O bom do blog

14 outubro, 2008

Ou o Bem que o Blog Faz. Poderia ser esse o título do artigo publicado no Jornalirismo.

Fiquei surpresa por haver um relatório (Technorati) que mostrasse cientificamente o que eu SEI por experiência própria.

Foram entrevistados 1,2 mil blogueiros de 66 países, e se comprovou com dados o que já se sabia na prática: “que o ato de blogar faz muito bem ao coração, embora não necessariamente ao bolso.”

“Segundo o estudo do Technorati, que é a principal biblioteca da blogosfera mundial, os blogs serviram para tornar seus autores referência em suas comunidades, sendo reconhecidos e convidados para mesas-redondas, participações em rádios e tevês e autoria de textos na imprensa tradicional. Esse foi um fenômeno verificado com cerca dos 20% dos blogueiros.
Isso quer dizer que o blog foi o veículo das habilidades e capacidade empreendedora de seu autor para o mundo. Uma maneira de se fazer visto.

Satisfação pessoal

Um blogueiro é, além de um ser em agonia e euforia, um sujeito satisfeito de si: é porque a principal métrica de seu sucesso é a satisfação muito pessoal que ele sente. Seu blog é fonte de contentamento, acima de tudo. Setenta e cinco por cento dos entrevistados entraram nessa categoria, a dos felizes.
Depois vêm outras formas de avaliar o trabalho, numéricas, 58% consideram também o número de posts ou de comentários feitos e 53% levam em conta o número de visitantes únicos. Entretanto a auto-estima não cai com a audiência, não.

Mas por que estariam deprimidos, os blogueiros, se 67% deles fizeram novos amigos, gente que jamais tinham visto, por causa exatamente do blog? A atividade de editor de si mesmos, Robertos Marinhos muito particulares e generosos, levou a um envolvimento e a um aprofundamento maior com suas áreas de interesse, com resultado direto: 60% dos entrevistados experimentaram esse estímulo.

Os blogs foram também o empurrãozinho que faltava para seus autores, conectados apenas on-line com seus leitores ou parceiros de caminho, se conectassem diretamente, em pessoa. Foi o que aconteceu com praticamente metade dos ouvidos pela pesquisa. Prova de que os blogs fazem amigos, sim, até de carne e osso.”

Blogar, seja por motivo pessoal ou corporativo, é ainda um ato solitário. De acordo com o Technorati, 78% dos blogueiros produzem sozinhos. Outros 13% contam com ajuda colaborativa gratuita e apenas 9% pagam equipe.

Blogueiros são trabalhadores aplicados: 21% dos ouvidos dedicam de cinco a dez horas semanais ao seu blog; 12% se atiram ao blog de dez a vinte horas por semana; e outros 12% trabalham com fúria por mais de vinte horas per week.

Bem, já deu pra perceber que blogar faz bem. Seja qual for o motivo do start de um blog, ele traz em si a catarse dos sentimentos, quando é um blog pessoal, ou a paixão por determinado assunto, quando é específico. Mas existe também o lado corporativo.

O artigo do Jornalirismo continua:

“Estão falando da sua marca

O Estado da Blogosfera 2008 também mandou um recado muito claro a todas as marcas do mundo, estejam elas preocupadas e presentes ou não na blogosfera e nas redes sociais virtuais: mais de 80% dos blogueiros estão falando de produtos e serviços em seus blogs, expressando suas opiniões (negativas ou positivas) sobre eles. Trinta e sete por cento dos entrevistados revelaram que são comentadores freqüentes de marcas.

Um dos assuntos favoritos para posts é exatamente o testemunho das experiências de seus autores como consumidores e a forma como são atendidos. Este é um tema que vai aparecer nos posts de 82% dos blogs, em 34% deles com freqüência.

Daí a preocupação das marcas, também expressa na pesquisa, e a conseqüente busca de aproximação com esse público. Segundo o Technorati, um terço dos blogueiros já foi sondado por marcas, para que se tornasse advogado delas. A maioria dos blogueiros, de acordo com o estudo, já conta com publicidade em suas páginas, embora com renda média pequena (cerca de US$ 2 mil por ano).”

E aí, está esperando o quê para ter o seu blog? E sua empresa, o que está fazendo, que ainda não começou a usar este canal, cuja relação custo/benefício não deixa margem de dúvidas de que vale a pena?

Se for falta de incentivo… não é mais desculpa. Falta de assessoria também não. A Consultic está aqui para isso mesmo. Faça contato: ilheus.consultic@gmail.com

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A importância das redes sociais

30 setembro, 2008

Quando se fala em “redes sociais”, automaticamente os pensamentos se voltam para o Orkut, rede de relacionamentos que se tornou uma febre, e agora está um tantinho mais relaxada, talvez pelo aparecimento de outras, como Facebook, Netlog, Hi5, Flickr, Limão e outras tantas.

Há quem se tenha “viciado” no orkut, mas há também quem faça questão de dizer que “não tem, não quer ter e tem raiva de quem tem”. Penso que qualquer radicalismo é prejudicial.

Admito que gosto do orkut, sim. Entrei em 2004, logo no comecinho, quando ainda era somente em inglês, e o “bad, bad server” insistia em dizer: “no donuts for you“.  Meus álbuns têm mais de setecentas fotos, meus “amigos” são mais de quinhentos. Mas já fui mais “ligada”.  Hoje, mal respondo os recados que me chegam. Atribuo à falta de tempo disponível (enquanto era “estudante” ou “desempregada” as coisas eram diferentes…”)

Foi exatamente o que percebi no estudo feito pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, e comentado por Daniela Braun: As únicas atividades em que as classes com menor suporte econômico “ganham” da classe “A” são os sites de relacionamento (especificando o Orkut), games e busca de empregos.  (Ver tabela abaixo)

tabela_ideia20

Mas não é exatamente sobre isso que eu quero falar. Quero defender aqui os relacionamentos mantidos/recuperados/construídos com base nas redes sociais. [Excluo desta lista os sites de “busca de parceiro(a)”].  E encontrei um texto super interessante que justifica o aparecimento das redes sociais na internet. Transcrevo uma parte da fala de Joe Kraus, Diretor de Gerenciamento de Produtos da Google:

“O que faz com que dois amigos se sintam “próximos” um do outro? Eu diria que em grande parte são os pequenos detalhes que eles sabem um do outro. O comentário engraçado que um amigo fez para o outro sobre um cartaz que viu quando viajavam, o que comeram no jantar, uma pessoa que encontraram na rua, seus comentários sobre o filme que viram há duas noites atrás. A proximidade geralmente vem do conhecimento de coisas pequenas, não apenas coisas grandes. A distância dificulta o conhecimento desses pequenos detalhes. Quando as pessoas moram juntas, seja com família ou com amigos, é muito fácil conhecê-los. Eles são transmitidos ao andar pelo corredor, sentar para uma refeição ou apenas pelo fato das pessoas estarem juntas. Não é preciso nenhum esforço.

Quando as pessoas vivem separadas, as coisas mudam. De repente, é preciso esforço. Era preciso muito mais esforço quando escrever uma carta era a principal maneira de se comunicar à distância, em vez de e-mail ou IM ou telefone.”

[Eu me lembro da agonia de esperar o carteiro, e a restrição a um telefonema – rápido – por semana,  quando eu morava a 1.200 Km de casa…]

“Entretanto, mesmo com nossa tecnologia atual, ainda dá trabalho. Por esta razão, compartilhamos menos com nossos amigos. E quando compartilhamos, nossa tendência é compartilhar coisas grandes (grandes mudanças no trabalho, grandes eventos familiares, como aniversários ou marcos escolares) e deixamos as pequenas coisas de lado. Começamos a nos sentir menos conectados porque não sabemos os detalhes.

A promessa da rede social é facilitar o compartilhamento de pequenas coisas. Tornar isso algo que não requer esforço e restabelecer aquela sensação de conexão que vem de saber os detalhes. Recentemente minha esposa enviou um álbum público de fotos de bebês do Picasa Web para dez de seus amigos. Quatro deles escreveram de volta dizendo “Eu não sabia que João comprou um carro novo!” (os amigos dela navegaram pelos meus outros álbuns públicos de fotos). Embora ela jamais hesitasse em compartilhar o grande evento (o novo bebê), ela nunca teria compartilhado o pequeno detalhe do meu carro novo: Coisas desse tipo se repetem o tempo todo. Os pequenos detalhes são deixados de lado. Um fim de semana com os avós? Pensando em vender a casa? “Vale a pena” compartilhar essas coisas? Talvez. Às vezes. Para algumas pessoas.

Felizmente, à medida que a rede se torna mais social, não terei de gastar muita energia pensando sobre o que é “suficientemente interessante” para compartilhar com um determinado grupo. As pessoas que se preocupam comigo e que tiverem minha permissão poderão cada vez mais compartilhar partes da minha vida que lhes interessam.”

O “cadeado” no Orkut, as senhas nos Blogs e o bloqueio ou aparecer offline no MSN fazem este filtro com perfeição. Hoje, estou mais próxima de pessoas que vivem a milhares de quilômetros de distância, do que dos meus vizinhos, dos quais não sei nem mesmo o nome. Reconheço – e valorizo – a importância das redes sociais. Especialmente do Orkut  para reencontros  [1488 histórias eu teria para contar sobre este assunto… mas sei que vocês também as tem] e dos Blogs para manutenção. Minha família maior (tios, primos, etc) sabem bem da minha vida por conta de lerem meu Blog Pessoal. Ainda que não nos vejamos, estão presentes na minha vida e eu na deles.

Sim, os pequenos detalhes são importantes, e a vida real é importante. Mas quando a distância exige, os pequenos detalhes chegam através da telinha do PC e a vida real se apropria da tecnologia para suprir as ausências físicas.


Testando o Windows Live Writer

20 setembro, 2008

Por indicação da Juliana, baixei o Windows Live Writer. Assim que li o post dela, vislumbrei a possibilidade de ter de volta um editor de posts, como era o WBloggar, que não acompanhou as mudanças do “novo Blogger”.

Não sei se é novidade de fato, ou se eu é que estava “engolindo mosca” esse tempo todo. Mas o fato é que o WLW é uma delícia, super fácil de usar e de quebra ainda traz uma atualização do MSN (tudo bem que eu quase não estou usando, mas que é bom ficar atualizado, é).

Outra grande vantagem é que ele é compatível tanto com o Blogger quanto com o WordPress. E agora que estou tendo que mexer com os dois, (por conta do meu blog pessoal que é no blogspot) foi um achado!

E ainda permite inserir tabelas e boxes …

e alterar a fonte!!!

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E as frescurinhas possibilidades que oferece nas imagens, como sombras, bordas, assinatura, etc… É, está valendo – e muito!!! Recomendadíssimo, pessoal.


Pra começo de conversa…

22 agosto, 2008

Este é o primeiro post do blog corporativo da Consultic. Pra saber mais sobre a empresa, clique na guia “Consultic” aí em cima. Mas é no dia-a-dia deste blog que você vai nos conhecer melhor.

Este é um espaço não somente para oferta de nossos serviços de Consultoria e Assessoria em TI e Comunicação, mas, principalmente, um canal de comunicação sobre  o que desejamos fazer, o que efetivamente fazemos, e o que ainda podemos fazer. E com você participando, nossas chances de fazermos melhor, crescem bastante. 😉

A proposta é conhecer melhor o conceito de Redes Sociais, o que é um BLOG e como pode ser bem aproveitado, seja qual for a sua realidade: um blog pessoal ou empresarial, específico sobre um assunto ou amplo e aberto, técnico ou descontraído, sério ou divertido… mas em qualquer dessas situações, um lugar de interação.

Interação com seus clientes (atuais e potenciais) se você é um empresário (de qualquer tamanho); interação com outras pessoas que tenham algo em comum com você, sejam elas seus amigos ou (ainda) não; interação com pessoas com as quais você jamais teria qualquer contato, mas por conta de um clique num link qualquer espalhado pela net, chegou até você, até o seu blog; interação com quem vai lhe ensinar algo e com quem vai aprender com você. E essa lista é infinita.

Então, se você chegou até aqui por indicação de alguém ou por um convite nosso, seja bem vindo, e volte. Comente, pergunte, inclua nos seus favoritos, assine os feeds, cadastre para receber por e-mail… Porque esta é “a” oportunidade  de você se jogar de cabeça na blogosfera. E em tudo o mais que as redes sociais podem lhe oferecer de bom. Estamos aqui pra lhe ajudar a descobrir.

Um abraço,

Equipe Consultic.