“O medo de amar é o medo de ser livre”

(Beto Guedes e Fernando Brant)

“O medo de amar é o medo de ser
Livre para o que der e vier,
Livre para sempre estar
Onde o justo estiver.

O medo de amar é o medo de ser,
De a todo momento escolher
Com acerto e decisão
A melhor direção.

O sol levantou mais cedo e quis
Em nossa casa fechada entrar
Pra ficar…

O medo de amar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever,
Recusar o poder.

O sol levantou mais cedo e cegou
O medo nos olhos de quem foi ver
Tanta luz”

Antes de continuar a ler o post, releia a letra da canção aí em cima. Quando se decide blogar, muitos medos povoam nossa mente (ou a mente de quem pensa demais e não age por impulso). Todos eles plenamente compreensíveis, mas igualmente contestáveis.

Não tenha:

Medo de começar. O primeiro passo parece sempre ser o mais difícil, mas sem ele, não existe caminhada.

Medo de se expor. Alguém já disse que isso é orgulho: Não permitir que outros captem suas imperfeições ou seus pontos fracos. Mas na verdade, admitir nossos próprios limites é a maior das coragens.

Medo de errar. “Quem tenta pode errar. Quem não tenta, já errou.”

Medo de dizer o que já foi dito. Sempre existe um novo ponto de vista, uma nova maneira de enxergar o mesmo assunto.

Medo de mostrar suas fontes. Links no seu blog dão credibilidade, além de abrirem novas portas para seu leitor. Além disso, dar o crédito a quem é de direito é o mínimo que a ética da blogosfera exige.

Medo de inovar. Seja criativo, faça coisas diferentes, “invente, tente, faça diferente!”

Medo de se entregar ao seu texto. Seja sobre o que for que você estiver escrevendo, coloque o coração. Desde uma crítica de livro ou filme, a uma opinião sobre economia ou política, passando pelo seu “diarinho”… deixe a alma falar!

Medo de ser polêmico. Quem foi que disse que todos TÊM que pensar igual? As divergências de opinião só acrescentam. E também nos ensinam a ouvir que nem sempre temos razão (ou simplesmente, que existe outro ponto de vista).

Medo de não ser visto. Em primeiro lugar, escreva pra você. Depois se chega aos outros. E se não chegar, quem perdeu foi quem não leu.

Medo de comentar nos blogs alheios. É nesse vai-e-vem de comentários que se formam as redes na blogosfera. Quem não comenta não é visto. Mas, pelamordedeus, só comente se você tiver REALMENTE o que dizer. Se não tiver nada a acrescentar, melhor ficar “calado”.

Ao mesmo tempo, tenha cuidado em:

Expor suas idéias sem ofender pessoas com idéias opostas às suas.

Usar o “português” (a língua-mãe) corretamente. Eu, particularmente,  interrompo qualquer leitura de um texto escrito sem cuidados básicos com o idioma, ou em dialetos como o miguxês.

Não fazer do seu blog simplesmente uma vitrine comercial. Existem sites especializados nisso, e quem vai a um blog não está exatamente pensando em fazer compras.

Não exagerar no uso de imagens que deixem a página pesada para carregar. Ao postar fotos, certifique-se de que elas estão compactadas, sem perder a qualidade.

De alguma maneira responder os comentários feitos em seu blog. Seja por e-mail, seja no próximo post, seja na mesma caixinha de comentários… mas dê um retorno aos seus leitores.

Parafraseando Beto Guedes e Fernando Brant,

O medo de blogar é o medo de ser
Livre para escrever
Livre para dizer
Tudo o que se quer.

O medo de blogar é o medo de ser,
De a todo momento escolher
Com acerto e decisão
O melhor assunto, a melhor direção.

O sol levantou mais cedo e quis
Em nossa casa fechada entrar
Pra ficar…

O medo de blogar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever,
Recusar o poder.

O sol levantou mais cedo e cegou
O medo nos olhos de quem foi ler
Tanta luz…

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