POLITICA INDUSTRIAL DA BAHIA – Estratégias e Proposições

Foi lançado hoje, 21.11.2011, o documento POLÍTICA INDUSTRIAL DA BAHIAEstratégias e Proposições, como pode ser visto na notícia a seguir, publicada pela ASCOM – Assessoria de Comunicação do Governo do Estado da Bahia.

Este é um bom momento para juntarmos a Academia, as classes empresariais e as nossas ONGS, para analisarmos com profundidade este documento e verificarmos qual o papel da nossa região no desenvolvimento do nosso Estado.

 

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com

 

Lançado estudo que pretende orientar Desenvolvimento Industrial baiano

O documento Política Industrial da Bahia – Estratégias e Proposições foi lançado, com a presença do governador Jaques Wagner, na tarde desta segunda feira (21), na sede da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), no Stiep, em Salvador. O estudo é o resultado da parceria entre a Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia (Sicm), Petrobras e Fieb, no âmbito do Projeto Aliança.
O objetivo do documento é propor a criação de condições favoráveis visando desenvolver dez segmentos selecionados da atividade industrial no estado: automotivo; agroindústria; calçados e segmentos intensivos em marca e design; celulose e a cadeia da madeira; construção civil; intensivos em tecnologia (informática, fármacos); mineração e transformação mineral; naval e offshore; petróleo e gás; química e petroquímica.

O governador Jaques Wagner explicou a importância do material produzido. “Esse documento é importante neste momento de desenvolvimento que a Bahia vive. Não é nada mais do que planejamento para aproveitar esse bom momento, orientando os diversos setores, a iniciativa privada, o governo e a academia.”

Segundo o presidente da Fieb, José de Freitas Mascarenhas, “a proposta é que o documento representasse uma necessidade da sociedade baiana. Um dos focos principais desse estudo é a descentralização da indústria, que exerce uma pressão muito grande na capital e no seu entorno.”

No estudo foram tratados temas transversais aos segmentos selecionados, a exemplo de energia, infraestrutura logística, educação profissional, inovação tecnológica, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental. Sob a coordenação técnica do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade vinculada ao Sistema Fieb, o estudo partiu de ampla sondagem feita junto a agentes públicos e privados, com o intuito de definir ações estratégicas e estabelecer proposições.

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