publicado no Guia das Cidades Digitais www.guiadascidadesdigitais.com.br .

Na nossa cidade, pela existência de um Pólo de Informática e Eletroeletrônica e pela disponibilidade de grande volume de recursos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento, temos condições excepcionais para implantarmos aqui, a curto/médio prazo, um Projeto de Cidade Digital. Projeto este que poderá ter um grande efeito multiplicador, aumentando a renda local, gerando emprego e promovendo inclusão social e digital.

Vamos esperar que o nosso Prefeito incentive a Área de Planejamento da Prefeitura de Ilhéus, a colocar entre as suas prioridades a transformação da nossa cidade em uma Cidade Digital.

Crise não deverá frear investimentos em projetos de Cidades Digitais

Por Maria Eduarda Mattar

A expansão da banda larga é inevitável, e a transmissão de dados é um caminho sem volta também para os órgãos públicos. A crise que vem trepidando bolsas e agitando governos pode até reduzir um pouco o ritmo de investimentos. Mas está longe de frear completamente os processos de instalação e implementação de redes de transmissão de dados, de banda larga para suportar serviços públicos e, em última instância, de Cidades Digitais.

Essa é a noção geral de especialistas ligados ao tema que na última semana estiveram presentes no Futurecom 2008, evento de telecomunicações e TI realizado em São Paulo (SP) de 27 a 30 de outubro. “A transmissão de dados é uma necessidade, atualmente, como foi telefonia fixa em outros tempos. A expansão na transmissão de dados vai acontecer — na crise violenta, média ou branda”, acredita Emília Maria Ribeiro, conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “O país que investe em tecnologia e avança nesse sentido, avança como um todo”, completa.

César Taurion, da IBM, concorda e lembra que, especificamente no setor público, as novas tecnologias já são condição básica para inúmeros serviços. Segundo ele, as atividades de governo eletrônico conseguem reduzir os custos e o tempo das transações do cidadão com o setor público, mudando a sua relação com o governo. “O uso das tecnologias da informação e de banda larga é tão significativo hoje para a nossa sociedade quanto saneamento básico. Então, é inexorável que continue nessa direção. Apenas a dúvida, em relação à crise, é qual vai ser a redução, ou não, do ritmo de investimento”, diz.


“Banda larga é obsessão para o governo federal”

Se depender, entretanto, da vontade de representantes do governo federal, o ritmo não vai diminuir. Marcelo Bechara, consultor jurídico do Ministério das Comunicações (Minicom) — que tem em seu cronograma para o ano que vem a realização de uma licitação para o estabelecimento de 160 Cidades Digitais — lembra que essa não é a primeira, nem será a última crise econômica por que passam os países. E argumenta que, como aconteceu na década de 70 no Brasil, quando, durante uma crise econômica, as tecnologias teriam sido responsáveis por ganhos efetivos de produtividade, a turbulência atual pode ser um momento de ajuste.

Esse ajuste poderia incluir busca e criação de alternativas e até parcerias entre governo e a iniciativa privada, tal qual aconteceu no início de 2008, quando conversações entre Anatel, Minicom e concessionárias de telecomunicações resultaram na troca da meta de instalação de Postos de Serviços Telefônicos (PSTs) pela de implementação de backhaul de banda larga até a porta de todos os municípios.

Bechara ressalta que, independentemente de crise, o governo federal vem adotando a banda larga como prioridade. “Ele entende que a banda larga não é política de governo, e sim de Estado”, define. Segundo o consultor jurídico, o Minicom incorporou o papel de “viabializar, através de políticas públicas, que a banda larga seja uma realidade”, não só porque sustenta os processos de comunicação e de acesso à informação, mas também porque “é impensável a prestação de diversos serviços sem ter uma plataforma sustentando isso na comunicação de alta velocidade”, nas palavras de Bechara. “A banda larga é, sim, uma obsessão”, resume.

Para o consultor Newton Scartezini, a redução na arrecadação de impostos como resultado final de uma reação em cadeia — menos atividades econômica, menos consumo, menos emprego e, finalmente, menos arrecadação — pode ter alguma repercussão nos investimentos de prefeituras.

Segundo ele, não dá para saber ainda o quanto vai diminuir o ritmo de investimentos em projetos do tipo. E defende que essa diminuição seria ilógica, pois as tecnologias de informação e comunicação acabam sendo uma ferramenta de produtividade para a própria prefeitura. “Então, tem um investimento agora, mas ele retorna muito rápido, pela redução de custo”, comenta. “E o pior corte que se pode fazer é o de investimento. Mas pode acabar acontecendo”,  reflete.

Para Scartezini, alguns programas e projetos que já estavam engatilhados deverão sofrer conseqüências brandas. Ele lembra que o orçamento público é autorizativo, não obrigatório. Com isso, verbas já aprovadas para determinados programas, editais, etc. poderiam ser seguradas. Mas isso não impediria ou cancelaria atividades. “Pode diminuir, não anular. Até porque, politicamente, é muito ruim cancelar um programa”, destaca.

Data: 31 de outubro de 2008


Para empresas que desejam se estabelecer no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus

29 Outubro, 2008

A Consultic abre em sua carteira de serviços mais um tópico: Consultoria e Assessoria para instalação de Empresas no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus. Com uma equipe experiente e capacitada, oferecemos:

- Assessoria para escolha de local para funcionamento (imóvel/terreno)

- Projeto Industrial para obtenção de Incentivo Fiscal concedido pelo Governo do Estado da Bahia

- Pleito à SUDENE para redução em 75% do Imposto de Renda

- Pleito para obtenção junto ao MCT/MDIC/MF de isenção de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

- Pleito à Prefeitura Municipal de Ilhéus para isenção de ISS/IPTU por 10(dez) anos

- Projeto para obtenção de Licença Ambiental junto ao CRA – Centro de Recursos Ambientais

- Assessoria para Certificação de Sistemas Integrados de Gestão (ISO 9001 – Qualidade, ISO 14001 – Ambiental, ISO 16001 – Responsabilidade Social e OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho)

- Assessoria para preparação de relatórios anuais para MCT

Contatos via e-mail: ilheus.consultic@gmail.com


"Fale mal, mas fale de mim!"

29 Outubro, 2008

Este era (ou é) o lema de 9 entre 10 socialites. Tem gente que quer ser notícia, pura e simplesmente. Será que é essa a filosofia da sua empresa?

Outro ditado popular diz quando a gente gosta, fala pra 10. Quando não gosta, fala pra 100. E todo mundo sabe que os ditados populares surgiram pela comprovação do que é vivido, e não o inverso.

Pois o que está acontecendo, nesta nova era 2.0 é que os protestos contra produtos e serviços que não atendem a expectativa do consumidor/cliente estão ganhando corpo e se fazendo ouvir na web.

Nos blogs ou nas redes sociais é a coisa mais fácil do mundo. Coloque no campo de pesquisa do Orkut “eu odeio” e veja o que aparece, em termos de empresas/marcas/serviços. Chegar no MEU espaço pessoal e detonar um a empresa que não cumpriu com o que prometeu ou um produto que não funcionou ou SAC que não retorna minha reclamação é tão simples quanto chupar um pirulito.

Estando do lado do consumidor/cliente, pode-se pensar: eu posso ter perdido meu tempo/dinheiro/paciência/produto, e não estou com disposição para enfrentar uma pendenga judicial, mas uma coisa vou fazer: contar a todo mundo (literalmente) o que passei. E quem diria que esse consumidor/cliente está errado? Eu mesma já fiz isso mais de uma vez no meu blog. Hoje li no Abacate Batido a chateação da Lile com a Saraiva, No Dicas Blogger, a Juliana desesperada com a Telefônica,  o Henrique esfolando o Credicard City como a pior operadora de cartão de crédito e O Ferba além de reclamar das operadoras (“de tv a cabo, de telefonia, de tudo”) faz todo um estudo sobre reclamação das operadoras de celular.

Esses são apenas os blogs que fizeram posts de reclamações hoje, e estão no meu Reader.  Procurando, se acha uma infinidade.

Proteste na web. É de graça, é divertido e você ainda perde um pouquinho de peso ao desabafar para seu WordPress.”

Henrique Pereira, em seu blog Revolução, etc.

Mas agora olhemos pelo lado da empresa. É óbvio que ninguém quer propaganda negativa, que pesa muito mais do que a positiva. Então, o que fazer?

Fazer o “dever de casa”: monitorar sua marca na web. E este é um dos serviços que a Consultic oferece. A partir do momento em que você toma conhecimento do que está se falando sobre sua empresa, pode agir buscando reverter a situação. Enfiar a cabeça na areia como avestruz não resolve nada.

A Folha Online noticia: Empresa de TV a cabo dos EUA rastreia reclamações em blogs.

“A empresa norte-americana de TV a cabo Comcast está utilizando as reclamações postadas em blogs para resolver os problemas dos descontes e aumentar o índice de satisfação com a empresa. Esse foi o caso de Jordan Goddard, que ficou irritado quando seu serviço parou de funcionar.

Querida Comcast, você é uma droga”, escreveu. Quando um membro da equipe da Comcast ligou alguns dias depois, Goddard tinha certeza de que seria processado. Mas o funcionário ligou para pedir desculpas e oferecer ajuda.

“É a primeira vez que uma empresa me contatou sem que eu tivesse que ir atrás dela primeiro”, afirmou.

Conhecida por ocupar os últimos lugares nas pesquisas de satisfação com os consumidores, a Comcast formou uma equipe de sete funcionários na sua sede, na Filadélfia, que procuram por posts na web, que são públicos, com reclamações e tentam resolvê-las.

Os esforços tentam convencer clientes a ver a empresa mais positivamente, o que é uma tarefa difícil. A companhia está entre as piores em satisfação do cliente no ramo de fornecedores de TV, segundo uma pesquisa divulgada esse mês pela empresa J.D. Power and Associates.

Além de blogs, a equipe checa sites especializados, Twitter, redes sociais, sites de consumidores e mesmo o YouTube –onde clientes insatisfeitos podem postar vídeos xingando os serviços dos provedores.

Os representantes da Comcast conseguem rastrear os clientes casando informações nos posts com a base de dados interna da companhia. Se não conseguem saber quem fez o post, eles respondem diretamente no blog.”

Será que é somente a Comcast que precisa fazer isso? Seja sua empresa micro, P, M ou G, é bom você saber o que se fala dela. E encarar as críticas e reclamações como a chance de melhorar a qualidade do seu produto/serviço/atendimento, fazendo seu cliente se sentir ouvido e valorizado.


Carta a Newton Lima (Prefeito (re)eleito de Ilhéus – BA)

8 Outubro, 2008

A Diretora da Sucursal da Revista Época no Rio de Janeiro, Ruth Aquino, em sua coluna “Nossa Antena” da edição 542 de 06.10.2008, assim define o seu candidato a prefeito do Rio:

“Meu candidato é ético, inteligente, bem informado, coerente, preparado, honesto, sério, cordato, corajoso, positivo e jamais faz promessas mirabolantes. Não é arrogante nem demagogo, o que o livra de qualquer tentação de autoritarismo. Está muitos níveis acima do mar de lama que vem sendo associado à política corriqueira e miúda no Brasil. Valoriza o trabalho de equipe, o que é indispensável a um bom administrador. Não é dado a sorrisos falsos nem a efeitos especiais. Se existe algo que o tira da serenidade, é a cara feia da corrupção.”

Pois é Newton, ao dar-lhe os parabéns pela sua maiúscula vitória, digo-lhe que, como cidadão ilheense, gostaria que você, agora como nosso Prefeito eleito, se mirasse neste modelo de Prefeito desenhado pela Ruth e assim fosse durante os próximos 4(quatro) anos em que vai governar a nossa cidade.

Por outro lado, gostaria que você estudasse a possibilidade de incluir no seu Plano de Governo, 3(três) projetos que acredito sejam de fundamental importância para o desenvolvimento equilibrado do nosso município:

1. Transformar Ilhéus numa Cidade Digital, tomando como exemplo o que vem sendo feito em algumas cidades brasileiras, como Paulo Afonso na Bahia e outras, e dentro das seguintes diretrizes seguidas por estas cidades:

- Modernização da administração pública, com a integração, via computador, de todas as entidades diretas e indiretas; integração das estruturas tributária, financeira e administrativa; aumento da arrecadação tributária; melhoria da fiscalização; acesso mais imediato às informações e serviços; comunicação via VoIP (voz sobre o Protocolo de Internet).

- Instalação de telecentros a custos reduzidos; disseminação de terminais para consultas e reclamações por parte dos cidadãos; acesso à Internet para os cidadãos, com produção de conhecimento;

- Integração das escolas a outras instituições de pesquisa e ensino; laboratórios de informática; acesso a acervos de livros e documentos históricos; capacitação dos professores.

- Gestão integrada dos centros de assistência à saúde; interligação com serviços de emergência como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil; uso de novas tecnologias, tais como videoconferência e telemedicina.

- Interligação via computadores de órgãos como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros; instalação de câmeras de vigilância via Internet em pontos mais vulneráveis da cidade.

- Acesso à Internet sem fio para pequenos empresários; comunicação mais barata com entidades de classe ou empresários de outra cidade/região através da Internet ou da telefonia VoIP; incentivo ao turismo.

Inclusive poder-se-ia estudar a viabilidade do Projeto Ilhéus Digital contar com recursos para Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas do Pólo de Informática e Eletroeletrônica.

2. Liderar as providências para a implantação de uma Central de Tratamento de Resíduos Sólidos no nosso Distrito Industrial, em convênio com o Estado ou com o Governo Federal. Impedindo desta forma, que os resíduos gerados pelas Unidades Industriais instaladas no nosso Distrito, especialmente aquelas da área de Eletroeletrônica e Informática, possam vir a causar danos à nossa rica biodiversidade, principalmente ao Parque Municipal da Esperança;

3. Fazer um plano de manejo do Parque Municipal da Esperança, preservando-o e transformando-o numa área de lazer, resgatando projeto idealizado pela Ceplac e Fundação Pau Brasil, que prevê uma infra-estrutura necessária à exploração turística, com a instalação de equipamentos tais como: guarita para controle de acesso e segurança, mirante, unidades administrativas para educação ambiental e trabalho técnico-científico, banheiros, lanchonete e loja de souvenir, além de sistemas próprios para geração de energia e tratamento de resíduos.

Com esta iniciativa além de dotarmos a nossa cidade de mais uma opção de lazer para os ilheenses e para todos aqueles que nos visitam, estaremos preservando um Parque, que fica a poucos quilômetros do centro da cidade, onde podem ser encontrados rios e cachoeiras e onde coexistem ecossistemas diferentes como: floresta, mangue e vegetação de brejo.

No Parque da Esperança, de acordo com estudos da Fundação Pau Brasil, a flora impressiona pela variedade e exuberância, com árvores centenárias e muitas flores tropicais. Há ainda uma grande quantidade de espécies animais, principalmente aves e diversos tipos de roedores, como coelhos e saruês. Um tipo raro de pássaro, que recebeu o nome científico de Acrobartonis Fonsecae, jamais visto em outro lugar, foi catalogado no parque.

Pois é Newton, como filho desta terra, e é bom que aqui eu diga, filiado ao PT – Partido dos Trabalhadores, esta é a minha contribuição para que você faça um excelente governo e consiga melhorar a qualidade de vida de todos os ilheenses, trazendo progresso para a nossa terra, porém preservando o nosso meio ambiente.

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


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