FINEP lança edital de R$500 Mi para Inovação

10 setembro, 2010

 

A FINEP acaba de lançar o edital nacional de subvenção econômica 2010, no valor de R$ 500 milhões. Os recursos, de natureza não reembolsável, vão apoiar projetos de inovação desenvolvidos por empresas brasileiras em seis áreas estratégicas: tecnologias da informação e comunicação; energia; biotecnologia; saúde, defesa e desenvolvimento social. Na área de energia, por exemplo, o edital contemplará projetos de pesquisa voltados para o desenvolvimento do carro elétrico além de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo. As empresas interessadas têm até o dia 7 de outubro para preencher o formulário eletrônico, que estará disponível no site da FINEP no dia 31 de agosto.

Poderão concorrer aos recursos empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em pequenas empresas, empresas de pequeno porte e microempresas e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 

A empresa que tiver seu projeto aprovado, também precisará investir recursos próprios no desenvolvimento da pesquisa. Essa contrapartida varia entre 10% e 200% do valor do financiamento, dependendo do porte da empresa. As empresas que tiverem interesse poderão recorrer aos programas de crédito da FINEP para levantar os recursos oferecidos como contrapartida na proposta de subvenção econômica. “Ao utilizar o instrumento da subvenção, a ideia do governo é dividir com o empresário o risco da inovação”, afirma o diretor da FINEP, Fernando Ribeiro. Daí a exigência da participação financeira da empresa no desenvolvimento da pesquisa apoiada pela subvenção.

No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.

Conheça alguns dos temas que serão apoiados nas seis áreas:

Tecnologias da Informação e Comunicação – Projetos de desenvolvimento de circuitos integrados, componentes eletrônicos para displays e dispositivos optoeletrônicos e microeletromecânicos, além de sistemas, software ou hardware, de grande impacto na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, capazes de alavancar a empresa para o mercado externo, nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e sistemas de e-gov. O edital inclui ainda equipamentos, dispositivos e sistemas inovadores para comunicações de alta velocidade, capazes de impactar de forma significativa a implementação do backbone do Plano Nacional de Banda Larga.

Energia – Desenvolvimento de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo e/ou gás, incluindo modelagem de bacias, imageamento sísmico e aquisição e processamento de dados. Também engloba plantas-piloto para obtenção de etanol de segunda geração a partir de biomassa e algas e sistemas de tração elétrica, baterias e capacitores aplicados a veículos elétricos automotores, inclusive em versão híbrida.

Biotecnologia – Inovações em bioprodutos para aplicação em agricultura, plantas geneticamente modificadas destinadas ao controle de pragas e doenças e à adaptação a condições adversas, para culturas industriais; fixação de nitrogênio em gramíneas e leguminosas. Inclui ainda o desenvolvimento de bioprodutos para aplicação nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, que utilizem princípios ativos e essências retirados da biodiversidade brasileira, e para diagnóstico rápido de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.

Saúde – Desenvolvimento de dispositivos de uso em saúde humana, com ênfase em implantáveis: marcapasso, cardioversor desfibrilador, coclear com gerador elétrico e próteses de quadril e joelho, alem de equipamentos em saúde, com ênfase naqueles destinados a: diagnóstico por imagens; diagnóstico in vitro; hemodiálise e acessórios; amplificação sonora individual; centrífuga refrigerada para bolsa de sangue; freezer / conservador de ultrabaixa temperatura para amostras, sangue e vacinas. Inclui ainda inovações para testes e avaliação da segurança e desempenho de equipamentos elétricos,  em moléculas e processos que contribuam para o desenvolvimento da produção nacional de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos para uso no tratamento de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.

Defesa – Propostas de soluções integráveis para voo autônomo, incluindo decolagem e pouso automático e sistemas óticos e infravermelho para Veículo Aéreo Não Tripulado. Também inclui sistemas ligados à segurança e controle de navegação; acelerômetros e girômetros para aplicações diversas e materiais para proteção balística individual e de veículos para emprego militar.

Desenvolvimento Social – Sistemas de massificação do acesso à internet de banda larga, para atender as políticas públicas de inclusão digital em áreas urbanas e rurais, produtos e processos baseados em tecnologias sustentáveis para: habitação de interesse social, saneamento em processos de tratamento de água e esgoto, de baixo custo de implantação, operação e manutenção. Também apoiará produtos e serviços inovadores que permitam a acessibilidade de pessoas com deficiências, dentro dos princípios do design universal.

 

Fonte: Site FINEP http://www.finep.gov.br//imprensa/noticia.asp?cod_noticia=2314

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Pela representação da área de TIC no Congresso Nacional

25 agosto, 2010

A grande maioria do eleitorado brasileiro vota por simpatia ao candidato, independentemente do partido político ao qual esteja ele filiado ou do nível de competência que ele possua para exercer o cargo postulado. Tanto porque esta maioria desconhece o que deve fazer um deputado ou um senador no Congresso Nacional.

É por comungar como este entendimento que inúmeros esportistas e profissionais da área do entretenimento se lançaram como candidatos a deputados e senadores – ver relação reproduzida abaixo.

No Esporte:
Acelino Popó Freitas (PRB-BA)- O boxeador concorre a deputado estadual
Maguila (PTN-SP)- Ex-boxeador,quer ser deputado federal
Marcelinho Carioca (PSB-SP)- Ex-jogador, concorre a deputado federal
Romário (PSB-RJ)- Ex-jogador, busca uma vaga na Câmara Federal
Vampeta (PTB-SP) – Ex-jogador, concorre a deputado federal
Fabiano (PMDB-RS) – Ex-atacante do Inter, é candidato a deputado estadual
Danrlei (PTB-RS) – Ex-goleiro do Grêmio, concorre a deputado federal

Na Música:
Gaúcho da Fronteira (PTB-RS) – Músico concorre a deputado estadual
Kiko (DEM-SP) – Membro do grupo KLB, concorre a deputado federal
Leandro (DEM-SP) – Integrante do KLB, concorre a deputado estadual
Netinho (PCdoB-SP) – Cantor do grupo Negritude, concorre a senador  
Reginaldo Rossi (PDT-PE) – Cantor, concorre a deputado estadual
Renner (PP-GO) – Integrante da dupla Rick&Renner, concorre ao Senado
Sérgio Reis (PR-MG) – Cantor e ator, concorre a deputado federal
Tati Quebra-Barraco (PTC-RJ) – Funkeira, concorre a deputada federal

Na Televisão:
Ronaldo Esper (PTC-SP) – O estilista quer ser deputado federal
Pedro Manso (PRB-RJ) – Humorista, disputa na vaga na Assembleia Legislativa
Dedé Santana (PSC-PR) – Humorista, quer ser deputado estadual
Tiririca (PR-SP) – Humorista, disputa uma vaga na Câmara Federal
Batoré (PP-SP) – Humorista, quer uma vaga na Câmara Federal

No Pomar:
Mulher Melão (PHS-RJ) – Cristina Célia Antunes Batista concorre a deputada federal
Mulher Pera (PTN-SP) – Suellen Aline Mendes Silva quer ser deputada federal

Apesar do LULA ter abalado os critérios de analise sobre a relação “nível de escolaridade – cargo postulado”, seria uma imaturidade achar que este fator não deve ser considerado na escolha do melhor candidato, principalmente quando tratamos da recomposição do poder legislativo. Há candidatos, a exemplo do Maguila e da “Mulher Pera”, cujas fichas de registro da candidatura, expressam “Ler e escreve” no quadro referente ao nível de escolaridade.

Sendo respeitado o resultado das urnas, a maioria dos novos será engolida pelas “velhas raposas” nos debates e acordos no congresso nacional.

Todos aqueles que falam que a maioria do eleitorado não é politizada, sabem que não poderão mudar o “voto por simpatia” dentro do tempo que resta para as próximas eleições.

O que então fazer?

Como sabemos que os congressistas se agrupam por interesses de classes, sugiro que fortaleçamos as campanhas daqueles os quais já conhecemos como eficazes defensores das áreas que respectivamente atuamos.

E nós que atuamos na área da TIC deveremos pesquisar a proposta de trabalho dos atuais candidatos em busca de comprometimento com a evolução positiva desta área.

Eu pessoalmente estarei votando em Walter Pinheiro – 130 para senador. E sugerindo a todos os outros que atuam na área de TIC da Bahia que, independentemente em vota para outros cargos, que também votem em Pinheiro. Até mesmo aqueles que tem simpatia por outro candidato ao Senado. Isto porque para o senado poderemos votar em dois candidatos.

Deraldo Pitombo.


A SABEDORIA DE NAPOLEÃO BONAPARTE

12 agosto, 2010

Autor desconhecido

Dizem que Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos:

1. Os inteligentes com iniciativa;
2. Os inteligentes sem iniciativa;
3. Os ignorantes sem iniciativa e
4. Os ignorantes com iniciativa.

Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de
comandantes gerais, estrategistas.

Os inteligentes sem iniciativa, Napoleão deixava-os como oficiais para receberem ordens superiores para cumpri-las com diligência.

Os ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava na frente da batalha,  buchas de canhão, como dizemos.

Os ignorantes com iniciativa, Napoleão os odiava e não os queria em seus exércitos.

Um ignorante com iniciativa é capaz de:

  •    * fazer besteiras enormes e depois dissimuladamente, tentar ocultá-las;
    * fazer o que não deve, falar o que não deve, até envolver-se com quem não deve e depois dizer que não sabia;
    * perder boas idéias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos;
    * produzir sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.

É, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa, empreitada ou governo.


O Google é mesmo um “pai”.

8 julho, 2010

Às vezes por brincadeira, relembrando a expressão dos antigos que chamavam o dicionário de “pai dos burros”, ou a visão antiga do “Papai sabe tudo”, eu me refiro ao mecanismo de pesquisa do Google como o Pai Google, aquele que sabe todas as respostas, sejam quais forem as minhas perguntas.

O verbo googlar (perguntar ao Google) já caiu no uso dos internautas, especialmente dos mais curiosos, que querem saber tudo sobre qualquer coisa. O que muita gente não sabe (nem eu sabia até ler este artigo no IDGNow) é o quanto as pesquisas do Google podem ser refinadas e você ter os resultados desejados MUITO mais rápido.


“O Google é cheio de funções e truques úteis que poucos conhecem. Recentemente, estive com dois engenheiros da empresa, Jake Hubert e Dan Russell, aprendendo como obter mais do mecanismo de pesquisa que eles ajudam a desenvolver.“ diz a matéria do IDGNow.

Por exemplo: Filtrando a pesquisa por data:

“Agora, dê uma olhada no canto esquerdo. Há a opção “em qualquer data” selecionada. Abaixo, tem-se “mais recentes” e “últimos dois dias”. Escolha um desses dois e repita a pesquisa. Dessa vez, no mesmo espaço onde só havia três escolhas, surgem algumas outras, como “última semana”, “último ano” ou até “intervalo personalizado”.

Ou fazer cálculos e conversões:

“A calculadora Google é outro recurso escondido. Eficiente, ela soluciona de simples problemas aritméticos a questões de trigonometria. O melhor é que ela é grátis e você nunca a perderá de vista.

As conversões também são muito práticas. Pesquise “250 libras em quilos” ou “120 reais em dólar” e pronto: você terá o valor buscado na unidade de medida desejada.”

Para ver mais dicas úteis, leia todo o artigo. Mas não esqueça: para trabalhos escolares e acadêmicos, nada de copiar o que o Pai Google dá de presente. Além de crime contra o direito autoral é a certeza de garantir um ZERO ou até o cancelamento da matrícula num curso de faculdade pública.


“O OCASO DA BITWAY (E DO PÓLO DE INFORMÁTICA)”

5 julho, 2010

Continuando o registro da situação enfrentada pela Bitway Computadores, transcrevemos a matéria do Pimenta na Muqueca publicada hoje, 5 de julho de 2010.

“O segundo semestre de 2010 e a campanha eleitoral começam com uma péssima notícia para a economia sul-baiana e, especificamente, para o Pólo de Informática de Ilhéus.

O pedido de recuperação judicial da Bitway é algo que pode significar até o fim do pólo que já concentrou mais de cinco dezenas de indústrias de eletroeletrônicos e responde por dois terços do PIB de Ilhéus.

Genuinamente ilheense, a  Bitway entrou em bancarrota em meados de 2009 em operações mal-sucedidas de importação de componentes sem o devido seguro e outras questões de gestão do negócio (veja matéria exclusiva do Pimenta, aqui).

Fabricante de computadores (desktops e notebooks) e monitores, a Bitway chegou a empregar quase 300 pessoas no auge.

Era apontada como uma das cinco maiores montadoras de computadores do país. Expandiu suas atividades, em consórcio com capital norte-americano, e abriu uma fábrica no Paraná, visando os mercados do Sudeste e Sul brasileiros e o Mercosul. O baque é grande.

Tecnicamente, o pedido de recuperação judicial tornado oficial pela empresa na semana passada – revelado aqui no Pimenta – dá um fôlego  à Bitway para quitar suas dívidas. Fôlego de, pelo menos, dois anos. É tempo para a recuperação ou a temível falência.

A empresa havia iniciado em 2010 um processo de demissões que praticamente foi encerrado na semana passada. Todos os demitidos o foram sem receber o que lhes é devido, tamanha a crise financeira.

Há alguns anos o pólo de informática ilheense vem perdendo competitividade. Empresas têm migrado para outros destinos, como o estado de Minas Gerais. Alegam questões como infraestrutura por exemplo. Para fechar o cenário, algumas delas praticamente fecharam as portas após uma operação de combate à sonegação fiscal.

Quais serão os caminhos apontados pelos governos federal e estadual para evitar a morte do pólo ilheense? Até aqui, os sinais são desanimadores.

O cenário fica ainda mais tenebroso quase se tem à mente que investimentos em pesquisa e novos empreendimentos em informática são desviados de Ilhéus para a Região Metropolitana. Aos 15 anos e antes de completar a maioridade, o Polo de Informática ameaça sumir do mapa.

COMENTÁRIOS (no Pimenta na Muqueca)

Kila Habib disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 7:03

Onde estão nossos representantes? Cadê os politicos que amam tanto a terra da Gabriela? Se vocês não se pronunciarem teremos famílias desempregadas, veremos mais uma vez Ilhéus sumir do mapa. Claro que deve haver uma saída, basta o querer daqueles que tiverem interesse. Chamo a atenção de todos para o CUIDADO a quem daremos nosso voto em outubro. Não é justo que nossa cidade seja uma eterna TETA para ser sugada sempre. Acorda minha gente, dormir no ponto fará do prejuizo um certificado de incompetência coletiva.É preciso botar a boca no trombone para que os políticos reajam.Eu Amo Ilhéus.

Daniel Sandes disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 8:42

Pelo que sei a Bitway detonou seus principais e primeiros parceiros pelo Brasil a fora, estes ajudaram a criar a empresa, vestiram a camisa porem a Bitway acabou com todos eles. Cresceu o olho com a venda de grande volume para a Insinuante, isto é colocou todos os ovos em uma cesta só, agora que recebeu um pontapé, está procurando desculpas de crise internacional para tapar o buraco. Desviou muito dinheiro da empresa subsidiados pelo governo para comprar prédios, carros e mansões particulares. Quanto maior o Gigante, maior a queda. Ja existe em andamento processos de milhoes de reais contra o Grupo da Bitway, basta saber se eles terão dinheiro para pagar quando a sujeira que esta debaixo do tapete aparecer. O Estado não pode pegar dinheiro do contribuinte para ajudar uma empresa que destruiu muitas outras para sair de bom moço. Daniel Sandes

Sérgio Oliveira disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 9:08

O problema é que Ilhéus sempre quer tudo, mas não oferece a mínima estrutura para coisa alguma, …!!!

O resultado: Nós já conhecemos, …!!!

Acrônico disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 18:51

Vamos com calma, a Bitway é uma empresa privada, tem ótimos incentivos fiscais e já tem gente perguntando cadê os políticos!?

Tenha dó…

De quem lê!

Tito Ramos disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 19:39

Sr. Editor,

Esse negócio de sensibilizar a sociedade com desemprego de 300 funcionários, e na realidade não passa de pouco mais de 120 funcionários, é coisa para boi dormir, o que é preciso debater onde foi parar os milhões de reais, dinheiro do contribuinte injetado na empresa, através dos organismo federais e que por incompetência de um bando de maloqueiros foi desviado para o patrimônio dos sócios da empresa. É preciso um basta nestes embustes.

Pr. Tito Ramos

PS: Kila, o povo não está mais nessa não, neste mato tem coelho…

Alex disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 21:31

O pólo não se resume a fracassada política da Biway…que exagero…não dá para fazer planos mau elaborados…dar salto maior do que a perna e dizaer que o pólo vai morrer por causa dela…é um fato lamentável, mas o pólo não é só Bitway…o Colega Sandes mandou bem.

eleitor apimentado disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 21:43

E preciso uma auditoria esterna independente pra se saber o que aconteceu com a Bitway.

marina disse: 5 05Etc/GMT+3 julho às 22:09

Ilhéus continua sendo a cidade do JA TEVE.
Pior que nessa história quem se f@d# são os EMPREGADOS
porque os PATRÕES JA GUARDARAM OS SEUS MILHÕES. DUVIDAM???

Zoião ilheense!!! disse: 6 06Etc/GMT+3 julho às 11:28

Acho realmente que tem algo errado, mas o engraçado e que todo mundo nota na região, é que apenas um dos sócios enbanja dinheiro, carrões, mansões,etc., enquanto o outro, leva uma vida digamos mais discreta. O que será que acontece??
Se fosse eu o outro sócio abriria meu olho!!!!

Sandro Neto disse: 6 06Etc/GMT+3 julho às 18:42

Interessante é como ainda aparece quem defenda a Bitway, Eles tiraram o dinheiro de Ilheus, depois de tantos anos sulgando a cidade com os incentivos recebidos aqui, para investir em uma outra mega fabrica em Piraquara-Curitiba (Diga-se de passagem que continua a todo vapor sem demitir ninguem por lah) Depois querem ajuda do municipio e do governo para fechar o rombo, se ja estavam em dificuldades, porque investiram tanto em outro estado? e se iriam demitir porque nao fizeram lah amenizando a demissão em massa na terra de origem, são tantas perguntas, gostaria de ter todas as respostas. Sandro Neto…

José Araujo de Macedo disse: 7 07Etc/GMT+3 julho às 0:54

Depois de tanto ler a respeito, alguns posicionamentos chocados, outros de protesto, muitos sem o menor conhecimento do que se passa no mundo empresarial, vou tentar fazer um resumo – desculpem se cometer alguma falha ou impropério.

Primeiro Ponto – Incentivo Fiscal:

Muitos comentários de que a empresa sugou recurso público, recebeu injeção de recursos, etc., até onde se sabe, NENHUMA empresa do Pólo de Informática recebeu UM CENTAVO de injeção de recurso federal ou estadual ou muito menos municipal.
O que existe aqui em Ilhéus, na Bahia e em praticamente TODOS OS ESTADOS e na União (A nível de tributos federais), são programas de incentivos fiscais, plenamente legais e que muitas empresas enquadradas gozam destes benefícios, em contrapartida de algumas exigências, mas nem TODOS os tributos são incentivados, portanto uma parcela dos tributos é paga. O município por sua vez, SEMPRE recebeu o repasse do ICMS, o estado concede o incentivo mas não deixa de fazer o repasse da quota municipal.
Para aqueles que “acham” que o estado injetou recurso nas empresas, sinto decepcioná-los mas estão redondamente enganados. Já para quem “acha” que a empresa BITWAY “desviou” recursos para montar uma mega fábrica no Paraná, sinto também decepcionar, pois segundo “matéria de seu pimenta”, e cremos ser verdadeiro, a sua fábrica do Paraná tem capacidade de montagem mensal de 1/6 (um sexto) da fábrica de Ilhéus, então a MEGA fábrica deve ser a daqui e não aquela de lá, é uma questão matemática.

Segundo Ponto – Mercado:

Na matéria de “seu pimenta” ele elenca e com muita propriedade que o ponto crucial desta fase negra da BITWAY foi a perda da parceria com um grande magazine regional (Insinuante), que deveria responder por uma polpuda parcela da produção da empresa, este fator a nosso ver implica então na produção da fábrica de Ilhéus, infelizmente para nós e temos certeza que mais ainda para a empresa e seus sócios – ambos Ilheenses, não se pode demitir onde tem produção e sim onde não há produção.
A BITWAY é a bola da vez do Pólo de Informática, já se foram Bahiatec, Waytec, Ibracomp, Notecel, Linear, Sense, Advanced, Netgate, Megaware, Preview, e outras que não lembro agora, algumas se mudaram e outras fecharam mesmo, isto sem citar outras tantas de porte menor que “fecharam” após algumas ações da Receita e Polícia Federal, neste sentido NUNCA se ouviu falar da BITWAY envolvida em nenhum dos escândalos que estouraram em cima do Pólo de Informática, alguns orquestrados por interesses de outros centros produtores.

O mercado de computadores vem mudando rapidamente para Notebook, e quem não planejou sua logística, produção, parceiro de tecnologia e principalmente o seu CAIXA, não vem e não vai sobreviver, produzir notebook com incentivo fiscal é extremamente complicado e CARO, são operações que envolvem recursos de grande monta, e cremos que por aí tenha começado a queda da BIT e de outras tantas empresas do ramo.
Poucas empresas conseguirão sobreviver, terão que repensar sua engenharia, linha de montagem, para um número cada vez menor de microcomputadores e cada vez maior de notebook, se não produzir o notebook vai ficando fora do mercado que naturalmente ficará seleto e nesta seleção natural quem vai terminar pagando a conta é o consumidor, pois onde não tem ou é pequena a concorrência a tendência é de PREÇOS ALTOS.

Caminhos para a BITWAY e outras empresas do ramo e do nosso Pólo:

Certamente Paulô, Martial, e equipe saberão encontrar o caminho do equilíbrio e dar a volta por cima, se houver ajuda melhor ainda, não necessariamente ajuda financeira pois esta dificilmente virá, mas existem outras formas de ajuda – políticas industriais, fiscais, entre outras. Algumas das empresas citadas anteriormente ficaram em dificuldade financeira e com muita grana de CREDITO FISCAL, porém a nossa boa Receita Federal para devolver, ainda que seja em compensação de tributos leva SÉCULOS, reduzir este tempo é uma forma de ajuda, uma política industrial mais flexível para a produção de notebook, que não imponha uma logística tão cara e complicada como é hoje em dia, é outra forma de ajuda, tá vendo que em duas linhas encontramos duas alternativas de ajuda sem mexer com os cofres do estado, cremos então que outras tantas devem existir, é uma questão de trabalhar em conjunto com entidades de classe, legislativo e executivo municipal para “tentar” sustentar o nosso Pólo de Informática, caso contrário, temo que num curto espaço de tempo possamos estar lamentando outras perdas de dezenas ou centenas de postos de trabalho.


“A CRISE BATE À PORTA DA BITWAY”

3 julho, 2010

Por conta da situação atual vivida pela Bitway Computadores, empresa radicada no Pólo de Informática de Ilhéus, transcreveremos aqui, na íntegra, artigo publicado ontem no site Pimenta na Muqueca, que explica, de maneira clara e sem rodeios, o que está acontecendo e pode ainda vir a prejudicar não apenas a empresa, mas a economia ilheense de maneira geral. Estarão transcritos também os comentários feitos naquele site, para que se veja o que a população está pensando sobre o assunto.

Principal empresa do polo de informática de Ilhéus, a fabricante de computadores Bitway foi abatida por uma crise financeira sem precedentes. Boa parte dos 300 empregados foi demitida no decorrer desta semana.

Uma fonte próxima informou ao Pimenta que a empresa começou a sofrer sérias dificuldades durante a crise econômica mundial, entre setembro de 2008 e meados de 2009.

Além das dificuldades do mercado, a Bitway teria feito uma operação arriscada: importar acessórios e componentes de informática sem o seguro que garante ao importador o dólar com a cotação do período do fechamento do negócio.

A crise elevou a cotação da moeda norte-americana a níveis insuportáveis para o caixa da Bitway e o material, importado, ficou quase impagável para a realidade da empresa. O seguro para operações de importação é caríssimo.

Neste mês, a Bitway, que gerava uma média de 300 empregos, acabou ingressando com pedido de recuperação judicial. É uma tentativa de ganhar oxigênio (financeiro) e evitar pedidos de falência da empresa genuinamente ilheense e, até então, um case de sucesso.

De acordo com fontes do mercado, a Bitway teria sofrido com a perda de um de seus principais clientes, a Insinuante. A rede de eletro-eletrônicos ainda deveria à Bitway e deixou de comprar da indústria ilheense após a fusão com a Ricardo Eletro.

Com o grande poder de compra, a Insinuante-Ricardo Eletro queria adquirir produtos a um valor bem abaixo do praticado pela Bitway na relação anterior à aliança das gigantes do varejo. Não deu.

O efeito foi devastador sobre o caixa da empresa. Uma fonte também observa ser a empresa ilheense a única a desenvolver trabalhos de pesquisa e a manter uma incubadora no município, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico de Ilhéus (Cepedi).

A crise ocorre justamente no ano em que a empresa projetava estar entre as principais fabricantes de desktops e notebooks e monitores do Brasil. Nas contas da empresa, hoje ela situa-se entre as cinco primeiras.

Em 2009, a empresa produzia uma média de 30 mil computadores, por mês, em Ilhéus. Na fábrica paranaense de Piraquara, a produção era de 5 mil computadores/mês, segundo dados da prória fabricante.

De acordo com o site da empresa, a história da Bitway começou em 1983, com a revenda de microcomputadores. A empresa chamava-se Cacaudata. A fabricação de computadores começou em 1995, com a criação do Polo de Informática de Ilhéus.

A crise ocorre no momento em que o país bate seguidos recordes de vendas de computadores. O polo de informática é responsável por boa parte do PIB ilheense, hoje em R$ 1,7 bilhão.”

COMENTÁRIOS:

agnaildo disse: 2 02Etc/GMT+3 julho às 13:13

É lamentável essa situação da Bitway, pois o Sul da Bahia perde uma grande fonte de desenvolvimento, principalmente num mercado que domina, nos dias de hoje, o mundo, que é o da tecnologia da informação. Mas fica aqui nossa esperança de que seus administradores possam , estrategicamente, adotar medidas capazes de mudar esse quadro e consequentemente a reposição desses funcionários demitidos.

Jonas disse: 2 02Etc/GMT+3 julho às 16:16

Esta na hora do estado da a sua parcela de contribuição e não deixar essa empresa genuinamente ilheense e baiana fechar as suas portas. A Bitway é uma das pioneiras no polo de informática de Ilhéus, ela é a unica empresa que realmente acredita nessa região. Enquanto inuméras outras vieram para nossa região em busca de “beneficios”, eu diria melhor vantagens para procurarem encher seus bolsos de dinheiro e depois ir embora. Ninguem viu o nome da Bitway envolvido com os escadalos de sonegação fiscal, lá realmente se produzia, tanto que chegou a ser a 3° maior fabricante de PCs no Brasil. O estado não tem tanta política compensátoria para esses cacauicultores falidos. São inumeros beneficios para uma cultura ja fragilizada há anos. Esta na hora da prefeitura e deputados da região buscarem uma solução definitiva para o nosso polo de informática, ou senão veremos mais empresas entrar para essa estatistica tão trágica.

Ilhéense disse: 2 02Etc/GMT+3 julho às 16:30

Com certeza Martial, Paulô Carvalho e todos aqueles que fazem a BITWAY, saberão sair desta situação incômda, causada por contingências do mercado, pois é sabida a grande capacidade administrativa destes Empresários modelos. A verdade é que a grande competitividade do mercado de informática e a tendência para que ele fique concentrado na mão de duas ou tres grandes Empresas multinacionais, vem fazendo com que Empresas de médio e pequeno porte tenham cada vez mais dificuldades para sobreviver.

Está na hora do Governos do Estado e do Município verificarem como poderão ajudar para manter esta grande Empresa Ilhéense, um ícome do nosso combalido Pólo de Informática. Ilhéense

hilario dos anjos disse: 2 02Etc/GMT+3 julho às 22:17

Acredito que há de haver uma solução para esta crise da Bitway,pois Ilhéus não merece perder mais um investidor. já perdemos muitos investidores , como a petrobrás, moinho e outros.

Deraldo Pitombo disse: 3 03Etc/GMT+3 julho às 9:25

A essência do que teria a expressar já foi escrito (acima) pelo colaborador que se apresentou como Jonas. E para não ser repetitivo registro minha comunhão ao que ele citou sobre a Bitway e sobre seus respectivos fundadores/diretores. Também sou ilheense e quero parabenizar o Pimenta na Muqueca pelo texto divulgado. E como este assunto tem por cenário a área da TI – na qual atuo há cerca de 40 anos – e não o considero “vinagrete”, venho espontaneamente me engajar neste grupo (que se forma) com o fito de evitar uma maior redução de vagas de trabalho na Cidade de Ilhéus.

Também acredito que o Governo Estadual, através de mecanismos comuns e legais de sua rede, pode evitar o pior: que é o fechamento total da única fábrica genuinamente ilheense neste Polo, onde muitos recursos já foram investidos. E me ingresso neste “grupo” apresentando uma proposta de ação. Somos suficientes maduros para entender que o Governador não irá se sensibilizar apenas com comentários e demonstrações de indignação postadas pela Internet. Creio que por estarmos entrando em período de campanha eleitoral, tanto para o poder administrativo quanto para o poder legislativo do Estado, temos maiores chances de sermos ouvidos neste momento.

Qual é a proposta objetiva? Que os cidadões de Ilhéus, realmente preocupados com os impactos danosos sobre os níveis socio-econômicos dessa cidade a serem causados com o fechamento da Bitway, se articulem para cobrar dos vereadores locais, o debate deste assunto na Câmara, e ao mesmo tempo que cobrem do poder administrativo (através da Secretaria de Indústria e Comércio da cidade) uma atenção especial para o tratamento do assunto. Acredito que seguindo este trilha faremos com que este pleito chegue mais rapidamente a Governadoria.

Outra coisa importante: é esperado que nesta trilha apareceram muitos políticos (candidatos ou amigos de candidatos à Assembleia Legislativa) dizendo-se predispostos a contribuir. Sendo o propósito focar aspectos socio-econômicos, não devemos recusar precipadamente nenhuma ajuda por ter ela colorações partidárias diferentes. O importante é saber o quanto o proponente pode de fato ajudar. Poder respeita poder. O cidadão comum pode melhor entender isto analisando os acordos e os conchavos que os partidos politicos fazem antes de cada eleição com focos precisos na obtenção de êxito.

Que não cometamos nós (cidadãos) o erro de desprezar ajuda porque o proponente é de uma corrente política diferente da nossa. Se ele pode contribuir para com nosso projeto que venha. Como tenho o privilégio ter minhas newsletters lidas por milhares de atores da área de TI na Bahia, vou enchaminhar para todos eles uma sugestão de leitura do texto do Pimenta. E sugiro aos demais que também façam isto. Neste momento o ideal é dar conhecimento deste assunto ao maior número possível de pessoas amantes ou simpatizantes desta região. Vale a pena relembrar Geraldo Vandré: Vem vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora não espera acontecer.

tarugo disse: 3 03Etc/GMT+3 julho às 9:42

Vamos torcer para que essa situaçao reverta o mais rápido possivel , pois com tantas coisas boas que estao acontecendo em Ilheus nao se justifica que a Bitway esteja passando por uma crise dessa proporçao ! Será gestao??? Vamos dar as maos e nao deixar que isto aconteça com Ilheus pois prejudicará todo o Sul da Bahia! Cade os nossos políticos????que mostrem para o que vieram!!!!!

Demais comentários serão transcritos aqui, à medida em que forem sendo feitos lá no Pimenta, e também nosso formulário de comentários está à disposição dos nossos leitores.


Capes aprova projeto da UESC para fomento a tecnologias de comunicação e informação

30 junho, 2010

De acordo com informe da ASCOM da UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação aprovou projeto  para fomento ao uso das Tecnologias de Comunicação e Informação nos cursos de graduação.

Longe de encararmos como algo simples, é necessário que reconheçamos a importância deste Projeto para um maior desenvolvimento da educação à distância, e para o aumento da ação da UESC na sua área de atuação.

Com o Projeto de autoria do Professor/Dr. Dany Sanchez Domiguez responsável pela Web Conferência no Núcleo de Educação a distância da UESC e do Professor Francisco Bruno Souza Oliveira Coordenador do Colegiado de Ciências da Computação, a UESC passará a ter um CAMPUS Virtual e para realizá-lo receberá um financiamento de R$ 309.295,00.

Segue a íntegra da matéria divulgada pela ASCOM:

De acordo com a professora e coordenadora da Universidade Aberta do Brasil UAB na UESC, Maridalva Penteado, “o objetivo principal do projeto é implementar um ambiente virtual de aprendizagem para atender à demanda dos cursos presenciais da instituição permitindo assim, aos docentes e discentes dos cursos presenciais usufruírem das vantagens que a internet, os AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e as TIC’s (Tecnologias Informacionais) oferecem no aperfeiçoamento do ensino-aprendizagem”.

Ela explica que “o uso dos recursos inovadores das TIC’s suporta o desenvolvimento de um processo educacional interativo que propicia a produção de conhecimento individual e grupal em processos colaborativos. A execução do projeto levará as atividades de ensino-aprendizagem dos cursos de graduação da UESC a um novo patamar, contribuindo para melhorar a qualidade dos alunos e potencializando o papel formador, inovador e humano da Universidade”.

No primeiro momento, o AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) a ser construído dará suporte aos recursos de gestão de usuários e controle de acesso, gestão de cursos e disciplinas, publicação de materiais didáticos (textos, fotos, slides), desenvolvimento de chats, fóruns, e outros como gerenciamento de tarefas e/ou atividades, e escrita colaborativa (Wiki). Entretanto, sua concepção deve garantir a possibilidade de inclusão futura de recursos avançados como: editores de texto colaborativos síncronos, inclusão de jogos didáticos interativos, quadro online, entre outras.

Segundo a professora “o principal resultado esperado do projeto é contar com um ambiente virtual de aprendizagem simples, funcional e dinâmico implantado em nossa instituição, colocando assim a disposição dos cursos de graduação presencial os recursos disponíveis em um AVA. Com isso, permitiremos aos professores desses cursos uma maior interação com seus alunos, levando o processo de ensino-aprendizagem para fora da sala de aula e quebrando barreiras temporais e geográficas na interação professor-aluno”.

Outro resultado esperado é aumentar os conhecimentos e experiências dos professores e técnicos da Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO), na implantação e gerenciamento de AVAs, bem como capacitar/atualizar os docentes e técnicos administrativos da UESC nas novas tecnologias da informação e comunicação, tendo como principal objeto o uso do ambiente virtual de aprendizagem em desenvolvimento no núcleo de educação a distância da UESC (moodle-nead-UESC), na função de estudante, professor e designer de cursos.

A aprovação do projeto reforça as ações desenvolvidas na UESC para o fortalecimento da Educação a Distância que está em pleno funcionamento, com a oferta de quatro cursos de graduação (licenciatura) em biologia, física, letras e pedagogia, cujos projetos foram aprovados pela CAPES/FNDE.

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