BSI DO BRASIL RECOMENDA A CERTIFICAÇÃO DA AXT TELECOMUNICAÇÕES LTDA. NA NORMA ISO 9001:2008

18 março, 2011

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Foi concluído hoje, 18.03.2011, o 2º estágio da Auditoria de Certificação na Norma ISO 9001:2008 da Unidade Industrial da AXT Telecomunicações LTDA., localizada em Ilhéus-Ba., e que é licenciada exclusiva MOTOROLA para produzir itens de alta tecnologia como telefones sem fio, rádios de comunicação Talkabout e outros produtos.

A AXT Ilhéus iniciou suas operações em 12.07.2002, conta com uma Unidade Industrial com uma área construída de 2.100m2, possuindo também um depósito/armazém utilizado para estocagem de produtos acabados com uma área de 1.500 m2.

A Auditoria foi conduzida pelo Auditor Bruno Dessaune ROMANO da BSI Management Systems, que recomendou a Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade da AXT, sistema este que foi desenvolvido pela equipe da AXT, contando com um trabalho de Consultoria feito por Carlos da Silva Mascarenhas, Auditor Líder de Sistemas Integrados de Gestão da CONSULTIC.

O SGQ que controla os 10 (dez) processos da Empresa foi desenvolvido e implantado no prazo de 8 (oito) meses. Além do desenvolvimento do Sistema, a CONSULTIC foi também responsável pelo treinamento de toda a equipe da AXT, num total de 60 (sessenta) empregados, tendo treinado também nos requisitos da Norma, os Auditores Internos da Empresa e a sua Alta Direção.

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Políticos e internet ou Evitando dar um tiro no próprio pé

12 julho, 2010

O assunto do momento: A partir de AMANHÃ, 13 de julho, começa oficialmente a corrida eleitoral, incluindo, pela primeira vez de maneira quase que totalmente liberada, o uso da internet na caça aos votos.

A campanha via internet traz muitas vantagens sobre os tradicionais métodos de conquista de eleitores.

Em primeiro lugar, é uma campanha LIMPA. Limpa no sentido de que não espalha papel pelas ruas ou suja muros com pixações contra ou a favor qualquer candidato.

Depois, é uma campanha que não agride o eleitor em sua privacidade. Ele tem a oportunidade de ler as propostas dos candidatos SE QUISER, e QUANDO QUISER, ao contrário dos infames carros de som, que desta vez estão impedidos de rodar “nas proximidades de escolas, hospitais e sedes do poder Executivo e Legislativo da União, Estados e municípios”.

Além disso, a campanha online permite o feedback imediato dos eleitores, apoiando ou rejeitando as propostas ou posições dos candidatos. Isso, bem administrado, é informação preciosa e pode redefinir os rumos de toda uma campanha.

Outra vantagem é que a campanha na internet é muito mais barata do que  suas versões anteriores. Isso não quer dizer que “qualquer um pode fazer, e por isso será ‘de graça’ “. Pelo contrário. Você, candidato, quer uma campanha bem feita? Invista nela. Contrate profissionais competentes  e que não lhe deixem na mão na hora H.

Administrar pessoalmente uma conta no twitter é louvável, mostra interesse pessoal nos “seguidores”, mas… pode ser a maneira mais eficiente de dar um tiro no próprio pé. Uma frase mal colocada, na hora do sufoco, da raiva ou de cabeça quente pode gerar um efeito em cadeia de dimensões inimagináveis.

Tenho acompanhado twitters de diversos políticos, e, invariavelmente clico no botão de unfollow (deixar de seguir) por não aguentar as tolices que são ditas. Certamente com boa intenção, mas sem orientação, muitos políticos estão dissolvendo seu potencial uso da internet para conquistar votos em um mar de bobagens ditas sem pensar.

Pensando nisso, a Consultic, que tem em sua equipe profissionais envolvidos de maneira teórica e prática com as tecnologias da informação e comunicação, oferece o serviço de criação e gerenciamento de blogs e redes sociais para candidatos a cargos políticos. Isso não significa que a equipe da Consultic irá twittar pelo candidato ou fazer as postagens dos blogs, mas que irá dar ASSESSORIA E CONSULTORIA, além de monitorar as reações do público à campanha.

Ficou interessado? Leia mais e faça contato: ilheus.consultic@gmail.com


Registro de software no INPI vai ficar mais fácil e barato

27 março, 2009

Uma boa notícia para quem pretende registrar seu software no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial . A partir do dia 24 de março de 2009, o código-fonte poderá ser apresentado em CD, e não somente em papel. Para o futuro, a meta do Instituto é realizar todo o processo pela Internet. Vale lembrar que o registro garante segurança jurídica ao proprietário e serve como requisito para licitações governamentais.

A dispensa do papel contribui não apenas para o meio ambiente, mas também facilita a vida do depositante. Afinal, para imprimir o código-fonte, havia pedidos com mais de sete mil folhas.

O custo para quem fizer o depósito em CD ficará em R$ 300. Em papel, até cinco invólucros, o valor é de R$390,00. Há descontos para microempresas, pessoas físicas e instituições de ensino e pesquisa, entre outras.

Com a nova regulamentação do INPI, o proprietário do software poderá gravar o código-fonte num arquivo PDF e salvá-lo num CD ou DVD, acondicioná-lo em caixas apropriadas para CD e colocado em um envelope SEDEX, que pode ser obtido nos Correios. A utilização do envelope SEDEX é para garantir o sigilo dos dados. É preciso fazer uma segunda via deste material. Em seguida, basta juntar a documentação formal e enviar pelos Correios ou levar diretamente ao Instituto.

Para garantir a segurança do processo, o INPI também pedirá autorização ao dono do software para fazer cópia do CD e armazenar as informações protegidas em servidor de dados. A área responsável pelo registro é a Divisão de Registro de Programa de Computador, ligada à Coordenação-Geral de Outros Registros, da Diretoria de Contratos de Tecnologia e Outros Registros.


A Consultic dá assessoria a desenvolvedores que queiram registrar seus softwares. Entre em contato através de ilheus.consultic@gmail.com .


Lembra da sua marca?

7 novembro, 2008

Pois é, ela é SUA propriedade. Mas nem sempre você a trata como tal. Não a protege, não a registra, deixa a pobrezinha à mercê de tudo que pode acontecer com um BEM, desprotegido.

O artigo de Raquel Rezende, Registro de marcas e produtos não é levado a sério pelos empresários diz:

“Cerca de 80% das empresas não possuem registro de marca e podem ter sua identidade roubada

O registro da marca e produtos de uma empresa garante proteção à corporação, identifica o negócio, permite se diferenciar do seu concorrente e proporciona aumento no faturamento. Mesmo assim, cerca de 80% das empresas não possuem registro de marcas, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e essa atitude pode trazer alguns problemas, como a perda do nome da empresa.

Ainda conforme o órgão, em relação a patentes a situação também é crítica: 80% são de empresas que vêm de fora do País para solicitar a exclusividade de comercialização do produto no Brasil, 10% são empresas concentradas no eixo Rio–São Paulo e os outros 10% correspondem a pedidos de registros solicitados por corporações de todo o País.

De acordo com a diretora da Cone Sul Marcas e Patentes, Maria Isabel Montañés, a maioria dos empresários não tem consciência da importância de registrar sua marca. “Eles desconhecem que o investimento na área da propriedade industrial vai alavancar significativamente o faturamento da empresa”, afirma. Segundo ela, a identidade é criada pela marca e a patente confere a exclusividade de comercialização do produto por um determinado espaço de tempo, limitado a 20 anos.

Maria Isabel também atribui o fato da maioria das empresas não ser registrada ao mito de que registrar marcas e patentes é custoso. “O empreendedor que não tem registro corre o risco de trabalhar em cima de uma marca que não poderá ser registrada no futuro e, assim, pode perder direitos sobre ela, e o pior de tudo é que pode ficar sem a identidade da empresa”, enfatiza.

O processo de registro passa por trâmite administrativo, que desde o seu pedido até a efetiva concessão de uso leva cerca de quatro anos e para registro de patente são necessários nove anos. “Durante esse período, a empresa tem respaldo jurídico e está protegida, caso tenha algum problema, como por exemplo outra empresa tentar utilizar sua marca”, explica Maria Isabel. Ela alerta ainda que a empresa que usa a marca de terceiros comete crime. “O empresário infrator terá que parar de usar a marca e indenizar a empresa que foi vítima do uso, já que se trata de uma propriedade”, ressalta.

Para fazer o registro o aconselhável é pedir que um profissional da área faça uma busca sobre o nome, depois a marca escolhida deve ser depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), após 30 dias o INPI publica a marca e se durante o período em que ela estiver publicada nenhuma outra empresa se opor, o processo é deferido. Para manter o registro, o empresário deve efetuar pagamentos de taxas federais a cada dez anos com o propósito de garantir a prorrogação do direito de propriedade.

A Consultic oferece, entre os seus serviços, o Registro de Marcas. A busca inicial é gratuita, e criteriosamente procuramos se a sua marca está disponível para registro. Caso você se interesse, envie e-mail para ilheus.consultic@gmail.com, informando a marca que você deseja registrar. A Consultic garante o acompanhamento do seu processo de registro, e se compromete a verificar quaisquer situações de exigências geradas pelo INPI ou por terceiros (outras empresas que entrem com pedidos de oposição ao seu registro).


Para empresas que desejam se estabelecer no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus

29 outubro, 2008

A Consultic abre em sua carteira de serviços mais um tópico: Consultoria e Assessoria para instalação de Empresas no Pólo de Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus. Com uma equipe experiente e capacitada, oferecemos:

– Assessoria para escolha de local para funcionamento (imóvel/terreno)

– Projeto Industrial para obtenção de Incentivo Fiscal concedido pelo Governo do Estado da Bahia

– Pleito à SUDENE para redução em 75% do Imposto de Renda

– Pleito para obtenção junto ao MCT/MDIC/MF de isenção de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

– Pleito à Prefeitura Municipal de Ilhéus para isenção de ISS/IPTU por 10(dez) anos

– Projeto para obtenção de Licença Ambiental junto ao CRA – Centro de Recursos Ambientais

– Assessoria para Certificação de Sistemas Integrados de Gestão (ISO 9001 – Qualidade, ISO 14001 – Ambiental, ISO 16001 – Responsabilidade Social e OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho)

– Assessoria para preparação de relatórios anuais para MCT

Contatos via e-mail: ilheus.consultic@gmail.com


"Fale mal, mas fale de mim!"

29 outubro, 2008

Este era (ou é) o lema de 9 entre 10 socialites. Tem gente que quer ser notícia, pura e simplesmente. Será que é essa a filosofia da sua empresa?

Outro ditado popular diz quando a gente gosta, fala pra 10. Quando não gosta, fala pra 100. E todo mundo sabe que os ditados populares surgiram pela comprovação do que é vivido, e não o inverso.

Pois o que está acontecendo, nesta nova era 2.0 é que os protestos contra produtos e serviços que não atendem a expectativa do consumidor/cliente estão ganhando corpo e se fazendo ouvir na web.

Nos blogs ou nas redes sociais é a coisa mais fácil do mundo. Coloque no campo de pesquisa do Orkut “eu odeio” e veja o que aparece, em termos de empresas/marcas/serviços. Chegar no MEU espaço pessoal e detonar um a empresa que não cumpriu com o que prometeu ou um produto que não funcionou ou SAC que não retorna minha reclamação é tão simples quanto chupar um pirulito.

Estando do lado do consumidor/cliente, pode-se pensar: eu posso ter perdido meu tempo/dinheiro/paciência/produto, e não estou com disposição para enfrentar uma pendenga judicial, mas uma coisa vou fazer: contar a todo mundo (literalmente) o que passei. E quem diria que esse consumidor/cliente está errado? Eu mesma já fiz isso mais de uma vez no meu blog. Hoje li no Abacate Batido a chateação da Lile com a Saraiva, No Dicas Blogger, a Juliana desesperada com a Telefônica,  o Henrique esfolando o Credicard City como a pior operadora de cartão de crédito e O Ferba além de reclamar das operadoras (“de tv a cabo, de telefonia, de tudo”) faz todo um estudo sobre reclamação das operadoras de celular.

Esses são apenas os blogs que fizeram posts de reclamações hoje, e estão no meu Reader.  Procurando, se acha uma infinidade.

Proteste na web. É de graça, é divertido e você ainda perde um pouquinho de peso ao desabafar para seu WordPress.”

Henrique Pereira, em seu blog Revolução, etc.

Mas agora olhemos pelo lado da empresa. É óbvio que ninguém quer propaganda negativa, que pesa muito mais do que a positiva. Então, o que fazer?

Fazer o “dever de casa”: monitorar sua marca na web. E este é um dos serviços que a Consultic oferece. A partir do momento em que você toma conhecimento do que está se falando sobre sua empresa, pode agir buscando reverter a situação. Enfiar a cabeça na areia como avestruz não resolve nada.

A Folha Online noticia: Empresa de TV a cabo dos EUA rastreia reclamações em blogs.

“A empresa norte-americana de TV a cabo Comcast está utilizando as reclamações postadas em blogs para resolver os problemas dos descontes e aumentar o índice de satisfação com a empresa. Esse foi o caso de Jordan Goddard, que ficou irritado quando seu serviço parou de funcionar.

Querida Comcast, você é uma droga”, escreveu. Quando um membro da equipe da Comcast ligou alguns dias depois, Goddard tinha certeza de que seria processado. Mas o funcionário ligou para pedir desculpas e oferecer ajuda.

“É a primeira vez que uma empresa me contatou sem que eu tivesse que ir atrás dela primeiro”, afirmou.

Conhecida por ocupar os últimos lugares nas pesquisas de satisfação com os consumidores, a Comcast formou uma equipe de sete funcionários na sua sede, na Filadélfia, que procuram por posts na web, que são públicos, com reclamações e tentam resolvê-las.

Os esforços tentam convencer clientes a ver a empresa mais positivamente, o que é uma tarefa difícil. A companhia está entre as piores em satisfação do cliente no ramo de fornecedores de TV, segundo uma pesquisa divulgada esse mês pela empresa J.D. Power and Associates.

Além de blogs, a equipe checa sites especializados, Twitter, redes sociais, sites de consumidores e mesmo o YouTube –onde clientes insatisfeitos podem postar vídeos xingando os serviços dos provedores.

Os representantes da Comcast conseguem rastrear os clientes casando informações nos posts com a base de dados interna da companhia. Se não conseguem saber quem fez o post, eles respondem diretamente no blog.”

Será que é somente a Comcast que precisa fazer isso? Seja sua empresa micro, P, M ou G, é bom você saber o que se fala dela. E encarar as críticas e reclamações como a chance de melhorar a qualidade do seu produto/serviço/atendimento, fazendo seu cliente se sentir ouvido e valorizado.