ILHÉUS E A ECONOMIA CRIATIVA

6 dezembro, 2012

Participei da OFICINA SEBRAE DE ECONOMIA CRIATIVA E CIDADES CRIATIVAS realizada ontem, 04.12.2012, no Centro de Convenções de Ilhéus, que foi brilhantemente ministrada pela Professora Ana Carla Fonseca. Parabéns à Professora pela sua competência e pelo seu poder de transmissão de conhecimentos, e ao SEBRAE pela promoção do evento.

De acordo com folder distribuído na ocasião, a Professora Ana Carla é autoridade internacional no assunto e a maior especialista brasileira em cidades criativas. Economista, administradora pública e única doutora em Urbanismo com tese no assunto, palestrou em 24 países, é consultora da ONU, professora de universidades internacionais e tem nove livros publicados.

Ana Carla Fonseca - Ilhéus

Foto: Socorro Mendonça

Durante a apresentação foi mostrado um quadro com alguns exemplos de industriais criativas, e que reproduzo a seguir:

Economia criativa - quadro 1

ARTES VISUAIS

– Pintura, escultura e fotografia

EDIÇÃO E MÍDIA IMPRESSA

– Livros, imprensa e outras publicações

DESIGN

– De moda, de interior, gráfico e de jóias

NOVAS MÍDIAS

– Conteúdo digital, software, jogos, animação

SERVIÇOS CRIATIVOS

– Arquitetura, propaganda, P&D e serviços culturais

AUDIO VISUAL

– Cinema, difusão, televisão e rádio

ARTES DRAMÁTICAS

– Música, teatro, dança, ópera, marionetes, circo e etc.

PATRIMÔNIO CULTURAL

– Artesanato, expressão cultural tradicional, festivais e celebrações

 

No caso de Ilhéus, gostaria de ressaltar algumas áreas, nas quais trabalhos expressivos já são realizados, e que acredito, devíamos dar o apoio necessário para que possam se desenvolver gerando renda e emprego aqui na nossa cidade, nessa novíssima e emergente área da Economia Criativa. São os seguintes setores:

1. TEATRO – onde despontam os excelentes trabalhos de diversos grupos e especialmente: Teatro Popular de Ilhéus, Maktub, Boi da Cara Preta, Casa Aberta e outros. Vale aqui lembrar que o Teatro Popular de Ilhéus necessita da nossa ajuda, pois precisa urgentemente de um local para que possa com tranqüilidade desenvolver as suas atividades;

2. BALET – conta a nossa cidade com excelentes Grupos, onde se destacam: Dinâmica e Movimento, Tônus, Estúdio de Dança Soanne Marry e outros.

3. SOFTWARES – considerando que temos cursos de Ciência da Computação na nossa região e poderíamos trabalhar no sentido de que venhamos a ter um Núcleo SOFTEX na nossa cidade, podendo desta forma agregar valor aos microcomputadores que aqui são produzidos.

3. MÚSICA – onde temos um grande número de compositores, cantores e conjuntos musicais em atividade e podíamos pensar em voltar a organizar um Festival de Música como já realizamos aqui, em 1968.

Sobre o Festival de Música de Ilhéus, em artigo de Renato Pereira Silva, intitulado “Ilhéus e a música popular: considerações sobre a produção musical (1964-1968)”, encontramos o seguinte relato:

Em 1968 foi organizado na cidade de Ilhéus por Walter Matos e Juarez Oliveira, radialistas da Rádio Santa Cruz de Ilhéus e criadores da empresa intitulada JUWAL, pela fusão das iniciais de seus nomes, o I Festival Regional da Canção. Dois fatores influenciaram a organização desse festival: em primeiro lugar, a influência dos Festivais da Canção que ocorriam na região sudeste do país, desde 1965, organizados pela TV Excelsior e, posteriormente, pela TV Record; e, em segundo lugar, a busca de um negócio que fosse rentável

Foram inscritas no festival 130 canções, e após a primeira seleção, apenas 30 delas passaram para a fase classificatória. Dessas 30 canções, 15 foram apresentadas no sábado, dia 07 de dezembro, e as outras 15 foram apresentadas no sábado posterior, dia 14. No domingo do dia 22 de dezembro, 12 canções selecionadas das etapas anteriores se apresentaram na final. Todas as etapas do festival ocorreram no ginásio de esportes Herval Soledade localizado na Avenida Canavieiras, perímetro central da cidade.

Feitas estas colocações fica aqui a nossa sugestão para que o Prefeito eleito da nossa Cidade, Sr. Jabes Ribeiro, avalie a possibilidade de colocar como uma das prioridades do seu governo, desenvolvimento da economia criativa em nosso município.

Carlos da Silva Mascarenhas

Economista, Ilheense.

carlos.consultic@gmail.com

Quem quiser obter maiores informações sobre Economia Criativa e Cidades Criativas, deve acessar: http://www.criaticidades.com.br/ .


PROJETO PORTO SUL– Alguns pontos a considerar

25 outubro, 2011

Como cidadão ilheense, listo a seguir alguns pontos que, no meu entendimento, acredito devam ser avaliados e levados em consideração por ocasião da Audiência Pública que será realizada no dia 29 de outubro, às 14 horas, no Centro de Convenções de Ilhéus:

  1. O Porto Sul é uma necessidade para a logística nacional e para o desenvolvimento do nosso país, e quer queiramos ou não, mais cedo ou mais tarde, mais prá lá ou mais prá cá, ele será construído;
  2. O Porto Sul provocará impactos ambientais e disto não há a menor dúvida;
  3. Partindo das premissas acima enunciadas, resta-nos conhecer bem o Projeto, suas vantagens e desvantagens, assim como os seus aspectos e impactos ambientais e procurar lutar para que sejam estabelecidas condicionantes e compensações ambientais e sociais que eliminem/minimizem os impactos adversos que ele inexoravelmente causará;
  4. Ficar “frontalmente contra” o Projeto Porto Sul ou dizer “amém” a tudo o que a BAMIN quer, são posições extremadas e simplórias que não levam a nada.
  5. O foco da BAMIN e de seus parceiros internacionais é construir e operar o Porto Sul no menor espaço de tempo e com os menores custos possíveis. O nosso foco, enquanto sociedade organizada, deve ser no sentido de que o Porto Sul gere o maior número de empregos e traga desenvolvimento para a nossa região, tudo isto provocando os menores danos ambientais e sociais possíveis.
  6. O papel dos Governos, municipal, estadual e federal deve ser o de mediar os conflitos entre aqueles que defendem o meio ambiente da nossa Região, e a BAMIN, sem assumir um dos lados, mas analisando com isenção tanto os aspectos econômico-financeiros do empreendimento, como os impactos ambientais e sociais que este importante Projeto poderá causar.
  7. Só assim poderemos pensar em ter desenvolvimento sustentável, definido no Relatório Nosso Futuro Comum (1987), Comissão Mundial para Meio Ambiente e Desenvolvimento, como: “a satisfação das necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem as suas próprias necessidades”.
  8. As Certificações ISO 9001, ISO 14001, e OHSAS 18801, e o respeito às diretrizes da ISO 26000 podem dar SUSTENTABILIDADE ao Projeto PORTO SUL.
  9. Os problemas hoje vividos pelo pessoal do São Miguel são frutos da falta de avaliação adequada dos aspectos e impactos ambientais da construção do Porto do Malhado. Não podemos, de forma alguma, repetir os nossos erros do passado.
  10. E para finalizar gostaríamos de evidenciar que na sua Política de Sustentabilidade a BAMIN, entre outros, declarou alguns princípios que temos que exigir que ela observe com rigor quando da construção e operação do Complexo Intermodal Porto Sul, são eles:
  11. – incentivar o desenvolvimento das comunidades vizinhas e prestadores de serviços de modo a promover o desenvolvimento econômico e social da região;

    – praticar a RESPONSABILIDADE SOCIAL com foco nas comunidades onde atua;

    – atender à legislação e normas aplicáveis ao meio ambiente, saúde e segurança.

 

Ilhéus – BA, 24 de outubro de 2011

Carlos da Silva Mascarenhas

Ilheense, Economista e Auditor de Sistemas de Gestão Ambiental


PORTO SUL x ZPE: Eu só queria entender

20 outubro, 2011

FATO 01

De acordo com informações que constam do site www.portosul.ba.gov.br , o PORTO SUL é um empreendimento do Governo do Estado da Bahia, que com um investimento de R$ 2,6 bilhões vai gerar 2,5 mil empregos diretos e indiretos, e tem a seguinte estrutura:

  • Porto Público (PP)
  • Zona de Apoio Logístico (ZAL)
  • Área de Proteção Ambiental (APA)
  • Terminal de uso privativo (TUP)

Por este empreendimento o Governo do Estado da Bahia e a Prefeitura Municipal de Ilhéus vêm fazendo uma verdadeira CRUZADA.

FATO 02

A ZPE – Zona de Processamento de Exportações de Ilhéus foi criada pelo Decreto número 97.703, de 28.04.1989 e até hoje ainda não foi implantada. São pois 22 anos de lutas. Veja foto a seguir.

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Para que vocês vejam o poder de geração de empregos de uma ZPE,  só uma das Empresas que serão instaladas na ZPE Parnaiba, a KTA Frutas Tropicais, que terá como principal atividade a fabricação de concentrados e pós frutas orgânicas, gerará mais de 3.000 empregos.

UMA PERGUNTA

Qual a razão do Governo do Estado e do Governo Municipal não moverem uma palha para a implantação da nossa ZPE?

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


A entrevista da Secretária e a apresentação de amanhã

9 outubro, 2011

A Sra. Eva Maria Chiavon, Chefe da Casa Civil do Governo da Bahia concedeu entrevista, que foi publicada no Jornal A Tarde de hoje, na qual fala sobre o Projeto Porto Sul.

Pela imprecisão e até alguma incoerência presentes nas respostas dadas por ela, fiquei bem assustado quanto ao que poderá ocorrer na apresentação do Projeto à imprensa e empresários que vai ocorrer nesta segunda-feira, 10.10.2011, às 9 horas, na Câmara de Vereadores de Ilhéus.

Transcrevo a seguir três respostas dadas pela Sra. Eva, e recomendo que vocês leiam a entrevista completa.

A Tarde – Quando o porto deve ficar pronto?

Eva Chiavon – Antes de lhe responder isso há um longo caminho a percorrer. Não tem como eu dizer quando ele vai ser entregue. Posso lhe dizer quando ele tem condições de iniciar (a operação) porque muitas coisas não estão na governabilidade dessa secretária, que são as questões ambientais que estão bem encaminhadas – estamos aguardando a licença prévia para o final deste ano ou no mais tardar no início do próximo. Essa licença é condição para poder “startar” (começar) qualquer processo de construção. Há a licença prévia e a licença de implantação. Outro ponto a ser considerado é a questão da modelagem institucional que está nas mãos da presidente Dilma, ou seja é tarefa da gestão federal. O governo da Bahia está dialogando para ver a melhor modelagem cabível no Porto Sul.

A Tarde – Qual a importância do Porto Sul para o desenvolvimento e a economia do Estado?

Eva Chiavon – O que é importante dizer é que coloca a Bahia e o Nordeste, pelo ramal que vai produzir com o advento da FIOL, com um potencial de utilização para os próximos 50 anos. Evidente que na medida que o projeto e a economia avançam e que a logística se completa pode até superar as expectativas, mas penso que é uma obra (para fomentar) cinco décadas de progresso, porque se você for ver, no 8º ano do projeto, só o minério de ferro terá 25 milhões de toneladas/ano. As perspectivas na área mineral são de grandes avanços. Do mesmo modo, acontece com os grãos (soja, milho) do oeste. O que a gente sabe é que estamos projetando um porto para os próximos 25 anos.

Finalizando a entrevista, A Tarde perguntou: A obra de implantação do Porto Sul vai gerar quantos empregos?

Eva Chiavon – De forma direta 2.030. Empregos indiretos multiplique isso por três, mas não dá para calcular.

É ou não é para ficar assustado com o que pode ocorrer na apresentação de amanhã???

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


TECVAN INFORMÁTICA/GERTEC – Caso de sucesso no Pólo de Informática de Ilhéus

9 outubro, 2011

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O Caderno de Empregos & Negócios do Jornal A Tarde de hoje, 09.10.2011, faz uma análise da pesquisa nacional divulgada pela Deloitte/Exame e mostra que das 250 Empresas brasileiras que mais cresceram nos últimos três anos, treze são baianas, e o mais importante para Ilhéus e o seu Pólo de Informática é que a primeira em crescimento na Bahia e 21ª no Brasil é a TECVAN Informática/GERTEC que nos últimos três anos teve um crescimento de 228,6% em sua receita líquida. A Unidade Industrial da Empresa está localizada aqui na nossa cidade, na Rua Siridião Durval, 102, no bairro da Cidade Nova.

Falando da receita para o sucesso da Empresa, o seu fundador Jorge Pereira, assim declarou: “para se diferenciar da concorrência, é preciso ter o foco no cliente, isso muitas vezes está acima até do financeiro. Devemos resolver qualquer possível problema.”

De acordo com dados obtidos no site da FIEB, a TECVAN Informática é fabricante de teclados para informática e para automação comercial e bancária e conta com 196 empregados. De acordo ainda com Jorge Pereira, o faturamento da Empresa foi de R$ 80 milhões no ano passado e ele espera alcançar um faturamento da ordem de R$ 100 milhões este ano.

É bom vermos o crescimento da TECVAN/GERTEC, e por esta razão parabenizamos todos os seus empregados e dirigentes pelo sucesso, mas é bom também constatarmos que apesar da crise, o nosso Pólo de Informática e Eletroeletrônica está vivo e abrigando empresas que se destacam na cenário nacional. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a Empresa deve visitar o seu site em www.gertec.com.br .


NOTA DA BITWAY COMPUTADORES

7 outubro, 2011

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento hoje, em Salvador-Ba., do nosso Diretor Presidente MARTIAL BATISTA CÂMARA.

Martial nasceu em Itajuípe-Ba., no dia 12.05.1945. Era filho de Martial Barros Câmara e Jocelina Batista Câmara. Casado com Celina Pereira Câmara, pai de Carolina, Marcela, Martial Neto e Diana, e extremoso avô de Alice e Sofia .

Economista, formado pela Faculdade de Ciências Econômicas de Itabuna em 1970, Martial começou muito cedo a sua carreira profissional, tendo trabalhado na CEPLAC, na RITAN, no Banco Lar Brasileiro, no Banco Econômico – PROCESSA,e  na COPERCACAU.

Em 1983 fundou a CACAUDATA, revenda de Computadores SID, e em 1996, com Paulo Carvalho, fundou a BITWAY Computadores, empresa precursora do Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus, que hoje conta com Unidades Industriais em Ilhéus-Ba. e em Piraquara-PR.

Exemplo de filho, pai, esposo, irmão, empresário e amigo, Martial deixa muitas saudades e deixa também um exemplo de vida, mostrando que o homem preocupado com o próximo, pode conviver com o Empresário que cria empregos, gera renda e promove o desenvolvimento sócio-econômico.

O corpo de Martial será cremado hoje às 17:00 horas do Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador-Ba.


ILHÉUS TEVE A PRIMEIRA BIBLIOTECA DA BAHIA, E HOJE…

25 setembro, 2011

Na sua coluna publicada no Jornal A Tarde de 24.09.2011, com o título de “A primeira biblioteca da Bahia”, o antropólogo Luiz Mott, professor titular de Antropologia da UFBA, informa que

salvo erro, tenho o privilégio de ter descoberto no arquivo da Inquisição de Lisboa a primeira biblioteca particular da Bahia, quiçá do Brasil, datada de 1574, propriedade de Rafael Olivi, italiano de Florença morador na Fazenda São João, no termo de Ilhéus. Foi acusado ao Santo Ofício de ter dito uma série de proposições heréticas, do tipo “a religião fora inventada para sujeitar os povos e os milagres dos santos não passavam de artes mágicas”. Ao ser preso pelo vigário e alcaide de Ilhéus, encontraram 27 livros em sua fazenda! Entre eles obras religiosas como o Breviário, A Vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, no Tesouro dos Pobres; obras literárias, como Viagi Fallida, Rime de Monsenhor Pero Lobo Pirotichiria, Comédia de Sacrifícios e, sobretudo, livros científicos: La Nova Ciencia, de Nicoló Tertaglia, Aristóteles, Libelus de Tactus, Discorsi de Nicoló (Machiavel), Josefus Judaico e outros.”

Vale acrescentar que Luiz Carlos Villalta, no seu artigo Bibliotecas Privadas e Práticas de Leitura no Brasil Colonial, quando fala de estudos quantitativos da posse de livros no Brasil colônia, assim se refere a Rafael Olivi e à sua biblioteca “O maior proprietário de livros no século XVI, foi provavelmente Rafael Olivi, italiano estabelecido em Ilhéus, no atual estado da Bahia, dono de 27 volumes.”

Termina assim o oportuno artigo do Antropólogo Luiz Mott:

Estes livros de Rafael Olivi constituem a primeira biblioteca particular que se tem notícia em toda a história do Brasil. Biblioteca diversificada e atualizadíssima, incluindo obras recentemente editadas, como o livro do matemático Tartaglia, falecido em 1557. No século XVI, sobretudo no selvagem Brasil, livros eram raridades caríssimas, daí a importância dessa coleção. Onde foram parar tais preciosidades? O bibliófilo italiano felizmente foi absolvido pela Inquisição. Deo gratias

Pois é meus amigos, em 1574 a nossa Ilhéus já tinha uma biblioteca, a primeira da Bahia e talvez até do Brasil, e o maior proprietário de livros no século XVI. Hoje passados 437 anos, a única biblioteca que tínhamos foi destruída pela incúria dos nossos governantes.

Já que o poder público não faz, talvez a sociedade organizada de Ilhéus deva chamar para si esta responsabilidade. Dentro desta ótica, estou propondo aqui que comecemos, imediatamente, uma grande campanha para criarmos uma moderna Biblioteca Pública na nossa cidade, contando inclusive com uma Seção de Multimeios, onde possamos guardar um acervo audiovisual com partituras, filmes, gravações sonoras, fotografias e etc. Com certeza teremos muita gente para nos ajudar.

Proponho inclusive que a nossa blogosfera, com seu grande poder de penetração em todas as classes sociais, e os nossos órgãos de imprensa abracem está campanha, e que uma das nossas Agências de Publicidade trabalhem o assunto, criando um slogan convocando todos para a criação da nossa Biblioteca, para que todos os blogs,  jornais,  revistas e outros meios de comunicação, passem a divulgar nas suas páginas esta campanha que com certeza será vitoriosa.

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com