O bom do blog

Ou o Bem que o Blog Faz. Poderia ser esse o título do artigo publicado no Jornalirismo.

Fiquei surpresa por haver um relatório (Technorati) que mostrasse cientificamente o que eu SEI por experiência própria.

Foram entrevistados 1,2 mil blogueiros de 66 países, e se comprovou com dados o que já se sabia na prática: “que o ato de blogar faz muito bem ao coração, embora não necessariamente ao bolso.”

“Segundo o estudo do Technorati, que é a principal biblioteca da blogosfera mundial, os blogs serviram para tornar seus autores referência em suas comunidades, sendo reconhecidos e convidados para mesas-redondas, participações em rádios e tevês e autoria de textos na imprensa tradicional. Esse foi um fenômeno verificado com cerca dos 20% dos blogueiros.
Isso quer dizer que o blog foi o veículo das habilidades e capacidade empreendedora de seu autor para o mundo. Uma maneira de se fazer visto.

Satisfação pessoal

Um blogueiro é, além de um ser em agonia e euforia, um sujeito satisfeito de si: é porque a principal métrica de seu sucesso é a satisfação muito pessoal que ele sente. Seu blog é fonte de contentamento, acima de tudo. Setenta e cinco por cento dos entrevistados entraram nessa categoria, a dos felizes.
Depois vêm outras formas de avaliar o trabalho, numéricas, 58% consideram também o número de posts ou de comentários feitos e 53% levam em conta o número de visitantes únicos. Entretanto a auto-estima não cai com a audiência, não.

Mas por que estariam deprimidos, os blogueiros, se 67% deles fizeram novos amigos, gente que jamais tinham visto, por causa exatamente do blog? A atividade de editor de si mesmos, Robertos Marinhos muito particulares e generosos, levou a um envolvimento e a um aprofundamento maior com suas áreas de interesse, com resultado direto: 60% dos entrevistados experimentaram esse estímulo.

Os blogs foram também o empurrãozinho que faltava para seus autores, conectados apenas on-line com seus leitores ou parceiros de caminho, se conectassem diretamente, em pessoa. Foi o que aconteceu com praticamente metade dos ouvidos pela pesquisa. Prova de que os blogs fazem amigos, sim, até de carne e osso.”

Blogar, seja por motivo pessoal ou corporativo, é ainda um ato solitário. De acordo com o Technorati, 78% dos blogueiros produzem sozinhos. Outros 13% contam com ajuda colaborativa gratuita e apenas 9% pagam equipe.

Blogueiros são trabalhadores aplicados: 21% dos ouvidos dedicam de cinco a dez horas semanais ao seu blog; 12% se atiram ao blog de dez a vinte horas por semana; e outros 12% trabalham com fúria por mais de vinte horas per week.

Bem, já deu pra perceber que blogar faz bem. Seja qual for o motivo do start de um blog, ele traz em si a catarse dos sentimentos, quando é um blog pessoal, ou a paixão por determinado assunto, quando é específico. Mas existe também o lado corporativo.

O artigo do Jornalirismo continua:

“Estão falando da sua marca

O Estado da Blogosfera 2008 também mandou um recado muito claro a todas as marcas do mundo, estejam elas preocupadas e presentes ou não na blogosfera e nas redes sociais virtuais: mais de 80% dos blogueiros estão falando de produtos e serviços em seus blogs, expressando suas opiniões (negativas ou positivas) sobre eles. Trinta e sete por cento dos entrevistados revelaram que são comentadores freqüentes de marcas.

Um dos assuntos favoritos para posts é exatamente o testemunho das experiências de seus autores como consumidores e a forma como são atendidos. Este é um tema que vai aparecer nos posts de 82% dos blogs, em 34% deles com freqüência.

Daí a preocupação das marcas, também expressa na pesquisa, e a conseqüente busca de aproximação com esse público. Segundo o Technorati, um terço dos blogueiros já foi sondado por marcas, para que se tornasse advogado delas. A maioria dos blogueiros, de acordo com o estudo, já conta com publicidade em suas páginas, embora com renda média pequena (cerca de US$ 2 mil por ano).”

E aí, está esperando o quê para ter o seu blog? E sua empresa, o que está fazendo, que ainda não começou a usar este canal, cuja relação custo/benefício não deixa margem de dúvidas de que vale a pena?

Se for falta de incentivo… não é mais desculpa. Falta de assessoria também não. A Consultic está aqui para isso mesmo. Faça contato: ilheus.consultic@gmail.com

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