CIDADES INTELIGENTES

19 novembro, 2011

Repensar as nossas cidades é o primeiro passo para que possamos tornar o nosso planeta mais inteligente e desta forma melhor para que nele possamos viver.

Cezar Taurion que é economista, mestre em Ciências da Computação e gerente de Novas Tecnologias da IBM, afirma que “falar em melhorar as maneiras de como nosso mundo e nossas cidades funcionam é simples, mas difícil de colocar em prática. Porém, pode e deve ser feito”, e aponta no artigo que pode ser encontrado no link a seguir, os cinco passos que devem ser dados para que possamos tornar as nossas cidades mais inteligentes:  Cidades Inteligentes em 5 passos.

 

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com


PEGADA ECOLÓGICA

1 outubro, 2011

Um recado “direto” para aqueles que se colocam frontalmente contra o PROJETO PORTO SUL traçando cenários catastróficos, e também para aqueles que ignoram os seus aspectos e impactos ambientais e querem o crescimento acima de tudo:image

 

“Em vez de tentarmos impedir a caminhada do Projeto, ou acreditarmos ser ele o remédio para todos os nossos males, o que devemos fazer, e com o maior cuidado, é medir, monitorar, estabelecer compensações e se for o caso mitigar a sua PEGADA ECOLÓGICA.”                                                                              

 

Carlos da Silva Mascarenhas

carlos.consultic@gmail.com

 

 

 

O que é Pegada Ecológica?

Texto obtido em: http://www.alvissaras.net/ . Adaptado de wwf.org.br

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!

O que é Pegada Ecológica

A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida.

Conosco, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia. Se não prestarmos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quando mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra. O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados, são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza. A pegada ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver esta de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos. Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

O que compõe a pegada?


A pegada ecológica de um país, de uma cidade ou de uma pessoa, corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam determinados estilos de vida. Em outras palavras, a Pegada Ecológica é uma forma de traduzir, em hectares (ha), a extensão de território que uma pessoa ou toda uma sociedade “utiliza”, em média, para se sustentar. Para calcular as pegadas foi preciso estudar os vários tipos de territórios produtivos (agrícola, pastagens, oceano, florestas, áreas construídas) e as diversas formas de consumo (alimentação, habitação, energia, bens e serviços, transportes e outros). As tecnologias usadas, os tamanhos das populações e outros dados, também entraram na conta. Cada tipo de consumo é convertido, por meio de tabelas específicas, em uma área medida em hectares, Além disso, é preciso incluir áreas usadas para receber os detritos e resíduos gerados e reservar uma quantidade de terra e água para a própria natureza, ou seja, para os animais, as plantas e os ecossistemas onde vivem, garantindo a manutenção da biodiversidade.

Composição da Pegada Ecológica

TERRA BIOPRODUTIVA: Terra para colheita, pastoreio, corte de madeira e outras atividades de grande impacto.
MAR BIOPRODUTIVO: Área necessária para pesca e extrativismo.
TERRA DE ENERGIA: Área de florestas e mar necessária para absorção de emissões de carbono.
TERRA CONSTRUÍDA: Área para casas, construções, estradas e infra-estrutura.
TERRA DE BIODIVERSIDADE: Áreas de terra e água destinadas a preservação da biodiversidade.

De modo geral, sociedades altamente industrializadas, ou seus cidadãos, “usam” mais espaços do que os membros de culturas ou sociedades menos industrializadas. Suas pegadas são maiores, ao utilizarem recursos de todas as partes do mundo, afetam locais cada vez mais distantes, explorando essas áreas ou causando impactos por conta da geração de resíduos. Como a produção de bens e consumo tem aumentado significamente, o espaço físico terrestre disponível já não é suficiente para nos sustentar no elevado padrão atual. Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta, ou seja, de acordo com o que a Terra pode fornecer e não com o que gostaríamos que ela fornecesse. Avaliar até que ponto o nosso impacto já ultrapassou o limite é essencial, pois só assim poderemos saber se vivemos de forma sustentável.

Seu estilo de vida diz tudo

Água
Todos os dias você escova os dentes, toma banho, lava as mãos, faz comida, lava a louça e a roupa, utiliza a descarga. Você já pensou o quanto tudo isso consome de água por dia? Para passar das conjecturas de dados, verifique em sua conta o total de metros cúbicos mensais e divida esse valor por 30 dias e pelo numero de pessoas que moram na sua casa. Assim, você terá a sua média individual diária calculada. Somo hoje 6 milhões de habitantes no planeta, com um consumo médio diário de 40 litros de água por pessoa. Um europeu gasta de 140 a 200 litros de água por dia, um norte-americano, de 200 a 250 litros, enquanto em algumas regiões da África há somente 15 litros de água disponíveis a cada dia para cada morador. Segundo os dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP), o consumo médio diário por habitantes da cidade de São Paulo é de 200 litros de água, considerado altíssimo. Há grande desperdício, isto é, aos paulistanos deixam uma pegada ecológica excessiva, no que se refere a água. Certamente é possível melhorar muito!

Energia Elétrica

Diariamente, você faz funcionar luzes e eletrodomésticos como chuveiros, computadores, liquidificadores etc. Também ouve música ou notícias no radio, assiste programas de TV, lava e seca roupas em maquinas, usa elevadores, escadas rolantes, climatização de ambientes (ar condicionado ou aquecedores). Você já pensou em quanta Natureza é preciso “empregar” para fazer tudo isso funcionar? No Brasil a maior parte da energia elétrica consumida é produzida nas hidroelétricas, que exigem, para seu funcionamento, a construção de grandes barragens. Assim, com o aumento de consumo e a decorrente necessidade de produzir cada vez mais energia elétrica, torna-se necessário represar mais rios e inundar mais áreas, reduzindo as florestas, impactando a vida de milhares de outros seres vivos, retirando comunidades de suas terras e alterando os climas locais e regionais como aumento das superfícies de evaporação.

Alimentação
Atualmente, muitas pessoas comem mais do que o necessário. É o que mostram os altos índices de obesidade no mundo, principalmente nas nações mais desenvolvidas. Mas comer em grande quantidade não garante uma boa saúde, pelo contrário. A alimentação é um item muito importante da nossa qualidade de vida, mas, além disso, uma dieta natural e equilibrada é bastante favorável à preservação dos ambientes. O consumo de alimentos orgânicos ou naturais ajuda a diminuir o uso de agrotóxicos e o equilíbrio alimentar leva uma exploração menos irracional dos recursos do planeta, reduzindo, em muitos aspectos, nossas pegadas. Lembre-se de que não faltam alimentos no mundo e sim uma distribuição mais justa.

Consumo e Descarte

Quanto mais consumimos, mais lixo produzimos. Os resíduos naturais, ou matéria orgânica, podem ser inteiramente absorvidos e reutilizados pela Natureza, mas os tipos de resíduos que nossa civilização produz nos dias de hoje, especialmente os plásticos, não podem ser eliminados da mesma forma. Eles levam milhares de anos para se desfazer no ambiente. Você já mediu quanto você, sua família ou seu grupo de trabalho produzem lixo por dia? A média nos grandes centros urbanos é de 1kg por pessoa. É muito lixo! Mas você pode contribuir bastante se separar os materiais descartados.
Comece separando o lixo entre seco (reciclável) e o úmido (orgânico). Você irá observar que o peso do seco é pequeno, porem seu volume é enorme. Já o lixo úmido, ocupa menos espaço, porém é bastante pesado. Parte do lixo seco pode ser encaminhado para a reciclagem e o lixo orgânico, por sua vez, pode ser destinado a compostagem. Esta atitude pode ser difícil no inicio, pois é necessário envolver todos que estão à sua volta, mas se você tem vontade de fazer algo que realmente contribua com a preservação do nosso planeta, continue tentando e implante a coleta seletiva.

Transporte
Quanto você se desloca por dia? De que forma: carro, ônibus, trem, metro, a pé ou de bicicleta? A maioria dos meios de transporte que utilizamos em nosso cotidiano utilizam combustíveis fosseis, ou seja, não renováveis, Esta fonte energética que vem do petróleo, do carvão e do gás natural polui o ar, principalmente nos grandes centros urbanos, devido à enorme quantidade de automóveis.
Hoje em dia, a ciência e a sociedade civil têm pressionado o poder público e a iniciativa privada na busca de soluções para a poluição. Este enorme problema agrava o aquecimento global e ocasiona o aumento de doenças respiratórias. Por isso, um transporte sustentável tem de utilizar eficazmente a energia, ou seja, transportar o máximo de carga possível gastando o mínimo de combustível. Daí a importância de se utilizar o transporte coletivo e de oferecer carona sempre que possível. Andar de bicicleta e andar alguns trechos a pé, também ajuda a reduzir sua pegada.

A Benção da Mordomia para a Sustentabilidade

É uma grande benção ser reconhecido como bons Cristãos e Bons Mordomos Ecológicos.

Exercendo a mordomia ecológica, somos abençoados com Sustentabilidade e com um Planeta habitável. Desse modo, os filhos de nossos filhos nos agradecerão por nossa mordomia ecológica e por nossas atitudes responsáveis no uso e na conservação dos recursos naturais de que dispõe nosso Planeta.

Além disso, a mordomia ecológica possui também recompensas financeiras. Na manutenção de um estilo de vida menos consumista, cada um de nós poderá economizar recursos que podem ajudar ainda mais na Obra do Senhor na Terra, e desse modo, poderemos servir ainda mais!

Sustentabilidade pode também ser uma benção na nossa vida!


TIC verde

8 março, 2010

“As decisões de consumo fazem a diferença

O destaque para medidas de sustentabilidade como estratégia corporativa pode impulsionar a carreira do CIO

Jose Jairo Santos Martins , presidente da SUCESU – SP

Empresas do mundo todo já se convenceram de que o trabalho com afinco para minimizar o impacto produzido por suas operações no meio ambiente não é mais uma questão de opção ou boa fé, virou obrigação.
Desde 2002, empresas listadas no índice Dow Jones de Sustentabilidade – DJSI, principal índice do setor, tiveram valorização superior ao Dow Jones tradicional. Tal reconhecimento já chegou ao Brasil. Em dezembro de 2005 a Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa – lançou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).  Companhias que se destacam por atender as melhores práticas em termos de responsabilidade social e sustentabilidade financeira e ambiental ao menos na teoria apresentam menor risco aos seus acionistas. Portanto, suas ações tentem a oferecer desempenho melhor no longo prazo.
Se o investidor está cada vez mais interessado em aplicar recursos em empresas com preocupação ambiental e social, o mesmo acontece com consumidor ao adquirir determinado produto e, felizmente, a tendência é um caminho sem volta. Segundo o colunista e escritor Max Gehringer muitas grandes organizações estão incluindo programas sociais no planejamento estratégico. Com as menores é só uma questão de tempo e completa “a responsabilidade social deixou de ser mérito de algumas para ser dever de todas e as que saem na frente se beneficiam”

Como vimos, das inúmeras vantagens em se adotar uma política focada no Desenvolvimento Sustentável, além de econômicas, estão a melhoria da reputação, a fidelização dos públicos e  a possibilidade de antecipação dos problemas e prevenção dos riscos sejam de ordem social, ecológico, jurídico ou de imagem.  Ainda reduzem os custos ligados ao consumo de recursos e produção de resíduos e representam importante diferencial competitivo, com indiscutível aumento do valor da marca.
Por ser uma das maiores consumidoras de energia, a Tecnologia da Informação entra como uma das principais áreas a sofrer mudanças. Se as empresas usuárias encontram a motivação para se tornarem “verdes”, os fornecedores de tecnologia acabam pressionados por uma força muito poderosa: o cliente. A recomendação é tentar reduzir o impacto ambiental ao longo do ciclo de vida dos produtos e serviços que oferecem, uma cobrança que vem aumentando pelos CIOs aqui no país.
Enfim, fazer a tecnologia avançar sem prejudicar o meio ambiente, é uma questão de ordem para o mercado e para nós cidadãos. Por meio de nossas decisões de consumo devemos garantir às futuras gerações uma sociedade mais próspera e justa, um planeta mais limpo e uma qualidade de vida melhor, que possibilite um crescimento econômico com desenvolvimento sustentável.

Tecnologia eficiente do ponto de vista ecológico é mais econômica e produtiva. Ao mesmo tempo uma empresa engajada com a Responsabilidade Social ganha visibilidade, cria lealdade, atrai simpatia de consumidores, fornecedores e sociedade e, é claro, gratifica proprietários e acionistas.

Sustentabilidade é uma imposição do mercado e quem não aderir vai perder terreno, porque empresa boa é empresa responsável e empresa responsável é empresa rentável.

Uma boa oportunidade para o CIO

Antever as oportunidades e estar à frente de iniciativas de desenvolvimento sustentado como estratégia corporativa impulsiona a carreira dos CIOs e dos profissionais de TIC em geral. Afinal, rende uma ótima visibilidade dentro e fora da companhia e valoriza o passe do executivo.

O CIO deve entender onde as operações da companhia têm mais efeito no meio ambiente o que, segundo os analistas, ainda não é um fato corriqueiro. O resultado é a falta de preocupação com o nível de emissão de CO2 e o alto consumo de energia na infra-estrutura de telecomunicações e TI.  Mas esse quadro vai mudar.

O Gartner prevê que 50% das organizações de TIC terão políticas ambientais até 2010, cerca de 1/3 das companhias incluirão a sustentabilidade como base de comparação na hora de selecionar os fornecedores e, até 2012, três dos dez principais critérios de compra de tecnologia serão exigências sobre medidas em respeito ao meio ambiente.

Nesse sentido, rever ações internas são simplesmente imprescindíveis. Com base no uso de PCs, servidores, sistemas de refrigeração, telefonia fixa e móvel, redes locais de dados (LANs), impressoras e telecomunicação corporativa, o instituto de pesquisa alerta que fabricantes e usuários de tecnologia são responsáveis atualmente por 2% da emissão global de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, nível comparável somente ao da indústria de aviação.

Por sua vez, o processo de produção de um microcomputador exige 10 vezes seu peso em combustíveis fósseis e 1,5 mil litros de água para ser concluído. Apenas um chip de memória randômica consome 1,7 kg de combustível fóssil ou 400 vezes seu peso. Ao mesmo tempo, até 2030 a demanda de energia elétrica deve aumentar em 53%.

Uma forma de reverter os danos é desenvolver produtos e serviços que não causem impactos negativos ao meio ambiente, a chamada neutralidade em carbono. 

Outra sugestão aos gestores de TIC na hora de exercerem o poder de compra é se ater à maneira como os computadores são projetados e utilizados. Hoje somente 10% dos equipamentos obsoletos são reciclados.

Mas pequenas atitudes de comportamento no dia-a-dia também surtem grande efeito como desconectar aparelhos da tomada, regular carros, adotar a carona solidária, utilizar o papel branco que é mais racional e dar preferência ao álcool como combustível.

Outro bom exemplo a ser seguido é escolher os “papéis produzidos com certificação florestal” por garantir aos consumidores a fabricação com base em todas as normas legais e éticas desde a plantação da muda até o modo correto do corte.

Atitudes de Sustentabilidade em TIC que irão melhorar a eficiência energética, contribuir para os resultados da empresa e diminuir os danos ao ambiente

  • Equipamentos econômicos – produzir e utilizar equipamentos de TIC com baixo consumo de energia

  • *Impressão – usar produtos e soluções mais eficientes em relação ao consumo de energia, como os de alta tecnologia e aparelhos multifuncionais, mais econômicos que equipamentos separados (impressora, scanner, fax).                                                             

  • *Conscientização – incentivar o comportamento consciente, como desligar o monitor na hora do almoço e tirar da tomada os aparelhos portáteis, assim que carregados.

  • *Menos viagens a negócio – Considerar a adoção do teletrabalho e teleconferência para colaborar na diminuição dos congestionamentos no trânsito e do uso de combustível.

  • Virtualização – o aproveitamento atual de servidores é de 5 a 20%.  Com software de virtualização é possível chegar a 80%, sem perder performance.

  • Storage e Redes – sistemas de armazenamento e componentes de rede podem representar até 1/3 do consumo de energia.  Implementar um sistema hierárquico de gestão de ciclo de vida da informação (ILM – Information Lifecycle Management) diminui os números. O método auxilia na escolha adequada do meio de armazenamento de acordo com o tipo e importância da informação.

  • *Reciclagem – Computadores e baterias de celular devem ser reciclados rotineiramente, para os fabricantes além de promover a melhoria de imagem também se mostra um excelente negócio. Conforme estimativas são gerados mundialmente entre 20 a 50 milhões de toneladas de sucata eletrônica, apenas na Califórnia 6 mil computadores por dia são sucateados.

  • *PC e notebook Um PC típico só aproveita metade da energia consumida. O excesso é dissipado em forma de calor. Ligado 10 horas por dia é responsável, por ano pela emissão de 1/10 de CO2.  Com mais de 1 bilhão de computadores em uso no mundo, é fácil imaginar o quanto de energia é consumida. Antes de adquirir um novo computador, deve ser analisada a possibilidade de optar por um notebook, que consome em média 30 Watts, enquanto que PC convencional de 150 a 200 Watts.

Quando o assunto é Data Center

    • Até que se verifique a real importância, desativar os programas cuja finalidade não seja claramente identificada.

    • Utilizar mais softwares com código que exigem menor capacidade do hardware.

    • Cerca de 40% do consumo de energia do Data Center é de refrigeração, o percentual sobe à medida que se abaixa a temperatura. São suficientes 26 graus e não 18 graus, como habitualmente empregado. Utilizar  hardware mais eficiente reduz a geração de calor e a conseqüentemente a necessidade de refrigeração.

Segundo o Gartner

  • 50% das organizações de TIC terão políticas ambientais até 2010

  • 1/3 das empresas incluirão entre os critérios de seleção de fornecedores tópicos de sustentabilidade

  • Em quatro anos três dos dez principais critérios de compra de tecnologia serão exigências sobre medidas em respeito ao meio ambiente

Um dos indicadores da crescente preocupação com sustentabilidade  é o aumento do número de companhias que publicam balanços sociais. Segundo o jornal O Estado de São Paulo em 1997, foram apenas 14 deles e em 2003 a quantidade já havia passado de 300.

Responsabilidade Social Empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona. (Instituto Ethos)

“Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades". (Nosso Futuro Comum – Relatório BRUNDTLAND)”

Fonte: SUCESU-SP