John “Maddog” Hall na UESC

1 Junho, 2009

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Como anunciamos num post anterior, aconteceu durante a tarde de hoje no Auditório Jorge Amado, na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, a palestra “Software Livre na Educação – Um caminho para o futuro”, com John Maddog Hall, Diretor Executivo da Linux International.

Com Isamar Maia como intérprete, Maddog falou em inglês a uma platéia repleta de estudantes e interessados em TI por mais de duas horas. Apresentou, a partir de sua história pessoal, a história do Software Livre (SL), que não significa necessariamente ser livre de custos.

Segundo Maddog, “free” significa “in freedom”, ou seja, “em liberdade”, e não “grátis”. Essa liberdade está assim especificada: Liberdade de acesso ao código-fonte (Open Source); liberdade de, sabendo como funciona, modificar este código para atender necessidades específicas; liberdade de redistribuir o software com as modificações feitas. O usuário/colaborador do software livre só não tem a liberdade de limitar a liberdade dos outros em acessá-lo.

No SL, o cliente paga por serviços, e não por um produto fechado. Nesses serviços, se incluem: cópia e distribuição, integração, treinamento e redesign. “Abertura” é muito mais do que criar softwares. É a criação de padrões.

Respondendo ao questionamento que usualmente surge: “por que é ‘dado’? Não deve ser tão bom…” ele explica que os desenvolvedores são “amadores”. Mas “amadores” no sentido de  não receberem pelo que fazem, da mesma maneira que atletas olímpicos, que são considerados “amadores” apenas por não serem pagos para exercer sua atividade, mas são mais rápidos e melhores que quaisquer outros.

Maddog listou os pontos negativos do software fechado: Não se pode saber exatamente como ele funciona; caso o fabricante saia do mercado, o software simplesmente desaparece; para quem trabalha com pesquisas é  extremamente dificil conviver com estas restrições.

Na outra ponta da balança, as vantagens do Software Livre: Caminho para eliminar a pirataria; segurança nacional, tanto econômica quanto militar (que governo usa Microsoft nas suas operações militares?); garantia de longevidade do software, já que o próprio usuário (ou um qualquer desenvolvedor) pode continuar aperfeiçoando, independente de qualquer empresa que o tenha originado.

Maddog ainda deu outras informações sobre o SL, que não funciona apenas para Sistemas Operacionais, mas atende compiladores, interpretadores, web designers, sistemas office, ferramentas multimídia, etc.

Considerando que o público era a comunidade acadêmica, a palestra foi direcionada para os desafios de se estimular nas universidades o uso/desenvolvimento de SL. Maddog apresentou até um plano de trabalho para as universidades: Encontrar os alunos brilhantes,  incentivá-los a criar proposta para sistemas embutidos, selecionar as melhores propostas e oferecê-las a empresas, que certamente as executarão, e oferecerão emprego a esses estudantes que logo serão profissionais.

Ainda nesta visão acadêmica, ele apresentou o SAGU, software nacional, em português, gratuito, para gerenciamento de universidades (professores, espaço físico, equipamentos, rendimento dos estudantes, contabilidade, recursos humanos, entre outras áreas) que já foi traduzido para ser utilizado em instituições de língua espanhola e existem informações que na Alemanha um japonês está traduzindo para o inglês. [suspeita de piada!]. Sem piada, download aqui e maiores informações aqui.

Com muita simpatia e humor, John Maddog Hall insistiu em que a abertura do código fonte é absolutamente necessária para o pleno desenvolvimento de softwares por qualquer pessoa que deseje fazê-lo, e deu exemplos de jovens e adolescentes que começaram bem cedo e hoje estão não somente milionários, mas gerando muitos empregos para desenvolvedores, muitos mais do que grandes empresas de software fechado.

A Consultic partilha dessa opinião e torce pela disseminação da cultura do Software Livre no Brasil e no mundo, a começar entre nós. Isamar Maia e Carlos Pereira estão de parabéns pela iniciativa inédita em nossa região. Que venham outras!

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Carlão e Isamar

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Auditório lotado

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Isamar interpretando

(Fotos: Anabel Cavalcanti)


CEPEDI representa a região em Missão Internacional de Parques Tecnológicos

1 Junho, 2009

De 30 de maio a 6 de junho deste ano, o CEPEDI –Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletro-eletrônica de Ilhéus -  participa da Missão Internacional de Parques Tecnológicos, nos Estados Unidos, a convite da AnproTec, organizadora da missão.  O programa é voltado aos dirigentes de parques tecnológicos em operação, implantação ou projeto e incubadoras de empresas.

Parques Tecnológicos são um ambiente de inovação de empresas que trocam conhecimento entre si. Além dos serviços da incubadora de empresas, os parques têm como objetivo interligar desenvolvimento urbano, instituições de ensino e de pesquisa para promover o desenvolvimento tecnológico.

No evento, além de visitas técnicas a Parques Tecnológicos da região, o CEPEDI participará de um programa específico que destaca e discute as relações entre os Estados Unidos e Brasil, verificando a possibilidade de formação de parcerias nas áreas de pesquisa e inovação tecnológica, comercialização e transferência de tecnologias e investimentos em empresas inovadoras.

A agenda envolve as cidades de Raleigh, Carolina do Norte e São Francisco, Califórnia. Em Raleigh acontece a Conferência Internacional de Parques Tecnológicos, um encontro entre dirigentes de unidades de pesquisa e inovação e uma visita a  Universidade de Standford e seus laboratórios. Em São Francisco as visitas serão a empresas do Vale do Silício.

(Texto: Divulgação CEPEDI)

A Consultic parabeniza o CEPEDI, na pessoa de seu Diretor imageExecutivo, Jauberth Weyll Abijaude (foto), e torce pelo seu sucesso, que de toda forma, é da nossa região também.


O Pólo de Informática e o desenvolvimento sustentável

1 Abril, 2009

Até o ano de 1994 a economia do Município de Ilhéus esteve alicerçada na cacauicultura e no turismo, atividades que desempenharam e continuam a desempenhar papéis de fundamental importância para a conservação da porção de mata atlântica remanescente no município e para a preservação do equilíbrio ambiental em todo o seu território.

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Foto - José Nazal

A decadência da lavoura cacaueira do Sul da Bahia, principalmente pela incidência da doença fúngica vulgarmente denominada vassoura-de-bruxa, ocasionou reflexos negativos no Parque Moageiro de Cacau, principal e quase exclusiva atividade industrial do Município de Ilhéus até 1994. Este quadro adverso fez com que a economia local experimentasse grave crise e forçou os poderes públicos das esferas Federal, Estadual e Municipal a buscarem a definição de uma nova matriz econômica para a Cidade.

Para minorar tal quadro de dificuldades, o Governo Estadual além de ter implementado medidas de incentivo ao turismo, notadamente nas áreas de treinamento de mão-de-obra, atração de eventos (Congressos, Exposições e Feiras), financiamentos para a implantação de novos hotéis e pousadas, e venda do destino Ilhéus em grandes centros do Brasil e do exterior, estabeleceu, através do Decreto 4.316/95, de 19 de junho de 1995, alterado pelo Decreto 6.741/97, de 11 de setembro de 1997, pelo Decreto 7.341/98 de 26 de maio de 1998, e outras leis e portarias, o arcabouço legal de Incentivo às Indústrias de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações, restringindo-o, entretanto, aos estabelecimentos industriais que viessem a se instalar no município de Ilhéus. Com estas medidas criou o Pólo de Informática, Eletroeletrônica e Telecomunicações de Ilhéus, concedendo às empresas que aqui viessem se instalar, uma serie de vantagens locacionais, financeiras e fiscais.

A cidade, cuja economia baseava-se apenas em atividades consideradas conservacionistas como o turismo e a cacauicultura, passou a ter na sua matriz econômica indústrias dos setores de informática, eletroeletrônica e telecomunicações. Indústrias estas consideradas como de médio potencial de poluição ambiental, de acordo com os anexos II e III da Lei 3.858/80 do Estado da Bahia, que instituiu o Sistema Estadual de Administração dos Recursos Ambientais; sem que, no entanto, fossem estudadas e colocadas em prática medidas que procurassem minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente gerados pelas novas indústrias que aqui viriam se instalar.
Depois de mais de 13 (treze) anos de implantado, contando hoje com mais de 60(sessenta) empresas em operação que respondem por 20% da produção nacional de microcomputadores e eletroeletrônicos, e que geram em torno de 1.500 empregos diretos e 6.000 empregos indiretos, conforme dados do SINEC – Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, Computadores, Informática e Similares dos Municípios de Ilhéus e Itabuna, Estado da Bahia, o Pólo está consolidado. Porém, até o momento não foi feito nenhum estudo científico que dimensione os seus problemas ambientais e estabeleça medidas para o monitoramento ambiental das suas atividades industriais, assim como para a prevenção e mitigação dos seus eventuais impactos ambientais.
Claro está que o Pólo traz desenvolvimento econômico, e que este, apesar de gerar riqueza traz, sempre que medidas preventivas não são tomadas, degradação ambiental e poluição, principalmente se considerarmos a sua localização, num ambiente em que temos a Reserva da Esperança, o Rio Almada e o Oceano Atlântico, como pode ser visto na foto apresentada acima.

Por estas razões torna-se imperativo buscar o Desenvolvimento Sustentável, que preconiza a procura do desenvolvimento econômico em harmonia com as limitações ecológicas do Planeta Terra, ou seja, sem que se faça uma destruição do meio-ambiente, de modo que as gerações futuras tenham a possibilidade de viver bem, de acordo com as suas necessidades.

Se de um lado, o Município de Ilhéus necessita promover o seu desenvolvimento, com a conseqüente geração de emprego e renda, do outro, necessita também resguardar os seus recursos naturais. O grande desafio é, pois, o de conciliar as atividades econômicas com a proteção ambiental.

Para resolver esse impasse é necessário que tenhamos em mente o conceito de sustentabilidade, que foi criado no começo da década de 80 por Lester Brown. Este pesquisador definiu sociedade sustentável como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades de hoje, sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras; e também o conceito de Desenvolvimento Sustentável, definido no Relatório Nosso Futuro Comum (1987), Comissão Mundial para Meio Ambiente e Desenvolvimento, como: “a satisfação das necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem suas próprias necessidades”.

Para garantirmos o Desenvolvimento Sustentável do Pólo, acreditamos que os nossos governantes poderiam estudar a viabilidade e a oportunidade de tomarem duas medidas complementares e de grande alcance sócio-econômico. São elas: a) Discutir a possibilidade da constituição de uma Empresa para tratamento dos resíduos sólidos gerados pelo Pólo de Informática; b) Propor lei municipal que estabeleça prazos para que as Empresas instaladas ou que venham a se instalar no Pólo certifiquem os seus Sistemas de Gestão Ambiental de acordo com os requisitos da Norma ISO 14001:2004 – Sistemas da Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para uso.

Com a adoção das medidas aqui preconizadas, que buscam a sustentabilidade ambiental do Pólo, estaremos também construindo novos caminhos para expansão do desenvolvimento sócio-econômico da cidade. Isto acontecerá porque as ações que irão promover o tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados pelas atividades produtivas do Pólo Industrial, além de mitigarem o problema ambiental, irão também contribuir para a geração de emprego e renda no nosso município.

Para concluir, convém destacarmos que assim como os problemas ambientais do nosso Pólo trazem preocupações, os aspectos e impactos ambientais do Projeto Porto Sul, empreendimento que tem gerado acirradas discussões na nossa região, e que será objeto de futuro artigo, trazem preocupações ainda maiores. Acreditamos, porém, que em ambos os casos, se tomarmos os cuidados necessários e estabelecermos alguns condicionantes ambientais, Ilhéus poderá experimentar nos próximos anos, grandes índices de crescimento econômico com preservação das suas riquezas ambientais.

O autor é Economista, Pós-graduado em Gestão Empresarial
carlos.consultic@gmail.com

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Este artigo foi originalmente publicado na primeira edição do Jornal Bahia Online. “Não é um blog. Será um jornal eletrônico, com edições novas ao amanhecer e atualizações no decorrer de todo o dia”, revela o jornalista Maurício Maron, que vai coordenar o projeto. Ele explica que a idéia surgiu a partir de uma proposta inédita de reunir jovens estudantes de jornalismo com profissionais mais experientes no mercado baiano.

A Consultic está presente no Jornal Bahia Online através do artigo de Carlos Mascarenhas, e aplaude o sucesso que já se anuncia.


Consistência, credibilidade e veracidade das notícias divulgadas nos blogs

24 Fevereiro, 2009

Sobre o caso da advogada Paula Oliveira (me recuso a dar adjetivos, a essa altura todos sabem a quem me refiro), muito se falou, muito se escreveu, muito se supôs… e o final da história parece ser triste para ela. Disso eu nunca duvidei, pois de qualquer maneira ela seria vítima: ou de neonazistas ou de si mesma, mas sempre seria vítima.

Mas nessa história toda, que começou com um post do jornalista Noblat em seu blog, pode-se perceber o poder de um blogueiro, como bem colocou o Mr. Wagner no seu Blog de Guerrilha. Nós, da Consultic,  que trabalhamos disseminando a idéia da comunicação via blogosfera, avaliamos como muito sensata a palavra do Mr. Wagner. Transcrevemos aqui,  com o desejo de que essas reflexões toquem fundo em quem tem e lê blogs.

“Não quero focar no que alguns podem considerar erro jornalístico e nem condenar o Noblat, entrando na questão de checar ou não as informações. Isso é assunto para um outro blog em outro horário.

Na ótica guerrilheira, foco desse blog, só quero levantar questão de “informação se espalhando”, de influenciadores versus influenciados, de “créditos de confiança” e etc.

Vejam o caso da brasileira que declarou ter sido atacada por neo-nazistas suiços, por exemplo. Tudo começou com um email recebido por um blogueiro em seu celular (como por ele mesmo explicado aqui: ). Este email gerou o primeiro relato publicado no Brasil sobre o caso Paula Oliveira, ou o “furo em primeira mão no blog” (veja aqui).

Pois bem, este furo, pelo poder de influência do blogueiro que o publicou rapidamente chegou na grande mídia. Logo em seguida no governo, na comissão de direitos humanos da ONU e também se transformou na conversa preferida nos “bebedouros da firma”, nos salões de cabelereiro, nas mesas de bar. E pela sua força na mídia e nas ruas alimentou ainda mais as discussões na web, parindo comunidades no Orkut e posts indignados.

Uma bola de neve de imensas proporções. Proporções tão grandes que se a Suiça não fosse um país tão neutro e bem resolvido, certamente teríamos aí o primeiro case de “incidente diplomático” causado pelo poder de um blogueiro.

“Blogueiro”: um indivíduo (com qualidades e defeitos) que decide o que posta ou não, sem o olhar de um editor ou de um “conselho editorial”, quase sempre sem a ajuda de uma “segunda opinião”. Um cara praticamente sozinho com sua consciência e experiência que filtra os emails de conhecidos e desconhecidos, julgando sumariamente se aquele conteúdo é válido para entrar na conversa diária que leva com seus importantes leitores.

O sonho de todo mundo lidando com propaganda e pensando nestes novos paradigmas de comunicação é criar uma bola de neve com iguais proporções para a sua campanha. E com este “case suiço” posso ilustrar algumas visões pessoais que tenho sobre este sonho:

- Blog tem força para influenciar a mídia, não as conversas no cabelereiro. Se você quer chegar no povão semeando algo em blogs, mire na mídia. Uma coisa que “está bombando na blogosfera” muito provavelmente está sendo ignorada nas ruas. Quem acredita nisso está assumindo que é o centro do universo, quando na verdade nós é que estamos na periferia. O “centro do universo” ainda é o Jornal Nacional.

- Um blogueiro só vai se deixar levar pelo que você quer semear se aquilo traz algum benefício para a sua vaidade/reputação.

- Não citei o benefício monetário no item anterior, repararam? O blogueiro pode até publicar algo em troca de grana, mas aí a chance da sua bola de neve continuar rolando diminui bastante. A grande mídia só se deixa levar por um blogueiro se ele tem credibilidade. Blogueiro que vende opinião não tem credibilidade. Pelo menos não com pessoas inteligentes.

- Quanto mais credibilidade o blogueiro tiver e quanto mais benefícios a sua história oferecer, menos barreiras ela vai enfrentar para ser replicada na grande mídia. Chegando em alguns casos ao absurdo de sequer ter a sua veracidade checada.

“O poder de um blog não está em quantos visitam, mas sim em quem visita”. É impressionante ver como a turma de “social media” adora replicar esta frase de efeito (muitas vezes para justificar para um anunciante porque aquela citação num blog de 200 vistas/dia é “legal”), mas na prática ignora isso, quase sempre propondo ações que em vez de seduzir o blogueiro pelo benefício de reputação acabam se revelando latões de lixo para jogar a sua credibilidade fora.

[]´s Mr Wagner”

Este post estava pronto, esperando revisão para ser publicado, quando vivi algo muito semelhante em termos de notícias inverídicas divulgadas, aqui em Ilhéus.

Estive no centro da cidade no final da tarde e confesso que fiquei assustada com o pânico da população. A notícia de que “está vindo um arrastão aí” fazia o povo correr e os lojistas baixarem as portas. E me vi em maus lençóis. De salto alto e com o joelho estourado por conta da condromalácia patelar, raciocinei rápido: Não vou correr; se quiserem me “arrastar”, arrastam, porque correr vai ser um prejuízo maior. Então, bem calma, continuei o percurso que precisava seguir.

Ia esperar meu pai em frente à banca de revistas de Joãozito, defronte ao Ed. Misael Tavares. Do batente e relativamente protegida atrás dos expositores de revistas, pude ter a noção clara das coisas. As notícias chegavam a alguém por celular, e essa pessoa saía correndo, apavorada. Instantâneamente outras corriam também e o tumulto se instalava. Minutos depois, tudo calmo novamente. Até alguém correr de novo. E em todo o tempo que fiquei ali não aconteceu absolutamente nada a não ser o pânico gratuito repassado de um para outro, quem sabe com o motivo de ter o que contar depois.

Entendi que era terrorismo, sabe Deus vindo de quem, e com que intenção. O fato é que NÃO ACONTECEU NADA além do assassinato do traficante na noite de ontem. Mas o telejornal local e sites jornalísticos  regionais noticiaram “saque no comércio“, “arrastão no centro, vindo do Malhado e da Conquista“,  e até agora, salvo este posicionamento não identificado neste site, ninguém desmentiu as notícias.

Nós blogueiros precisamos ter muito cuidado com o que divulgamos. Jornalismo sério é caro. Custa tempo de checagem da informação e pode fazer a credibilidade do blogueiro rolar escada abaixo e ainda descer pelo ralo do quintal. E mesmo quando não é jornalismo, que é o meu caso, o que escrevemos aparece nos resultados de busca no google, e quem nos lê toma como verdade absoluta o que escrevemos com tanta segurança.

Anabel Cavalcanti. Comunicóloga, blogueira e ilheense de coração.


Dia da internet segura

10 Fevereiro, 2009

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Nesta terça (10 de fevereiro), o Brasil e mais 64 países promovem o Dia da Internet Segura. Realizado desde 2004 por conta de uma iniciativa da Comissão Européia, o Safer Internet Day acontece sempre em fevereiro, com o objetivo de promover o uso consciente, seguro e responsável da web e de telefones celulares, especialmente entre jovens e crianças.

O Brasil participa desde 2008 da iniciativa. Para a edição de 2009, a Comissão Européia convidou formalmente a organização não-governamental Safernet, que defende os direitos humanos no ambiente virtual, e o Ministério Público Federal de São Paulo para organizarem a data no país.

A agenda organizada pelas instituições tem sites com orientações sobre segurança, palestras, chats e lançamento de cartilhas de segurança. Na página oficial da iniciativa, há ainda uma seção com diversas informações sobre como navegar de forma segura: ela reúne cartilhas, reportagens na TV, dicas e jogos.

“Os organizadores acreditam que parcerias entre atores institucionais, públicos e privados são fundamentais para garantir o uso positivo dessas novas tecnologias, bem como reduzir os riscos decorrentes de comportamentos perigosos ou abusivos”, diz o site brasileiro. O objetivo para o Dia da Internet Segura, continua, é promover atividades de conscientização em torno do uso seguro e responsável das novas tecnologias de informação.

Acesse a CARTILHA com dicas de segurança na internet.

cartilha

Informação do G1 Tecnologia


Qual a diferença entre vírus, vermes e cavalos de Tróia?

30 Janeiro, 2009

A resposta a essa e outras dúvidas sobre segurança de dados no seu computador vem do Blog Geek, num artigo assinado por Henrique César Ulbrich.

Transcrevemos aqui, pois a linguagem simples esclarece até mesmo os que se vêem como mais entendidos no assunto de TI, como bem diz o autor: “Os muitos termos usados para designar pragas digitais podem confundir até os mais experientes.”

Embora erradamente considerados a mesma coisa, vírus e worms (ou vermes) são entidades bastante diferentes. Para piorar, entra no caldeirão um outro tipo de praga chamada de “Cavalo de Tróia” ou, simplesmente, Trojan. Entenda o que tudo isso quer dizer.

Ambas as entidades são pragas virtuais, “infectam” o computador da vítima e causam algum tipo de dano ou prejuízo. Mas as semelhanças acabam aí.

Um vírus e um verme para computadores têm mais ou menos a mesma diferença que existe entre um vírus e um verme biológicos.

No reino biológico, um verme é um ser vivo completo, na maioria das vezes pluricelular e visível a olho nu. Ele tem todas as funções biológicas necessárias para sobreviver. Mesmo que seja um parasita e roube alimento do corpo do hospedeiro, ainda assim é um ser vivo completo e autônomo.

Já um vírus é um ser vivo muito simples. Tão simples que sequer pode ser chamado de unicelular – ele nem é uma célula completa. Ao contrário do verme, o vírus não é autônomo. Quando uma pessoa está infectada com algum (o da gripe, por exemplo), este usa a estrutura das células humanas para se “completar”. Ao contrário do verme, portanto, o vírus não existe sem as funções básicas providas pelas células animais.

No mundo digital as coisas são bem parecidas. Um verme digital é um programa completo. Tudo o que ele precisa para funcionar, todas as tarefas e funções que vai desempenhar estão programadas dentro dele.

Já um vírus, de modo geral, é apenas um trecho de código que reprograma software existente para subverter sua utilidade. Se um vírus precisa gravar um arquivo, por exemplo, basta usar as rotinas de acesso a disco que o próprio programa infectado possui.

Formas de contágio

Normalmente, uma infestação por vermes do mundo real ocorre por introdução voluntária de ovos no organismo (por exemplo, por ingestão de carne suína com cisticercos). Já uma infecção por vírus, na maioria das vezes, se dá pelas vias respiratórias, por absorção do próprio vírus em suspensão na umidade do ar, e não pode ser evitada facilmente.

A situação é idêntica no mundo digital. Um worm, sendo um programa completo, é muito difícil de ser embutido em outro de forma discreta. Além disso, precisa ser executado pela vítima para funcionar.

Os vírus não precisam “ser executados” porque ele “moram” dentro de programas válidos. Há poucos dias, foi descoberto que cópias piratas do software de escritório iWork, da Apple, estava (e ainda está) sendo distribuído com vírus. Ora, o vírus precisa do iWork para funcionar.

Como uma última alegoria, pense num vírus como sendo uma doença contagiosa que acomete o vendedor de enciclopédias que bate à sua porta. A vítima recebe o vendedor dentro de casa e acaba pegando a doença. O vendedor é inocente e é um vendedor mesmo. Ele apenas esconde a doença dentro de si.

Já um worm é como se fosse um bandido disfarçado de vendedor de enciclopédias, com um terno falso, uma maleta falsa e um daqueles óculos com bigodes. Ele não é um vendedor real, é um impostor. Se a vítima não for ingênua, vai perceber que é um impostor e não vai recebê-lo.

Cavalos de Tróia, ou “trojans”

Tecnicamente, Cavalos de Tróia (ou trojan horses, como também são conhecidos) seriam os arquivos “normais” que um vírus ou worm usaria para se esconder. O nome remete à famosa história da Guerra de Tróia, em que os gregos presentearam os troianos com um cavalo de madeira recheado de soldados, o que facilitou a invasão da cidade.

Todavia, as empresas de antivírus, para facilitar a classificação, chamam esse tipo de vírus de “trojans”, mesmo que na verdade o Cavalo de Tróia seja o software que carrega o vírus em seu ventre e não o próprio vírus.

Um Cavalo de Tróia pode ser, por exemplo, um filme ou um programa pirata que, em seu interior, carrega um vírus. É necessário que, como na Tróia antiga, o usuário deixe voluntariamente o “cavalo” entrar em seu computador. O melhor meio de levar a vítima fazer isso é colocar os vírus dentro de programas pirateados.

Em nossa alegoria do vendedor de enciclopédias, o “cavalo de Tróia” seria um vendedor de verdade, mas enfermo, e não apenas a doença que ele carrega.

Evitando a infecção

Em primeiro lugar, a melhor maneira de evitar a infecção é manter-se longe de programas piratas. Isso inclui antivirus piratas, que podem eles mesmos, ironicamente, serem vetores de infecção. Um antivírus pirata (e infectado) vai funcionar muito bem para os outros vírus, mas vai esconder o que o infecta.

Qualquer programa pirata, incluindo o sistema operacional, deve ser evitado.

É necessário também instalar um bom antivírus. Mesmo os gratuitos protegem da maioria das pragas. Jamais conecte seu computador à internet ou mesmo plugue um pendrive desconhecido sem que o antivirus esteja presente. E lembre-se: embora ainda raros, já há relatos de vírus para Mac OS X e para Linux.

Instale sempre as atualizações recomendadas pelos desenvolvedores de todos os softwares que usa. Hackers, vírus e, principalmente, worms podem usar falhas dos programas para invadir o computador vulnerável.

Os worms podem ainda usar as falhas para se auto-executar, eliminando a necessidade de ludibriar o usuário para isso. É o caso do worm Conficker, cuja escalada de infecções está crescendo assustadoramente.

E, por fim, talvez o conselho mais sábio de todos, que as mães repetem aos filhos todos os dias: nunca aceite balas de estranhos, nem balas estranhas de gente conhecida.

Nunca abra nenhum arquivo desconhecido, mesmo que tenha vindo de uma pessoa conhecida. O remetente pode ter enviado uma praga disfarçada de foto ou mensagem religiosa sem o saber.

Itens que não devem jamais ser clicados ou abertos:

  • Emails tipo “corrente”, “mensagem de paz” e semelhantes, mesmo que tenham vindo de conhecidos
  • Anexos de email também do tipo “corrente”, “mensagem”, além de programas, vídeos e imagens suspeitas
  • Arquivos transferidos por mensageiros instantâneos
  • CDs, DVDs, disquetes e pendrives de origem duvidosa ou ilegal
  • Programas, música e filmes piratas
  • Downloads por P2P ou de sites duvidosos

Cinco dicas para criar um bom currículo para a área de TI

12 Janeiro, 2009

Este post nasceu da necessidade de explicar aos nossos leitores que apesar de darmos Assessoria e Consultoria em TIC, não fazemos a ponte repassando currículos para as empresas do Pólo de Informática de Ilhéus. Vários currículos têm sido encaminhados a nós, mas segundo a nossa política interna, não os encaminhamos às empresas, pois isso poderia sugerir que nos responsabilizamos pelos candidatos, o que não podemos fazer, uma vez que não os conhecemos.

Segue o texto, pertinente para o momento:

"Currículos da área de tecnologia estão se empilhando muito rápido nas mesas dos recrutadores. Mais do que nunca, é importante ter um currículo que se destaque da multidão. Infelizmente, os profissionais de TI têm a fama de produzir currículos muito complicados de se entender.

No mercado aquecido do ano passado, até dava para se safar com um currículo pobre. No ambiente turbulento que vivemos, no entanto, um currículo bem escrito e formatado pode fazer toda a diferença para você garantir seu sustento diário.

A Infoworld preparou uma lista com cinco dicas essenciais para que o profissional de tecnologia elabore um currículo de destaque e evite cair em erros bobos:

1 – Deixe os detalhes de lado.
"O problema número 1 com a maioria dos currículos técnicos é que eles são muito longos", diz Martha Heller, diretora administrativa e recrutadora da firma de recrutamento ZRG. É muito comum, afirma, recebermos currículos de seis páginas que poderiam ter duas. Três páginas é o limite, mas somente se o profissional tiver ao menos uma década de experiência e conquistado muitos bons resultados.

O conselho de Heller é ficar mais tranqüilo e resumir tudo. "Com o ritmo das mudanças da tecnologia, não há nenhuma forma de aquela tecnologia com a qual você não lida desde 1985 ajude a encontrar um emprego agora. Deixe isso fora do seu currículo", diz.

2 – Não escreva um objetivo.
"Não coloque um objetivo no currículo", diz Carole Schlocker, que dirige o iSpace, uma firma de recrutamento em TI. "Ninguém liga para o que você quer. As empresas querem saber o que você pode fazer por elas", afirma.

Uma forma comum de iniciar um currículo seria algo como "Objetivo: usar meus conhecimentos técnicos em um ambiente empresarial abrangente para crescer com a organização e ajudá-la a ser competitiva e lucrativa".

Em vez do objetivo, tente abrir o currículo com um resumo das qualificações em, no máximo, quatro tópicos. Veja um exemplo de como fazê-lo:

- Mais de 10 anos trabalhando com aplicações Oracle, personalizando-as para organizações globais;
- Expertise específica nos seguintes módulos e versões Oracle: Procurement and Spend Analytics, Hyperion Financial Management.

Os dois tópicos são resumidos, evitam frases e palavras genéricas como "gerência de projetos", "suporte a vendas", "liderança", "trabalho em equipe" e "excelente habilidades comunicativas". Pequenos, os currículos não comportam estes termos que ficam sem sentido.

3 – Saiba os canais pelos quais se currículo passa.
Quando for fazer o currículo, pense nas mãos e nos locais pelos quais ele vai passar. A maioria dos currículos de profissionais de TI entram em um redemoinho. Podem ser procurados por palavras chaves em mecanismos de busca, parar na mão de um contratador ou recrutador não técnico ou mesmo chegar nas mãos de um CTO ou CIO. O desafio é escrever um currículo que seja eficiente para todos.

Ao definir palavras-chave, pense nas suas variantes. Você deve preencher o currículo com Access, MS Access ou Microsoft Access? Todas dizem a mesma coisa, mas é difícil saber qual terá mais valor para a busca. "O seguro é utilizar pelo menos duas das três", diz Schlocker. É bom lembrar que as palavras-chave quase sempre são definidas de acordo com a descrição da vaga que a pessoa solicitante passa aos recrutadores.

Outra questão importante é utilizar palavras-chave e acrônimos tanto na lista de habilidades técnicas quanto no corpo do currículo. Com isso, o candidato otimiza a busca e facilita a leitura por parte dos recrutadores, que conectará mais fácil os predicados do postulante e as características da vaga.

4 – Destaque somente as certificações adequadas.
Os gerentes de recrutamento estão com currículos até o pescoço e precisam separá-los em duas pilhas: os que servem e os que não servem. Certificações são uma forma bastante efetiva de realizar esse primeiro filtro. Certos ou errados, os recrutadores não-técnicos usam as certificações com freqüência para ajudá-los a avaliar as habilidades técnicas.

Certificações são quase tão importantes quanto experiência de trabalho. Mas ter a certificação correta pode contar pontos a favor do candidato. De acordo com pesquisa da Foote Partners com mais de 22 mil profissionais de TI, as certificações mais valiosas hoje estão em dois campos: arquitetura e segurança. Certificações da Microsoft e da Cisco também estão em alta.

5 – Saiba balancear a parte técnica com os negócios.
Descrever seus empregos anteriores de forma sucinta e eficiente é mais arte do que ciência. Não há regras específicas, mas algumas dicas podem facilitar isso. A descrição de empregos anteriores deve se iniciar com um tópico que dá uma visão geral sobre o que foi realizado. Veja o exemplo:

"Técnico especializado em serviços financeiros com experiência em redes de larga-escala com uptime excelente"

O corpo deve descrever detalhes técnicos que mostra o impacto da atuação do profissional nos negócios. Tanto o gerente de recrutamento quanto o CIO quer funcionários que entendem o papel da tecnologia nos negócios, principalmente em tempos de turbulência financeira. Os empregos mais recentes devem conter os maiores detalhes, enquanto os mais antigos requerem apenas o nome da empresa e o seu cargo.

Prefira números na hora de descrever as experiências passadas. Como um líder de administração de sistemas, por exemplo, quantas pessoas o candidato gerenciou? Se o postulante à vaga construiu uma rede de relacionamentos, deve pontuar o número de pessoas que ela reúne.

Pode soar bem dizer que você respondia diretamente ao CIO, mas o recrutador pode sentir-se enganado se descobrir que foi em uma empresa de cinco pessoas. "Habilidades técnicas, posição ocupada e realizações têm valor de acordo com o contexto da empresa na qual se trabalhava", diz Heller."

Fonte: PC World.


Para empresas que desejam se estabelecer no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus

29 Outubro, 2008

A Consultic abre em sua carteira de serviços mais um tópico: Consultoria e Assessoria para instalação de Empresas no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus. Com uma equipe experiente e capacitada, oferecemos:

- Assessoria para escolha de local para funcionamento (imóvel/terreno)

- Projeto Industrial para obtenção de Incentivo Fiscal concedido pelo Governo do Estado da Bahia

- Pleito à SUDENE para redução em 75% do Imposto de Renda

- Pleito para obtenção junto ao MCT/MDIC/MF de isenção de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

- Pleito à Prefeitura Municipal de Ilhéus para isenção de ISS/IPTU por 10(dez) anos

- Projeto para obtenção de Licença Ambiental junto ao CRA – Centro de Recursos Ambientais

- Assessoria para Certificação de Sistemas Integrados de Gestão (ISO 9001 – Qualidade, ISO 14001 – Ambiental, ISO 16001 – Responsabilidade Social e OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho)

- Assessoria para preparação de relatórios anuais para MCT

Contatos via e-mail: ilheus.consultic@gmail.com


Carta a Newton Lima (Prefeito (re)eleito de Ilhéus – BA)

8 Outubro, 2008

A Diretora da Sucursal da Revista Época no Rio de Janeiro, Ruth Aquino, em sua coluna “Nossa Antena” da edição 542 de 06.10.2008, assim define o seu candidato a prefeito do Rio:

“Meu candidato é ético, inteligente, bem informado, coerente, preparado, honesto, sério, cordato, corajoso, positivo e jamais faz promessas mirabolantes. Não é arrogante nem demagogo, o que o livra de qualquer tentação de autoritarismo. Está muitos níveis acima do mar de lama que vem sendo associado à política corriqueira e miúda no Brasil. Valoriza o trabalho de equipe, o que é indispensável a um bom administrador. Não é dado a sorrisos falsos nem a efeitos especiais. Se existe algo que o tira da serenidade, é a cara feia da corrupção.”

Pois é Newton, ao dar-lhe os parabéns pela sua maiúscula vitória, digo-lhe que, como cidadão ilheense, gostaria que você, agora como nosso Prefeito eleito, se mirasse neste modelo de Prefeito desenhado pela Ruth e assim fosse durante os próximos 4(quatro) anos em que vai governar a nossa cidade.

Por outro lado, gostaria que você estudasse a possibilidade de incluir no seu Plano de Governo, 3(três) projetos que acredito sejam de fundamental importância para o desenvolvimento equilibrado do nosso município:

1. Transformar Ilhéus numa Cidade Digital, tomando como exemplo o que vem sendo feito em algumas cidades brasileiras, como Paulo Afonso na Bahia e outras, e dentro das seguintes diretrizes seguidas por estas cidades:

- Modernização da administração pública, com a integração, via computador, de todas as entidades diretas e indiretas; integração das estruturas tributária, financeira e administrativa; aumento da arrecadação tributária; melhoria da fiscalização; acesso mais imediato às informações e serviços; comunicação via VoIP (voz sobre o Protocolo de Internet).

- Instalação de telecentros a custos reduzidos; disseminação de terminais para consultas e reclamações por parte dos cidadãos; acesso à Internet para os cidadãos, com produção de conhecimento;

- Integração das escolas a outras instituições de pesquisa e ensino; laboratórios de informática; acesso a acervos de livros e documentos históricos; capacitação dos professores.

- Gestão integrada dos centros de assistência à saúde; interligação com serviços de emergência como o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil; uso de novas tecnologias, tais como videoconferência e telemedicina.

- Interligação via computadores de órgãos como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros; instalação de câmeras de vigilância via Internet em pontos mais vulneráveis da cidade.

- Acesso à Internet sem fio para pequenos empresários; comunicação mais barata com entidades de classe ou empresários de outra cidade/região através da Internet ou da telefonia VoIP; incentivo ao turismo.

Inclusive poder-se-ia estudar a viabilidade do Projeto Ilhéus Digital contar com recursos para Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas do Pólo de Informática e Eletroeletrônica.

2. Liderar as providências para a implantação de uma Central de Tratamento de Resíduos Sólidos no nosso Distrito Industrial, em convênio com o Estado ou com o Governo Federal. Impedindo desta forma, que os resíduos gerados pelas Unidades Industriais instaladas no nosso Distrito, especialmente aquelas da área de Eletroeletrônica e Informática, possam vir a causar danos à nossa rica biodiversidade, principalmente ao Parque Municipal da Esperança;

3. Fazer um plano de manejo do Parque Municipal da Esperança, preservando-o e transformando-o numa área de lazer, resgatando projeto idealizado pela Ceplac e Fundação Pau Brasil, que prevê uma infra-estrutura necessária à exploração turística, com a instalação de equipamentos tais como: guarita para controle de acesso e segurança, mirante, unidades administrativas para educação ambiental e trabalho técnico-científico, banheiros, lanchonete e loja de souvenir, além de sistemas próprios para geração de energia e tratamento de resíduos.

Com esta iniciativa além de dotarmos a nossa cidade de mais uma opção de lazer para os ilheenses e para todos aqueles que nos visitam, estaremos preservando um Parque, que fica a poucos quilômetros do centro da cidade, onde podem ser encontrados rios e cachoeiras e onde coexistem ecossistemas diferentes como: floresta, mangue e vegetação de brejo.

No Parque da Esperança, de acordo com estudos da Fundação Pau Brasil, a flora impressiona pela variedade e exuberância, com árvores centenárias e muitas flores tropicais. Há ainda uma grande quantidade de espécies animais, principalmente aves e diversos tipos de roedores, como coelhos e saruês. Um tipo raro de pássaro, que recebeu o nome científico de Acrobartonis Fonsecae, jamais visto em outro lugar, foi catalogado no parque.

Pois é Newton, como filho desta terra, e é bom que aqui eu diga, filiado ao PT – Partido dos Trabalhadores, esta é a minha contribuição para que você faça um excelente governo e consiga melhorar a qualidade de vida de todos os ilheenses, trazendo progresso para a nossa terra, porém preservando o nosso meio ambiente.

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


Programação da INFOILHÉUS 2008

23 Setembro, 2008

(Recebida via e-mail do SINEC)

3ª Feira de Tecnologia e Informática de Ilhéus

1º CONTEC – Congresso Norte Nordeste de Tecnologia

PROGRAMAÇÃO

Dia 08/10 – Quarta-feira

14h – Abertura da Rodada de Negócios – Exclusiva para expositores

20h – Cerimônia de abertura da 3ª INFOILHÉUS | 1º CONTEC

20h30min – Palestra: Atitudes Vencedoras

Palestrante: Carlos Hilsdorf

Palestrante internacional | É um dos mais requisitados conferencistas do país na atualidade | Economista | Pós-Graduado em Marketing pela FGV | Consultor de empresas nacionais | Autor do recomendado livro: ‘Atitudes Vencedoras’

Dia 09/10 – Quinta-feira

09h – Inauguração da LÓGICO TECNOLOGIA (Fábrica de montagem de placas), da nova Unidade Industrial da BITWAY COMPUTADORES e da LEADERSHIP IND. COM. DE COMP. LTDA.

14h – Palestra: Empreendedorismo Tecnológico – Ser Igual sendo sempre Diferente

Palestrante: Ricardo Galvão

Diretor Executivo da TOTVS – a maior empresa latino-americana de desenvolvimento de software de gestão empresarial

15h – Palestra: Intel Keynote

Palestrante: Rodrigo Passos

Gerente de Canal Norte Nordeste da INTEL

16h – Palestra: Inovação e Estratégia

Palestrante: Jauberth Abijaude

Diretor do CEPEDI – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletro-Eletrônicos de Ilhéus.

17h – Palestra: Lei de Inovação Baiana e a Sinergia Governo – Universidade – Empresa

Palestrante: Elias Ramos de Souza

Diretor de Inovação da FAPESB – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia.

Das 14 às 21h – Feira de Exposição aberta ao público no Hall de Exposições.

Dia 10/10 – Sexta-feira

14h – Palestra: A Rastreabilidade com códigos inteligentes na cadeia logística com o uso do RFID na indústria

Palestrante: Akira Sato

Professor de Sistemas de Informações Gerenciais e Diretor da Arew Sistemas

15h – Palestra: Planejamento de área e Automação no parque industrial e logística

Palestrante: Sergio Boff

Engenheiro de aplicação CDC Motorola Brasil

16h – Palestra: Novos conceitos da captura automática de dados: do código de barras ao RFID, passando pela mobilidade

Palestrante: Ricardo Blancas

Engenheiro Eletrônico, ênfase computadores, MBA em Marketing e Gerente de Contas Zebra Technologies

17h – Palestra: Soluções de segurança em auto-adesivos na indústria da informática e logística

Palestrante: Fabio Ferrante

Executivo de Contas, divisão de material especial da Avery Dennison do Brasil

18h – Apresentação Correios: Logística Integrada dos Correios - a confirmar

Das 14 às 21h – Feira de Exposição aberta ao público no hall de exposições.

Dia 11/10 – Sábado

Das 14h às 21h – Feira de exposição aberta ao público no hall de exposições

23h – TECNO FESTA – Festa de encerramento – Local a definir

Programação sujeita a alterações


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