Como escolher seu próximo computador

26 novembro, 2011

Fim de ano, muita gente pensando em comprar um computador.

Vejam no vídeo a seguir, divulgado no site Olhar Digital,  um Guia como escolher seu próximo computador, preparado pelo pessoal da INTEL, principal fabricante mundial de processadores.

Claro que a INTEL puxa a brasa para a sua sardinha, mas trata-se de um vídeo com informações bem interessantes que vale a pena ser visto e que é recomendado também pela CONSULTIC.

 

 http://www.olhardigital.com.br/embed/22374


O FUTURO está LOGO ALI

2 março, 2011

Um brinde aos 15 anos da M21

4 março, 2009

Este não é um post patrocinado, nem a CONSULTIC é cliente da M21. Bem que gostaríamos. Quem sabe, num futuro próximo, isto não poderá acontecer…

É o reconhecimento de um trabalho bem feito ao longo de 15 anos, coroado por uma peça publicitária de grande qualidade, que deve ser divulgada e repartida com todos aqueles que acessam o nosso blog.

Um brinde a toda equipe de uma Empresa que completa agora quinze anos, mas que, por tudo que já fez e pela qualidade de tudo o que faz, podemos considerar como “maior de idade”.

Assistam ao vídeo comemorativo da M21, A vida aos 15 . Vale à pena.

Mascarenhas e Anabel


Numa atenção especial…

1 outubro, 2008

aos novos leitores, vindos do Blog dos Blogs da Costa do Cacau, o Prof. Carlão do Last Starfighter disponibilizou  em seu blog um vídeo trazendo o conceito de software livre, bem como um artigo escrito sobre o assunto.

O vídeo é realmente esclarecedor, vale à pena gastar 11 minutos para assistir e tomar uma posição acerca do software livre.

E para quem tem preguiça pouco tempo para ir a todos os links, transcrevemos um trecho aqui:

“O objetivo principal da Universidade não é a formação de um simples profissional “apertador de botões”, que só sabe trabalhar com um software específico, produzido por uma única empresa (a rigor, isto não se chama “profissional”; isto se chama “cliente”!). O objetivo principal da Universidade é, antes de tudo, a formação do cidadão crítico, consciente, capaz de pensar por si próprio; de forma complementar, busca-se a formação de um profissional completo, que realmente domine os conhecimentos fundamentais da sua profissão.

Quando uma disciplina utiliza um software proprietário como base de suas atividades, é simplesmente isso: um “uso”, uma “ferramenta”. O aluno aprende e exercita os conceitos através desta ferramenta, e é só. Alternativamente, se a disciplina baseia suas atividades em um Software Livre, um novo leque de oportunidades e possibilidades se abre para enriquecer a experiência dos alunos: pode-se ter acesso a versão completa do software, a mesma que está sendo utilizada “pra valer” ao redor do mundo, e não a uma simples versão educacional, “trial”, ou o que é pior, pirata; pode-se ter acesso a vários softwares diferentes, para estudar suas diferenças e comparar suas vantagens/desvantagens; pode-se ter acesso a uma quantidade enorme de material de referência, disponível gratuitamente na Internet; pode-se confiar que este material contém informações completas, já que não há segredos que serão disponibilizados apenas pela empresa proprietária do software, em materiais de referência também proprietários e vendidos a preço de ouro; para os mais curiosos, existe a possibilidade de estudar a própria implementação (código-fonte) do software – isto significa não apenas aprender a configurar e usar um certo recurso, mas sim como implementar na prática aquele recurso. Acima de tudo, existe a possibilidade de colaboração, de participação direta dos alunos no desenvolvimento do software, através da criação de novos materiais de referência, utilizando e reportando defeitos, ou até mesmo consertando defeitos. Em resumo, isto tudo significa verdadeiro acesso ao conhecimento.

Concluo, portanto, que a adoção do Software Livre é fundamental para se conseguir uma verdadeira ação educativa, com acesso irrestrito ao conhecimento. Nesse sentido, é necessária uma parceria entre professores e alunos no sentido de operacionalizar cada vez mais a adoção do Software Livre nas diversas disciplinas dos cursos de Ciências da Computação, e até mesmo de outros cursos.

Precisamos tomar uma decisão importante: queremos virar cidadãos críticos e profissionais completos, verdadeiros “cientistas da computação”, ou nos contentaremos apenas com a função de “clientes”, meros “apertadores de botões”?

A escolha é nossa!”


E o que é mesmo esse negócio de “TI”???

16 setembro, 2008

Ainda me lembro da primeira vez que ouvi um amigo dizer: Consultoria em TI. E eu, uma completa ignorante no vocabulário, [mas não no assunto embora não tivesse consciência], perguntei em tom indígena: “Que ser isso, cara pálida?”  E ele: “TI = Tecnologia da Informação.” E acrescentou: “jogue no Google se o nome ainda não te disser nada.” Ainda bem que ele não viu a minha cara (foi via MSN), mas eu mais-que-depressa joguei no google, e foi quase um jogar no bicho. E ganhar. (Tão simples! E pra mim, ele se metendo a besta fazendo de superior.)

“A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas – estão ligadas às mais diversas áreas – que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo” diz a Mamãe Wikipédia, extremosa esposa do Pai Google.

Então, para evitar a pergunta básica sobre TI, reproduzo aqui a reportagem do Bom Dia Brasil, de 04 de setembro de 2008, onde vocês podem ver algumas cenas feitas aqui em Ilhéus, no Pólo de Informática, mais precisamente na BITWAY. Walter, o funcionário entrevistado, era trabalhador rural e hoje, além de trabalhar na área de TI, faz faculdade também. Milagre? Não, Tecnologia. Da Informação.